Poemas de quem Deu um Fora
Deus não precisou fé para os feitos da criação! A fé não move montanha, mas a montanha move a fé. Por que não manda aquele morro sair de lá?
Primeiro vêm as evidências, depois a fé. Graças ao inverso disso, os hospícios estão cheios de pessoas fervorosas no impossível!
Precisa-se de fé para adquirir mais fé? Paradoxal, não? Sem fé é possível conseguir fé? Onde está a eficácia da fé se é possível abusar dela?
A verdade é uma só...não necessariamente aquilo que nos dizem que é, ou o que pareça ser, ou mesmo o que precisamos que seja!
Toda escolha terá sua consequência...é por isso que devemos usar uma capacidade que temos chamada "raciocínio" para que assim possamos enxergar as possíveis consequências antes de fazermos nossas escolhas!
É complicado tentar burlar as leis naturais! Todo atalho é perigoso! E a lei do menor esforço engorda, atrofia os músculos e o cérebro! Lamento por mim, estando eu sedentário demais, buscando conforto. Correr na chuva é melhor que correr da chuva!
Tantas vezes apagada no céu, reaparecia enfim a estrela da felicidade, e para sempre?
Recorreu aos livros, mas não lhe aproveitou o recurso, porque se os olhos corriam no papel, o espírito estava ausente, no tempo e no espaço.
Optar pelo telefone em função do mundo real, é conseqüência de pessoas que não desenvolveram estratégias relacionais para lidar com o ambiente externo, fazendo dos aparelhos eletrônicos o refúgio ideal.
Em mim repousam resquícios das estrelas, de quasares distantes, de galáxias , de luas e sóis, sei que sou terra, poeira e poesia selados em um esqueleto de ossos e ideias, meu coração permeia entre bits e átomos, pulsante de amor e sangue, eis me aqui, inumano, o arauto do pós futuro, hibrido deixo-me levar pelo vácuo que me rodeia, peralta e inquieto sigo de olhos fechados, fundindo-me aos multi universos que me espreitam a cada curva do infinito, sucumbindo o tempo e o ao espaço, eu, um quase tudo.
Neste mundo somos pó. Viramos poeira ao vento se não cuidarmos em viver e oferecer o que a vida tem de melhor. Vivamos intensamente!
Tudo passa.
Em meio aos tropeços ou nas horas mais difíceis, lembre-se que existe uma coisa chamada ESPERANÇA. Se o agora é negro, o depois vem com luz. Tudo volta ao normal. Talvez fique muito melhor do que estava antes de aparecerem as dificuldades. Tenha ESPERANÇA. Creia no infinito poder de Deus e na Sua inesgotável bondade. Por disposição da sabedoria divina, tudo o que acontece com você hoje ficará para trás amanhã. E você seguirá avante, vitorioso. Só a alegria e a luz, emanadas do amor, permanecem para sempre.
A dignidade do ser humano não consiste em 'pensar', como dizia Pascal, mas em esquecer o que pensou e abrir os olhos para o que jamais foi pensado.
" O que a fumaça leva é a certeza de que o fogo cumpriu seu papel, que tudo nessa vida é evolução, que nada nem ninguém morre, que tudo naturalmente evoluí...
"Todas as vezes que você me subestimou, a malandragem me ajudou a sobreviver, pois naqueles momentos o grande bobo era você."
O protestantismo contribuiu, sim, para esse resultado, mas menos por suas concepções teológicas e morais explícitas enfatizadas por Weber - predestinacionismo, ética da poupança - do que pelo simples fato de estimular a liberdade e a variedade, livre do peso excessivo de uma velha burocracia controladora. E se enquanto isso o catolicismo atrasava o desenvolvimento econômico em outras partes do mundo, também não foi por causa do conteúdo de sua fé, em si mesmo neutro economicamente, mas simplesmente porque a hierarquia, assustada, em vez de superar criativamente as oposições, se enrijeceu numa atitude paranoicamente defensiva que só pensava em mais controle, mais centralismo, mais burocracia. Em certos países o desenvolvimento econômico foi favorecido pela ausência de controles. Em outros, não foi apenas desfavorecido: foi detido, foi proibido, foi estrangulado no berço por autoridades que o confundiram, tragicamente, com os demônios que o cercavam. Na Espanha, em Portugal, na Itália e parcialmente na França, o desenvolvimento não foi nunca um inimigo da Igreja: foi o bode expiatório das culpas católicas e anticatólicas. Ao condená-lo, o catolicismo fez um tremendo mal a si mesmo, do qual procura agora redimir-se.
O surto de progresso capitalista nos países protestantes, contemporaneamente freado nos católicos, não foi devido predominantemente a fatores religiosos, mas a fatores culturais mais amplos que determinaram a diferente atitude de católicos e protestantes ante a economia moderna. A diferença era radical: do lado católico, a desconfiança generalizada que clamava por mais controle, mais policiamento, mais burocracia, mais punições. Do outro, uma confiança pujante que estimulava a criatividade, a variedade, a iniciativa. Confiança, em primeiro lugar, dos homens uns nos outros: por que supor que o nosso próximo quer o nosso mal e não apenas, como todos nós, o seu próprio bem? Por que não acertarmos as coisas entre nós e ele, em vez de chamar um terceiro para nos policiar a todos? Eis a base de toda negociação, de todo contrato, de toda eficácia. De outro lado, confiança no poder que cada homem tem de decidir, de agir, de lutar por um destino melhor conforme seu próprio entendimento, livre de uma autoridade acachapante que imponha a todos a camisa-de-força de uma noção padronizada do 'melhor'.
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