Poemas de quem Deu um Fora

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⁠Se tens algo a dizer, mas que não possa ser inteligível, ainda que importante e necessário, melhor não dizê-lo.

⁠A vida é o colibri fazendo pose para a fotografia, o resto é o vento de suas asas.

⁠É preciso saber caminhar nos dias de sol, mas é necessário não parar de caminhar nos dias nublados, pois, independente do tempo, sempre há caminhos para que os nossos pés passeiem...
Além disso, nos dias nublados, é possível enxergar aqueles que, de fato, estão ao nosso lado e não nos abandonam quando mais precisarmos de companhia, esses sempre merecerão o melhor de nós, pois também nos dão o seu melhor: nos dão o seu amor e um lugar em seu coração...

⁠Sobre os presentes de Deus: são sempre os melhores, nunca mereceremos o que Ele nos dá, mas Ele insiste em plantar milagres e maravilhas diariamente em nossas vidas. Sou e sempre serei grata...

Já se preocupou em ser útil para a sociedade? Afinal, todos queremos os mesmos direitos.

⁠Sabe o que dizem? As únicas vidas interessantes são dos artistas e ladrões.

É melhor que se sofra com a
dorda verdade, do que sentiro enganoso conforto da mentira.

⁠Na valsa de minha vida,no compaço da minha tristeza sigo dançando com a morte bailando como o meu desespero com o choro como professor e a depressão como participação especial.

⁠Esconder-se" é deixar de ser. Eu sou como sou. Me mostro como sou e permito ser interpretado. Quanto mais me interpretam, mais poesia eu sou. À parte das das interpretações...sendo como sou e sendo o que você quer, posso ter paz. Mas sei que é nisso que você se esconde.

⁠O que te faz feliz hoje, pode te enojar amanhã.
Aprenda a se arrepender e melhorar, faz parte do processo estar confuso.

⁠Uma coisa é você conhecer o Caminho (Jesus), outra coisa é você andar no Caminho (Jesus).

Quando a felicidade começa antes, é melhor pra vida. Se precisar esperar sexta às 18h para a vida ser feliz, desculpa, a tua vida é muito ruim.

Clóvis de Barros Filho

Nota: Trecho da palestra Felicidade é aqui e agora.

O indivíduo é o melhor e único juiz de seu interesse particular e (...) a sociedade só tem o direito de dirigir seus atos quando se sente lesada por um feito dele ou quando precisa reclamar seu concurso.

Alexis de Tocqueville
A democracia na América. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

⁠As assembleias não se inventaram para conciliar os homens, mas para legalizar o desacordo deles.

Machado de Assis
Gazeta de Noticias, Rio de Janeiro, 12 ago. 1894.

Às vezes sofremos só ao imaginar que lugar adorável o mundo seria se nossos sonhos se realizassem.

Memórias de uma gueixa
Memórias de uma gueixa. São Paulo: Arqueiro, 2015.

A adversidade é como uma ventania duradoura. Não quero apenas dizer que ela nos afasta de lugares aonde escolheríamos ir, mas também arranca de nós tudo, menos o que não se pode arrancar, de modo que depois dela nos vemos como somos de verdade, não apenas como gostaríamos de ser.

Memórias de uma gueixa
Memórias de uma gueixa. São Paulo: Arqueiro, 2015.

O alegre ele é o bobo alegre. Por quê? Porque você é adestrado para a inconformidade, e a expressão que deixa isso mais claro é a expressão: "sair da zona de conforto", absolutamente aplaudida por todos. "Eu não vou sair da zona de conforto, eu estou na zona de conforto! Eu gosto da zona de conforto! E daqui ninguém me tira!" Aí é uma esculhambação, porque o cara que é f**a é o cara desconfortável, é o cara que tá com um alfinete ali sendo pinicado o tempo inteiro; que quer mais, mais, mais e mais, porque só isso, é claro trará, o enriquecimento de quem o paga.

Clóvis de Barros Filho

Nota: Trecho de entrevista com Rafinha Bastos no programa Mais que 8 minutos.

Antes de seguir qualquer religião, você deve amar o próximo, procurar evoluir, melhorar como pessoa e fazer o bem. De nada adianta você ser cristão protestante, católico, testemunha de Jeová, kardecista, umbandista, candomblecista e ser uma pessoa de má índole e mau caráter.

Se o trabalho é o mesmo, por que se depreciar o esforço feminino, ou explorá-lo, pagando menos?

Antonieta de Barros
ILHA, Maria da. Farrapos de Ideias. República. Santa Catarina, 22 mai. 1932.

Os irracionais trabalham, lutam para a conquista do seu alimento. E a mulher? Inferior aos próprios irracionais, doméstica e domesticada, se contentará, eternamente, em constituir a mais sacrificada metade do gênero humano?

Antonieta de Barros
ILHA, Maria da. Farrapos de Ideias. República. Santa Catarina, 15 abr. 1934.