Poemas de quem Deu um Fora
Somos Filhos de Deus, isso quer dizer que Ele sempre terá um olhar de Pai para conosco, um olhar de cuidado e proteção.
Ele sabe como somos limitados e como erramos, sabe que somos imperfeitos e indefesos, e que precisamos do Seu Amor e Cuidado.
A Humildade é um valor que permite o Altruísmo e a Dignidade. Uma pessoa humilde é capaz de aceitar os outros.Algumas características de uma pessoa humilde são:
Reconhecer os erros e pedir perdão. Ser grata pelos dons e talentos que Deus deu. Servir aos outros sem esperar nada em troca. Colocar os interesses dos outros antes dos próprios. Não se colocar como merecedora de nada.
Evitar emitir críticas.
Reconhecer a dependência do Senhor e a necessidade do Seu apoio.
Reconhecer que os talentos e habilidades são dons de Deus.
Conhecer as próprias limitações e fraquezas.
Deus já tem um caminho aberto pelas águas
Faz romper muitas fontes em meio ao deserto
Haverá nuvens que trazem chuvas de bênçãos
Ouça a voz, Deus te dá escape e livramento
Deus sempre arruma um jeitinho de acalmar o nosso
coração.
Ele nos mostra o quanto somos amados por Ele.
Nada podia enxergar
Minha vida era tão vazia Até um dia Te encontrar Ouvi Tua Doce Voz Foi Jesus quem me tocou Foi Jesus quem me curou Jesus tocou em mim
Meus olhos se abriram
Agora posso ver
Nada mais será igual
Adorar é o que sei, adorar é o que sou
Nada pode calar um adorador Te adorar é o meu prazer
Minha força vem do Senhor
O Domínio Próprio constrói um muro de proteção à nossa volta.
Nos protege de muitas ciladas e problemas.
O Domínio Próprio é um Fruto do Espírito Santo (Gálatas 5.23), pois somente Deus pode controlar o coração humano.
Sem Deus estamos descontrolados.
Não podes pensar que este é teu fim
Não é o que Deus planejou
Levante-se do chão, erga um clamor
Acima de toda tristeza e toda solidão
Há um Nome, o Nome de Jesus
Acima de toda doença e quando não há solução
Há um Nome, o Nome de Jesus
Sobre este lugar, declaro Jesus
O ambiente é transformado, mortos são ressuscitados
Eu declaro Jesus e já posso ver
O milagre acontecendo, salvação e avivamento
Adorar é o que sei, adorar é o que sou
Nada pode calar um adorador
Não existem prisões que contenham a voz
De quem Te adora, oh Senhor Te adorar é o meu prazer
Minha força vem do Senhor
O vento da aflição quer apagar a Chama
Da minha adoração
O mundo é um oceano
Minha carne é um furacão
Minha vida é um barquinho buscando direção
Descansa em minha alma
E acalma a tempestade
Que agita o meu coração
Se um dia quiseres confiar em alguém, confie em si mesmo pois a realidade é que o mundo está cheio de pelegos.
Falsos, insidiosos, incompetentes e analógicos, não possuem valor algum e serão sempre metamórficos.
Inúteis, parados no tempo, ao relento, sem pensamento, pessoas vazias sem qualquer esclarecimento.
Sempre dependendo de um empurrão, sempre de um ladrão, geralmente registrado como Senador, Deputado, ou outro político, meu irmão.
A incompetência dominou a administração, hoje nos órgãos públicos domina a recomendação.
Competência? Sai pra lá sangue bom.
Aqui quem manda é o governo, regado do seu dinheiro pois você paga o ano inteiro centenas de impostos para bancar o luxo e o exagero, tudo por causa de um desgoverno que se aproveita da ignorância para provar sua ganancia, garantindo seu salário, seu saldo fundiário, mas você meu amigo, você é sempre feito de otário.
Se um dia quiseres confiar em alguém, confie em si mesmo pois a realidade é que o mundo está cheio de pelegos.
Falsos, insidiosos, incompetentes e analógicos, não possuem valor algum e serão sempre metamórficos.
Inúteis, parados no tempo, ao relento, sem pensamento, pessoas vazias sem qualquer esclarecimento.
Sempre dependendo de um empurrão, sempre de um ladrão, geralmente registrado como Senador, Deputado, ou outro político dessa laia, meu irmão.
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A incompetência dominou a administração, hoje nos órgãos públicos só domina a recomendação.
Competência? Sai pra lá sangue bom. O que eu quero é ter votos na urna para vencer essa eleição.
Aqui quem manda é o governo, que regado pelo seu dinheiro, já que você paga o ano inteiro centenas de impostos para bancar o luxo e o exagero desse real desgoverno.
Aqueles que sempre se aproveitam da ignorância para ocultar sua maldade e sua ganancia, garantindo seu salário, seu saldo fundiário, por meio do nosso imposto pago, deixando-nos com cara de humilhado, quando chegamos no mercado e pagamos o preço dobrado, pois 50% vai para o bolso do estado, para o bolso do estelionatário que te pediu voto prometendo o céu, mas te deu apenas o calvário, só você nem percebe, nem vê a maldade, pois vinho e circo é o que te deram, porquê assim podem te fazer de otário e no fim de todo mês, embolsar metade do seu salário, que ao contrario do deles, foi trabalho e ressudado.
Com meu nariz franzido
e um torto lábio apertado,
não acredito nem vendo
e nem caminhando ao meu lado.
Bisbilhoto um desconhecido que
acaricia minha gata na rua.
Ele vai.
Eu chego.
Ela foge.
Essa tem meu dote,
tá sempre na saideira.
Sarnento conhecido que sou
só peço carícia na coceira
CONTO DO MEIO
Quando pequeno, eu estava no aniversário de um amiguinho
e pus meu dedo no bolo.
Não coloquei e tirei. Não passei o dedo.
Apenas enfiei a ponta do indicador naquela parte branca.
O dedo permaneceu lá, parado, enfiado, intacto.
Todas as mamães me deram um sorriso falso.
Os papais estavam bêbados no quintal.
O único homem ali perto era o tio Carlos.
Tio Carlos se escondia atrás dos óculos e da câmera fotográfica.
Era bobo, agitado e gorducho.
Quase sempre sorrindo.
Tinha poucas, raras, nenhuma namorada.
Tio Carlos atrás dos óculos, da câmera e de namorada.
Meu braço esticado era a Golden Gate.
Uma conexão entre minha consciência
e aquele montante de açúcar.
A ponta do dedo imóvel, conectada, penetrada no creme branco.
Uma das mamães resolveu liderar a alcateia
e me pediu para tirar o dedo.
Pra que tanta coragem, perguntou meu coração.
Porém meu dedo,
afundou um pouco mais.
Olhei-a nos olhos sem docilidade.
Meu corpo imóvel.
O dela recuou.
Minha mamãe, sem graça,
falou que isso passa.
Eu atravancava, ria e dizia:
- Vocês passarão, eu... - estendia a aporia.
Eu era a Criação de Adão na Sistina.
Era mais que Michelângelo,
Era Adão no Bolo,
Era Bolo em Deus.
Mamães desconcertadas. Olhando umas para as outras.
O silêncio reinava,
o reino era meu.
Mamães desorientadas. Olhando para mim.
Tio Carlos com a câmera fotográfica
olhava para as mamães.
Acho que ele era apaixonado por umas três mamães,
ou mais,
ou todas.
Esperei um não.
Esperei um pare.
Ninguém era páreo
para um rei.
Tirei.
Um beijo vale mais que mil palavras.
Ai de mim,
lábio seco,
com todos os livros do mundo.
Bom para o surdo de balada,
boca grande,
vocabundo.
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