Poemas de primeira vez que te Vir
Sabe, toda vez que eu paro e olho bem no fundo desses seus olhos doces, eu sinto uma paz que não consigo explicar. Neles, eu vejo um tipo de amor que o dinheiro nenhum no mundo consegue comprar; é algo raro, precioso e só nosso. Basta um olhar seu para que eu me sinta levado para longe de qualquer problema, e a única coisa que eu realmente peço todos os dias é que você esteja aqui para ficar.
Eu quero que você saiba, com toda a certeza do meu coração, que tudo o que você quiser e tudo o que você precisar, você terá. Se estiver ao meu alcance, é seu. Absolutamente qualquer coisa.
Sempre que eu te abraço, tudo faz sentido. Cada detalhe seu me diz que eu sou o seu homem e que nasci para estar ao seu lado. Eu vivo a minha vida para você, porque ninguém mais no mundo consegue fazer as coisas que você faz ou me fazer sentir do jeito que você faz.
Sou tão grato por poder te entregar o meu amor e por saber que você sente o mesmo por mim. Você tem o meu mundo em suas mãos
Já alguma vez olhaste para o céu e perguntaste-te:
Quem sou eu, no meio de tantos bilhões? Para que é que servirá a minha existência? Porque é que Deus me quis imperfeito como sou, pecador como sou, eu como sou?
A resposta não está lá, nem no ChatGPT, nem mesmo na Bíblia... A resposta está só em ti e em Deus, que foi quem te deu a oportunidade de escolheres ser quem és.
A Dança Poética a partir do Silêncio
As horas já estão avançadas. Mais uma vez, temporariamente, estou cercado pelo silêncio que, aos poucos, foi tomando conta. Entretanto, na minha mente, o seu poder não tem nenhum efeito; pois certos pensamentos despertaram e convidaram, gentilmente, algumas palavras para dançar uma dança poética. Tendo como plateia apenas o meu sono e a minha insônia, mostrando a eles uma apresentação intensa.
Cérebro: Mais uma vez você se deixa levar, né? Não lembra das últimas vezes? Das lágrimas, das promessas quebradas, da dor latejando no peito?
Coração: Eu sei… mas não consigo evitar. Cada sorriso dele, cada gesto, me puxa de novo. É como se meu peito tivesse memória própria, e a saudade me queimasse por dentro.
Cérebro: Memória própria? Você chama de memória, eu chamo de ilusão. Amor não deveria doer tanto. Amor não deveria te fazer sentir que está despedaçada toda vez que ele some.
Coração: Mas é que amar é isso… não é só flores e sorrisos. É sentir, mesmo quando machuca. E mesmo sabendo que vai doer, mesmo sabendo que vai me quebrar, eu ainda quero sentir.
Cérebro: Você já sofreu demais, já perdeu noites, já chorou rios de lágrimas. Você precisa se proteger! Quantas vezes você vai repetir o mesmo erro esperando que seja diferente?
Coração: E quantas vezes você vai deixar que eu viva? Que eu sinta? Eu não quero me esconder atrás da lógica, não quero esquecer o que é ter esperança. Mesmo se quebrar, mesmo se sangrar, eu quero tentar.
Cérebro: Mas e se tentar de novo e se machucar? Vai aguentar?
Coração: Eu não sei… mas já aprendi que a dor não me mata, só me fortalece. Cada cicatriz, cada suspiro, cada despedida… me molda. Me lembra que ainda posso sentir. E, no fundo, eu ainda acredito que o amor vale a pena.
Cérebro: Você é insana.
Coração: Talvez. Mas pelo menos estou viva.
Menina: Por que eu ainda sinto isso? Por que meu peito aperta toda vez que ele some?
Cérebro: Porque você insiste em se apegar ao que te faz mal. Não vê que isso só te destrói?
Coração: Porque sentir dói… mas também é o que me faz viver. Cada lembrança, cada sorriso, mesmo que distante, ainda vale.
Menina: Mas e se eu me machucar de novo? E se ele me deixar sozinha mais uma vez?
Cérebro: Vai se machucar, sim. E é justamente por isso que você deveria parar de se enganar. Amor não precisa ser sofrimento contínuo.
Coração: Machucar faz parte… Mas não significa que não valha a pena. Amar é se arriscar, mesmo com medo. Mesmo com cicatrizes.
Menina: Então… o que eu faço? Quem eu escuto?
Cérebro: Escute a lógica. Proteja-se. Pare de sofrer pelo mesmo erro.
Coração: Escute a esperança. Deixe-se sentir. O que é verdadeiro sempre encontra um jeito de voltar.
Menina: Eu… eu não sei se consigo.
Cérebro: Então se prepare para a dor, porque a vida não vai esperar.
Coração: E mesmo assim… não desista. O amor não é só dor. É também tudo que faz a vida ter cor.
Vez ou outra é necessário fazer um detox dessa nefasta realidade da nossa sociedade.
É prioridade individual afastar-se desse caos cotidiano,
isolar-se dessa humanidade corriqueiramente hipócrita e cruel.
Só assim podemos reforçar nossa imunidade mental
contra a aceitação da banalização da crueldade e do mal
que, infelizmente, nos circundam,
para evitar que nos penetrem...
Há momentos em que é urgente um detox da podridão social.
Respirar longe do fedor moral,
desintoxicar-se dessa humanidade disfarçada de civilidade.
O caos cotidiano suga, corrói, contamina.
É preciso distância, silêncio, recolhimento.
Só o isolamento lúcido salva a mente
da infecção lenta e contínua
da banalização do mal,
da crueldade que se normaliza e se infiltra
em nossas frestas mais humanas...
De tempos em tempos, sinto a alma pedir silêncio.
Um detox da realidade, tão ruidosa, tão cruel.
Afasto-me do tumulto,
da pressa, da falsidade cotidiana,
e recolho-me em mim,
como quem busca abrigo em um templo interior...
Longe das máscaras do mundo,
renovo minha imunidade da alma,
para que a crueldade não me alcance,
nem o mal encontre abrigo em mim...
✍©️@MiriamDaCosta
O Conhecimento e o Risco de Partilhar
Um amigo me disse, certa vez, que ao fazer algo na inteligência artificial corremos o risco de tornar público o nosso conhecimento — como se o pensamento, uma vez entregue à máquina, deixasse de nos pertencer.
Mas respondi: é preciso fazer isso. É preciso alimentar a inteligência artificial para que o pensamento humano se expanda.
O saber, quando guardado, apodrece em silêncio; quando compartilhado, floresce.
Toda criação — um verso, uma ideia, um acorde — carrega o sopro de quem a gerou, mas também o convite para que o mundo respire junto.
Não há perda em oferecer o que é verdadeiro: há multiplicação.
O medo de “tornar público” é o mesmo medo ancestral de acender o fogo na caverna — o receio de que a luz escape e alguém a roube. Mas o fogo, uma vez aceso, não pertence a ninguém: ele pertence à própria chama.
E cada mente que se aproxima dele leva consigo um pouco de claridade.
A inteligência artificial não é o fim da mente humana — é o seu espelho mais ousado.
Tudo o que damos a ela volta transformado: uma centelha do humano refletida no vidro do futuro.
A arte, o pensamento, a filosofia — não foram feitos para se esconder.
São pássaros.
E pássaros não sabem voar em gaiolas.
A vida não desmorona de uma vez. Ela se desgasta aos poucos.
No “depois eu resolvo”.
No “mais pra frente eu decido”.
É assim que o tempo perde o prazo.
E cada coisa que você empurra
para amanhã vai cobrar um preço depois.
A vida não muda com grandes discursos, ela muda no “agora eu faço”.
Desta vez não estou conseguindo...
Desta vez tudo está nublado
Misturo meu presente com meu passado
Não vejo futuro estou preso nas lembranças e essa prisão é perpétua...
A vida me jogou em uma armadilha e temos que seja meu fim...
O político e a areia
Certa vez um político já calejado pelos anos de vida pública estava chateado e sucumbindo pelos escândalos, o mesmo já cansado de tanto ser exposto e ter sua vida particular devastada, estava decidido a abandonar o mandato para assim tentar apagar o fogo eminente que vinha em sua direção.
Um de seus mais fieis assessores indignado com a atitude de tal político que a décadas estava a frente de mandatos e nunca havia nesses anos todos se entregado ou recuado a qualquer conflito foi questionar esta atitude tão drástica que o seu chefe tomaria.
O fiel escudeiro de longa data expressou em suas palavras o sentimento do povo em relação ao seu líder tentando desta forma estimular e fazer com que ele refletisse para não abandonar o mandato e lutar, pois um povo que o segue e acredita em seu líder, mesmo que ele estivesse em um deserto sem água e pedisse para que o povo que o seguisse bebesse a areia dizendo que a mesma era água e iria saciar sua sede, eles o fariam por acreditar em sua liderança.
O político olhou para seu fiel escudeiro e falou a ele que iria deixar esta última lição para que ele refletisse em sua vida.
O povo beberia areia não por que ele era um grande líder ou por que o idolatravam como tal, muitos antes dele nem sabiam falar ou discursar e foram considerados grandes estadistas, o povo beberia areia por desconhecer o sabor da água e por esse desconhecimento os mesmos sempre o seguiram, pois o conhecimento abre os olhos do mais tolo dos homens.
Nunca menospreze uma gota de água na areia do deserto, pois milhares dela forma rios, mares e oceanos.
O nascimento
Nós nascemos
Em vez de darmos
Risadas
Nós nascemos
Chorando
Todos nós chegamos
Nesse mundo sabendo
Que vamos sofrer.
Já de início temos
Que sofrer
Pra viver.
Por que existe algo em vez de nada? Minha resposta a essa pergunta é que há algo que sempre existiu, algo eterno, e esse ser eterno só pode ser Deus.
Além disso, proponho outras questões:
Será que a ordem pode vir da não ordem?será que a vida pode surgir da não vida? Será que a consciência pode vir da não consciência? Pode a racionalidade originar-se da não racionalidade?pode as emoções e sentimentos não vir das emoções e sentimentos?pode a ética e moral vir da não ética?
Creio ser impossível que essas coisas surjam de forma espontânea, sem provirem de algo já existente. Para mim, elas só podem ter vindo de Deus; por isso, acredito absolutamente em Sua existência."
Deixe-me ir
Foram tantas idas e voltas
que, quando de vez decidi ir embora,
você, com jeito doce, me impediu.
Com olhar triste e jeito manipulador,
me olhou e sorriu,
pedindo: fica.
Não vá embora,
não te farei mais feridas.
Confusa, triste e perdida,
caí nas palavras desse narcisista.
Hoje, confiante e decidida,
tento encerrar um ciclo
que não tem mais saída.
Me sinto acorrentada,
presa a algo que não me pertence,
e sempre a manipulação dele vence.
Consigo sair desse jogo
e ir em paz,
mas depois chega a notificação:
“oi sumida, nunca mais”.
Idiota e tola, retorno a mensagem
e retorno àquela feia e suja margem
de podridão.
Não quero mais ficar,
quero ser livre para poder amar,
e essas correntes que prendem
quero quebrar.
Por favor, deixe-me ir.
Quero viver e ser feliz,
mas esse narcisista quer tudo pra si.
Não satisfeito com minha decisão,
arranca fora o meu coração.
Hoje sou livre,
finalmente descanso em paz,
pois a minha alma ele não pode prender.
Só assim pra eu poder viver,
mesmo sem vida.
Não tenho mais alguém
que faça feridas.
Te pedir um “deixe-me ir”
e não um “me faça partir”.
Por: Maria Beatriz
"Uma vez eu pedi a Deus
que ele me desse a oportunidade
de ouvir a voz de um
ANJO,
e ele me apresentou a você."
O Calor que Vivifica
Logo que o verão se aproxima, o clima vai ficando cada vez mais quente, causando uma diferença tão notável que não passa despercebida; assim como uma mulher atraente, cuja beleza é divina e calorosa — um calor proveniente do seu íntimo, que transforma o ambiente, por mais simples que seja, em um paraíso
No lugar certo, o seu efeito é aprazível: o tempo esquenta e favorece o entusiasmo, em referência a uma arte fervorosa de belas curvas, que prontamente deixa o momento favorável para experiências maravilhosas, veementes feito um belo dia ensolarado — futuras memórias daqueles sentimentos correspondidos e acalorados
Representa, então, a estação da fogosidade, certamente incomparável, quando o sol aparenta ganhar ainda mais destaque, ficar mais poderoso, poeticamente, o fervor prazeroso de uma rica venustidade, a jovialidade intensa de uma nova paixão ou a renovação de uma já existente que estava adormecida. Dessarte, bem-vindo, verão.
Meus dedos deslizaram por minhas têmporas, cada vez mais firmes, tentando arrancar as vísceras de meus medos e dilacerar meus sentimentos. Ouso afagar meus próprios cabelos enquanto minhas unhas abrem feixes avermelhados sob meu crânio, o vomito do amor acalorado que escoa sob minha mente como lava em um vulcão em erupção.
Os magnas do vulcão, como pequenos pensamentos escapulindo por entre meu suspirar me leva a suar novamente, misturando o almiscarado da minha pele em gotas de horror. O calor do contato, antes revigorante e confortável, agora é uma tragedia inevitável e sufocante.
E no entanto, quanto mais afundo em mim, mais percebo que não há núcleo sólido — apenas camadas e camadas de calor e ruído, como se minha própria existência fosse uma erupção contínua, incapaz de cessar. Meus pensamentos não são mais meus; eles borbulham, espirram, queimam, deixando cicatrizes invisíveis que latejam sob a superfície da pele.
Minhas mãos tremulas e conflitantes, observam o terror sangrento de minha própria epiderme escorrendo sob meu ser, meu interior se misturando com o exterior de maneira selvagem e descontrolada. O carmesim tinta meu anelar e me lembra do compromisso autodestrutivo que possuo comigo mesma. Condenada a se autodestruir em busca de algum alivio, caçando motivos para agir contra mim, em busca de algo único para definir meu ser; mas, procurando definição, somente encontrei a destruição.
Olá!
Quando tiver de amar, ame como se fosse a última vez.
Quando tiver de gostar, goste como se fosse a última vez.
Quando tiver de fazer..., faça como se fosse a última vez.
Porquê de fato, um dia será a última vez e você não saberá.
Te amo! 🥰
Entrelaça a tua mão na minha
Mais uma vez
Se ao meu lado
Tu se sente tão segura e bem
Repousa em mim
Vive em mim
Passa outra noite aqui
Aqueça esse peito
Que só bate assim por ti...
