Poemas de primeira vez que te Vir
Chorei a ultima taça da ultima vez que de tão romântico fincou raízes no meu coração;
Não irei voar a beira do meu precipício mesmo que seja do meu princípio, pois minhas asas ainda não estão secas;
Provérbio da vez: A maior virtude de um homem além da gentileza é amar com a consciência para que o coração não padeça com seus próprios sofrimentos;
Significante é a minha vida que por sua vez me faz lúcido aos momentos que mudam a todo instante;
Mesmo que eu programe minha vida, a rotina que me move se perde entre os anseios aconchegando-se com o medo;
Não tenho preocupações com problemas lineares que quase não percebo fazendo-me ser cada vez mais solido;
Com toda certeza me preocupo com quem me gosta com infinidades e não me frustram por qual quer besteira;
Tentaram me derrabar muitas vezes, mas contudo ainda estou de pé para cada vez mais eu superar as dificuldades que nascem pelas invejas que postam em meu caminho;
Perante as minhas dificuldades em vez de lamentar eu prefiro tentar quantas vezes forem necessárias;
Às vezes conto os meus segundos para te ver outra vez e testemunhar o teu sorriso que tanto me faz bem;
Pois os seus olhos me dizem que não são todos iguais, que me fazem feliz guardando-me em cada gesto e cumplicidade;
Acredito pelo menos uma vez que a simplicidade supere a ostentação, fazendo que a honestidade seja mais importante para a consciência;
Eu fui amando cada vez mais os meus amigos para que se mova alguma coisa ao meu redor e que marque minha memória das lembranças deles;
Enlouquecer a razão é inevitável de vez em quando... E amar ensandecidamente é necessidade do corpo e do coração;
Dignidade nunca consistiu em não cair em seu caminho, mas cada vez que cair se levantar cada vez mais forte para provar a si mesmo que não é fácil me derrubar;
Disseram uma vez: “Que seja eterno enquanto dure!”;
Dizem hoje em dia: “Que seja eterna a estabilidade financeira!”...
Não queira despedaçar-me para detalhar amores passados de minha vida
Em vez disso, seja o meu complemento no qual, dê-me exagero de sentimentos;
Errar uma vez é compreensivo e cria experiência, continuar errando no mesmo erro aí se torna demência!
