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Poemas de primeira vez que te Vir

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Apenas à dos mestres-escola se iguala a ignorância dos que aqui na terra têm a jactância de haver dito uma palavra que outros antes não disseram.

O que se qualifica em alguns homens como firmeza de carácter não é ordinariamente senão emperramento de opinião, incapacidade de progresso, ou imutabilidade da ignorância.

Há homens que parecem grandes no horizonte da vida privada e pequenos no meridiano da vida pública.

Ninguém resiste à lisonja sendo administrada, oportunamente, com a perícia e destreza de um hábil adulador.

Nenhum homem é tão bom como o seu partido o apregoa, nem tão mau como o contrário o representa.

No mundo apenas há duas classes de homens: os que têm e os que ganham. Os primeiros deitam-se, os outros agitam-se.

O maior ladrão não é o que rouba por nada ter, mas o que tendo dá morte, para roubar mais.

Os homens poderiam parecer-nos mais justos ou menos injustos, se não exigíssemos deles mais do que podem ou devem dar-nos.

A opinião pública é sujeita à moda, e tem ordinariamente a mesma consistência e duração que as modas.

Quando não se sabe entreter-se e divertir-se a si mesmo, quer-se entreter e divertir os outros.

Descontentes de tudo, só nos contentamos com o nosso próprio juízo, por mais limitado que seja.

Qualquer Francês deseja beneficiar de um ou mais privilégios. É a sua maneira de afirmar a sua paixão pela igualdade.

Não se reconhece tanto a ignorância dos homens no que confessam ignorar, como no que blasonam de saber melhor.

Sucede aos homens como às substâncias materiais, as mais leves e menos densas ocupam sempre os lugares superiores.

Os privilégios devem ser para o Senado, competindo aos senadores o simples respeito.

Ambos se enganam, o velho quando louva somente o passado, o moço quando só admira o presente.

Aqueles que se aplicam muito minuciosamente a coisas pequenas, frequentemente tornam-se incapazes de coisas grandes.

Não há coisa tão fácil como dar conselho, nem mais difícil do que sabê-lo dar.

O avarento, por um mau cálculo, sofre de presente os males que receia no futuro.

Em casa mais uma vez estou,
criando poemas falando de "amor"
coisa que eu só consigo escrever
Porque falar, ninguém vai me entender,
não gosto de chorar, mais tem hora que
não da pra evitar.
Sinto saudades de como era antes,
ficar descalço já não é tão importante,
ver a minha mãe já não é o bastante,
ficar com ela, já até fico confiante..