Poemas de Pessoas Apaixonadas

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Não é o corre corre,
que afasta as pessoas,
É o pouco tempo,
E a muita desculpa.

Talvez esteja na hr de parar de estar tão disponível para as outras pessoas e comece a estar mais disponível a vc...
Por que a busca constante de tentar contentar a todos as vezes vc não pode estar contentado a sí próprio
(pense mais em si próprio).⁠

Há pessoas que chegam fazendo barulho. Outras vão ocupando espaço em silêncio, até que, um dia, a ausência delas faz mais barulho do que qualquer despedida.
Você me disse que nunca encontrou uma linha minha. Por um instante, eu também procurei. Não porque elas existissem escondidas, mas porque percebi que nunca as havia escrito.
Talvez eu tenha cometido o erro de acreditar que o tempo sempre nos daria mais tempo: mais uma conversa, mais uma oportunidade, mais um passo. Enquanto eu acreditava nisso, os dias seguiram. E, quando percebi, você e o tempo já haviam escolhido por nós.
Engraçado... Passei anos sem escrever. As palavras voltaram justamente quando você foi embora. Não porque a sua ausência valha mais do que a sua presença, mas porque algumas perdas obrigam o coração a dizer aquilo que o silêncio nunca teve coragem.
Você nunca foi falta de inspiração. Pelo contrário. Você foi a calma que me fez acreditar que sempre existiria um amanhã para recomeçar sorrindo.
Hoje eu entendo que, às vezes, o amanhã acaba. E, com ele, também vai o amor e as palavras que nunca foram ditas.
Se um dia alguém encontrar estas linhas, talvez pense que elas nasceram da saudade.
Mas elas nasceram do atraso.
Porque há sentimentos que chegam no tempo certo.
E há palavras que chegam quando já não se podem mudar mais nada.
Te amo...

A como eu queria que meu país fosse governado por pessoas dignas, que desse dignidade ao seu povo, onde as pessoas não fossem escravas de uma democracia fajuta, onde os partidos políticos fossem criados e seus criadores visassem de fato a busca por melhorias para seu povo e não como forma de manutenção no poder dos caciques que os criam e os utilizam em benefícios próprios, muitos viram partidos de aluguel.

A como eu queria que meu País fosse respeitado por outras Nações, como o País do bom exemplo, onde a arrecadação com impostos e taxas retiradas do povo voltasse para o povo como forma de serviço de qualidade.

A como eu queria que comida na mesa não fosse coisa de luxo só pra elite, mas que fosse repartida de igual modo para as pessoas e que não precisássemos viver com as migalhas sociais que o governo nos dá de acordo com sua conveniência, e olham só, chegam no poder através do povo e acham que estão nos fazendo favor .

Ou mudamos nosso jeito de pensar e agir, ou, continuaremos escravos dessa ditadura branca que domina nosso país nas três esferas(Nacional, Estaduais e Municipais)

⁠23/01

Desconfie das pessoas
que se dizem perfeitas
porque são ela que são
capazes de inundar
o mundo de problemas,
Prefira sempre não cultivar
o contato para não ter dilemas.

Seja melhor para as pessoas
do que elas são capazes de oferecer
e nunca espere que as pessoas
te tratem melhor do que você
é capaz de tratá-las.
Quando houver esta atitude em ti
e não houver este tipo de expectativa
social, a sua paz interior
passará a ser inquebrantável.

S⁠ONHAR
Sonhar, as pessoas de hoje, não sonham mais, pois a mente, está tão ocupada, com pré-conceitos e soberba, que o sonho não tem lugar pra viver, a mente vagueia na sombra da violência contra a essência da vida. Sonhar é permitir conhecer a realidade da vida: que nada somos, que nada temos, que nada dura para sempre, que tudo é ilusão. Então permita sonhar dormindo ou acordado, daqui, nada carregará, para outra vida. Não permita, que outras pessoas, interrompa seus sonhos, .... viva todos Eles.
Natalirdes Botelho

Quinta-feira, dia 27/08/2020
Reike, para mais de 40 pessoas .... Reike enviado, com Amor, Alegria, Dedicação e Luz, Energia Vital Curadora, para todos, que tiveram, a intenção de receber e compartilhar, com seus familiares, amigos e amores.
•Só podemos dar o que temos em nós.
•Só recebemos o que merecemos.
Então trabalhemos, para recebermos e compartilharmos mais e mais Luz, Paz cura e libertação .
Fica a dica.
Natalirdes Botelho

Em 2025, digo e repito:


- Nem Machismo nem Feminismo, e sim pessoas afetivamente educadas para conviver em sociedade e com preparo para assumir os seus relacionamentos amorosos. Rejeito veementemente a
fazer parte da "Guerra dos Sexos", porque essa guerra não levou ninguém a lugar nenhum.

As pessoas esqueceram que as transições democráticas na América Latina foram negociadas na época com os próprios EUA para serem lentas e graduais, visando consolidar Estados fortes. Apesar das falhas, isso garantiu uma cultura de paz por muito tempo.


​No caso da Venezuela, uma transição 'a fórceps' não trará o paraíso esperado. Não saberão lidar com os 'coletivos' (herança de Fidel e Chávez) e a história ensina: intervenção militar unilateral não resolve conflitos, só agravam as crises humanitárias. Falam em 'retorno' da democracia, mas a verdade é que a Venezuela nunca viveu sequer 50 anos de uma democracia estável.


​A crise é muito mais profunda. Ela só poderá ser resolvida com oportunidades que incluam uma grande reconciliação nacional e a integração dos coletivos.


Condenar o regime do Maduro sempre condenei, durante anos escrevi um poemário extenso que registra inúmeras prisões políticas de presos políticos civis e militares.


Mas mesmo com tudo o que sabemos, os princípios de Direito Internacional não podem ser violados e a comunidade internacional reagir de forma irracional ou letárgica, porque se a crise humanitária transbordar ou ocorrer uma escalada ali ou em qualquer outro país do continente,
os EUA não pagarão a conta para nenhum país.


...

Procuro-te entre as pessoas,


embora resista a ser vista,


Ainda bem que é Carnaval,


e tudo termina em fantasia;


Porque no fundo sei que


aqui você não se encontra,


no meio da noite escura ---


Brindada com gotas de cristal


transformadas em prata pura


pela luz da iluminação pública,


a chuva cai solene nesta rua


misteriosa que é o silêncio,


Que me guiará para ser sua


pelo caminho da paciência


e da mais amorosa ternura,


Entre nós tudo continua


acontecendo mesmo cientes


que o melhor sequer


ainda nem mesmo começou,


Desde o dia em que nos conhecemos


o mundo nunca mais nos tocou.

⁠Uma das coisas mais pavorosas num mundo habitado por mais de 8 bilhões de pessoas é tropeçar numa que ainda acredita ser dona da única opinião legítima.


Não pelo incômodo da discordância — essa, quando honesta, é o que ainda sustenta qualquer possibilidade de convivência minimamente civilizada —, mas pela recusa absoluta em admitir que o mundo é muito maior do que o próprio ponto de vista.


Há algo de profundamente inquietante em quem transforma convicção em dogma e experiência pessoal em medida universal.


A pluralidade humana não é um detalhe estatístico; é a condição fundamental da nossa existência coletiva.


Cada indivíduo é atravessado por histórias, dores, referências e limites que não cabem em fórmulas únicas.


Ainda assim, há quem caminhe como se tivesse decifrado o enigma completo da realidade, reduzindo o outro a erro, ignorância ou má-fé.


Esse tipo de postura não nasce apenas da arrogância — embora ela esteja quase sempre presente.


Muitas vezes, brota do medo…


O medo de reconhecer a complexidade, de lidar com a incerteza, de aceitar que talvez não haja respostas definitivas para tudo.


É mais confortável erguer certezas inabaláveis do que navegar em um mar de ambiguidades.


O problema é que, ao fazer isso, não se empobrece apenas o debate; empobrece-se a própria experiência de viver.


Porque viver, no sentido mais pleno, exige abertura.


Exige o desconforto de ouvir, a coragem de rever, a humildade de não saber.


Aquele que se crê dono da única opinião legítima não apenas fecha portas para o outro — fecha também as janelas por onde poderia enxergar novos horizontes.


E, no fim, acaba encarcerado num mundo pequeno e insignificante demais para a vastidão que insiste em negar.

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…


De tanto morrer a prestação.


Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.


A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…


E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.


Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.


Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.

Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.


Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.


Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…


Ou até na seara Religiosa.


Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.


Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.


E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.


Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.


Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.


Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.


Foi-se o tempo das vocações…


Elas ainda existem, é verdade!


Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.


Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.


Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.


Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.


E, infelizmente, para pior.


Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.


Só temo pela molecada…


E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!


Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.


Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.

⁠As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.


Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.


Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.


Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.


Mas a sensibilidade exige pausa.


Exige escuta.


Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.


Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.


Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.


E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.


Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.


Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.


E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.

Há pessoas que se rotulam: sou assim e ponto final!
Quem o convenceu de que é assim? De que tem de ser assim?
Quem o persuadiu de que esse seu comportamento é fruto de sua origem? Que está em seu DNA não conseguir o outro respeitar?
Quem o levou a acreditar que é incapaz de amar?
E você está convicto disso, não é?
Você está con... vencido... vencido!
E agora está triste, profundamente triste...
percebeu que foi enganado - no fundo, na superfície, em qualquer lugar de você, percebeu que há um ser amado -
percebeu que só quer amar e ser amado, respeitar e ser respeitado...
Ah! Rótulo é coisa de mercadoria, medicamento, refrigerante.... (o dicionário garante)
...e ponto final!

Das pessoas


Acabei de ler "100% dos clientes são pessoas. 100% dos funcionários são pessoas. Se você não entender as pessoas, não entenderá os negócios" (Simon Sinek).
Pessoas são complexas... você sabe disso, né? Se sabe, vai colocá-las em pé de igualdade com você, vai respeitar os sentimentos, os pontos-de-vista alheios... vai entender 'certas' ações que não seriam as suas próprias... vai ser mais compreensível com o outro... com as pessoas.
Pessoas são complexas... eu sei que você sabe disso. Então, você vai deixar seu ego um pouquinho de lado um poucão de vezes... e vai... ah vai... tratar o outro como gostaria de ser tratado... e esse é um exercício diário, my friend... ah é!
Pessoas são seres emocionais, você sabe disso, né? Se sabe vai entender momentos de mau-humor, de silêncio, de falar demais, de entender de menos... e vai relevar mais... ah vai.
Pessoas são seres emocionais... eu sei que você sabe disso. Então, você vai tentar entender as pessoas antes de qualquer coisa... vai amar mais, vai julgar menos... ah! e vai começar por você, afinal você é uma pessoa e, se você não se entender, estará fadado ao fracasso... mais dia... ou menos dia. Pode crer ;)!


Rosangela Calza

Da motivação


Motivação – “Motivação é um impulso que faz com que as pessoas ajam para atingir seus objetivos [...] Motivação é o que faz com que os indivíduos deem o melhor de si, façam o possível para conquistar o que almejam” .
Em tempos de pandemia (Covid – 2020), a falta de motivação em um grande número de pessoas tem aumentado consideravelmente.
É difícil falar de motivação em tempos assim... como falar desse tema se parece que o mundo está se esvaindo dia a dia? Tudo está tão indefinido... como, então, ter objetivos se o que temos é nebulosidade total? Como planejar para sair em busca de algo se não sabemos nem quando poderemos sair de casa sem o medo do vírus?
Entende-se perfeitamente que as pessoas estejam tristes, assustadas, desmotivadas...
Mas, vamos lá! A vida continua... e pode ser que na próxima curva venha a solução para o que nos assola neste momento... e como temos de seguir procuremos seguir da melhor maneira possível os dias que se apresentam.
Um dia de cada vez – eis uma forma de seguir em paz e com serenidade.
Viva com atenção o seu presente... organize seu dia... planeje o seu dia (nada além de um único dia)... tenha uma agenda de atividades diárias e cumpra-as, valorizando o momento e o que está sendo feito... você sabia que o passado e o futuro são ilusões, não sabia?
Pois é... Tinha razão Dalai Lama ao dizer “Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver”.
Vamos viver o hoje, ou melhor, o AGORA!


Rosangela Calza

Do não que já se tem


A maioria das pessoas não está preparada para receber um 'não'. Mas, se elas se dessem conta de que o não elas já têm... perderiam o medo. Se já o têm, não há como ganhá-lo.
Então, se não fizerem nadinha de nada, o máximo que pode acontecer é permanecer no não. Que já é terreno conhecido, é zona de conforto.
Com você é assim também? Não consegue administrar os 'nãos'?
Então, acostume-se, sua vida estará repleta de 'nãos' – é tudo o que você já tem.
Agora, arrisque-se... o mínimo que pode acontecer é você permanecer no não.
O mínimo...


Rosangela Calza

As pessoas esquecem o quanto você foi importante para elas.


Esquecem das mãos que as levantaram quando ninguém mais estendeu as suas.
Esquecem das noites em que você permaneceu, enquanto tantos foram embora.
Esquecem dos conselhos, do cuidado, das renúncias e da presença.


A memória, muitas vezes, guarda o que machuca e apaga quem ajudou a curar.


Mas isso não diminui o valor do que você fez.


Quem age com verdade não precisa viver do reconhecimento alheio. O bem continua existindo, mesmo quando ninguém o enxerga. E quem esquece a importância de alguém revela mais sobre si do que sobre o valor de quem foi esquecido.


Nem toda ausência de reconhecimento significa falta de importância.
Às vezes, é apenas a incapacidade de algumas pessoas de reconhecer e honrar quem um dia foi essencial em suas vidas.