Poemas de Perdoar o Amor

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⁠Para vocês, uma de minhas poesias mais premiadas até hoje:
A procura de um amor – Ricardo Souto – Direitos de Autor

Procuro um amor neste momento de solidão
Especial, um alguém que tome meu coração
Efetivamente não precisa ser perfeito
Porém deve ser amor que adentre o peito

Quero um amor sincero, puro e verdadeiro
Apto a tocar minha alma e meu corpo inteiro
Que me faça sorrir logo todo dia ao despertar
Que faça feliz nas lindas noites de luar

Amanhã, quiçá depois, sei que irei encontrar
A pessoa certa, para quem nasci para amar
E num dia ensolarado, encontrarei a bela flor
Com sua magia, a luz, o meu mais íntegro amor

Será uma paixão arrebatadora e cristalina
Que trará a felicidade com um olhar que fascina
Procuro um amor que cuide de mim, afetuoso
Que jamais machuque ou seja algo doloroso

Busco um amor comum, até mesmo inocente
Mas que sinta por mim um fogo ardente
Alguém para quem possa compor uma canção
Cuja melodia seja o amor e que retrate a paixão

Procuro um amor que lembre de mim
Em pequenos momentos num dia sem fim
Todo instante, toda hora, me veja no olhar
Perceba meu corpo pronto a lhe amar

Que ao falar compreenda as minhas razões
Que nossa vida seja de intensas emoções
Busco uma mulher que me ame como sou
Com defeitos, qualidades e um intenso amor

Que sorria pelo simples fato de me ver
Que corra ao meu encontro nos dias que chover
Procuro um amor que não tenha segredos
Que nossa vida seja um livro aberto de desejos

Que jamais me cause dor ou me faça sofrer
Que seja a mais doce mulher enquanto eu viver
Sim, um amor arrebatador que sempre me ama
Em todos os momentos da vida, não só na cama

Buscarei por esse amor todos os majestosos dias
Assim o farei com toda luz e a mais intensa magia
Encontrarei um amor que não me faça chorar
Que simplesmente me ame e que eu possa amar

Inserida por RicardoSouto1

⁠Aqui te escrevo para que lembre
Que te passo meu amor através desse correio
E te lembrar que o importante nunca foi o meio
Mas não deixar te esquecer que te amarei pra sempre

Este sendo meu primeiro poema ou não
Tu sempre será a o motivo e razão
Dentro do meu peito por ti bate meu coração
No ritmo lindo de uma linda canção

Em minha mente tu desperta criatividade
Em meu mundo você provoca vontade
Em esta vida te prometo cuidado
Te darei felicidade por estar ao meu lado

Sua voz doce me gera paz
A relação linda contigo me satisfaz
Estar contigo leva para longe tudo de ruim
Um amor tão lindo como esse não tem fim

Inserida por moisesvargas

Não sei como processar isso.

O ato de beijar usa 34 músculos faciais e 112 posteriores (ou posturais).

Só porque adotei uma abordagem pragmática da situação não quer dizer que eu não me preocupe.

"Tudo acontece por uma razão" é uma reação clara da mente fraca ante a esmagadora complexidade do Universo.

A vida nos ensina tudo, dizer que ama, perdoar, pedir perdão, dizer que sente falta, que precisa, de ser amigo,
mas o tempo passa rápido. E só vamos lembrar disso diante de um caixão quando não há mais tempo.

Inserida por sergiocancioneiro

Perdoar é para quem tem sensibilidade no coração, não importa o erro e nem de quem.

Inserida por sergiocancioneiro

⁠Poço até lhe perdoar muito fácil, o difícil é a recuperação da minha confiança!

Inserida por OrlandoNeves

⁠Quem escreve poemas de amor carrega sua letra com um teor profundamente amargurado.

Inserida por Pensamentosempre

⁠sabe oque é pior ? É saber que todo aquele amor e consideração foram trocados por ódio e rancor por conta de mentiras criadas por pessoas que nem se quer sabem seu sobrenome.

Inserida por Angeloryann2

Quando casualmente a adulação não consegue o seu fim, a culpa não é dela, é do adulador.

Aproveita muito subir aos maiores empregos do Estado, para nos desenganarmos da sua vanglória e inanidade.

É por vezes mais fácil formar um partido do que ascender, pouco a pouco, à chefia de um outro já formado.

O primeiro sulco aberto na terra pelo homem selvagem foi o primeiro ato de civilização.

Os bens de que gozamos exercem sempre menos a nossa razão do que os males que sofremos.

Enganamo-nos ordinariamente sobre a intensidade dos bens que esperamos, como sobre a violência dos males que tememos.

A ignorância tem os seus bens privativos, como a sabedoria os seus males peculiares.

Desesperar na desgraça é desconhecer que os males confinam com os bens, e que se alternam ou se transformam.

O saber é riqueza, mas de qualidade tal que a podemos dissipar e desbaratar sem nunca empobrecermos.

Os erros circulam entre os homens como as moedas de cobre, as verdades como os dobrões de ouro.

Quando sentimos que não há razão para sermos estimados, estamos à beira de lhe ter ódio.

A tirania não é menos arriscada para o opressor, do que penosa para o oprimido.