Poemas de Perdoar o Amor

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a vida é o espaço-tempo entre a dor e a alegria.
dias ruins, como lição;
dias bons, como glória.

mas só é possível brindar a alegria plena
quando se conhece o valor
de vencer o sofrimento.

afinal, contemplar o amanhecer
é a beleza que nasce da escuridão.

Deite-se embaixo de um céu estrelado.
Encare o seu passado
como encara as estrelas:

algumas já se foram,
a luz antiga
insiste em chegar.

Tudo o que você fez até aqui
tem seu brilho próprio.
E ainda assim,
há sempre uma chance de recomeçar.

Não se permita cair
na escuridão dos arrependimentos.

Há astros mais intensos.
Há outros sóis.

Seremos todos eles.

os olhos mantêm a alma esperançosa
estes fazem-na enxergar motivos na Terra
para se contentar
e não querer fugir do plano físico

muito mais que ser apenas um sopro vagante pelo mundo,
é melhor ter um corpo
para tocar, sentir e ser

⁠Café amigo-
Um café pra escrever,
escrever pra esquecer,
esquecer essas angústias
que pesam no peito
como chuva em telhado velho.


Por isso tomo café pra despertar,
despertar essa tal de alegria
que todo mundo fala,
mas que às vezes me esquece.


Mas que alegria?
Se sou só um poeta
que não aprendeu a amar,
que tropeça nas lembranças
e se esconde nas palavras.


Escrevo e esqueço,
o café só acompanha,
feito amigo calado
numa madrugada qualquer.


Escrevo pra me manter de pé,
pra dar sentido à dor
que o mundo finge que não vê.
E o café, esse velho cúmplice,
me aquece o vazio
que ficou de você.

Minha mente nunca esteve vazia.
Nem por isso, deixou de ser a
OFICINA DO DIABO.

Na enunciação, o sujeito sempre entrega mais do que pretende;
a máscara verbal, por vezes,
revela a anatomia íntima
de quem fala.

Formulações elegantes, pensamentos rarefeitos:
eis o velho luxo da retórica
quando o conceito se ausenta.

A semântica é um
território de disputa;
quem nomeia, organiza o mundo
e, em certa medida,
administra a realidade.

A sintaxe dispõe as palavras,
mas também disciplina
o fluxo do pensamento
e distribui o lugar de cada sentido.

A eloquência encanta;
a precisão sustenta.
Uma seduz a superfície,
a outra responde pela espessura.

A concisão
é uma forma
superior de autoridade:

cortar exige critério,
e critério pressupõe visão.

A cadência governa
o tempo do dizer;
quem controla o ritmo,
orienta a escuta e conduz a adesão.

A retórica pode erguer uma liberdade verbal ou refiná-la em
instrumento de domesticação;

tudo depende
da ética de quem a maneja.

A estilística
é a pele intelectual do sujeito,
o modo singular como uma consciência aprende a habitar
a linguagem.

A hegemonia
atinge seu auge quando
o dominado internaliza o desejo de repetir a lógica que o limita.

A agência emerge no instante em que a existência abandona
o papel de efeito
e ensaia autoria no mundo.

A vitalidade se manifesta como permanência lúcida:
uma recusa silenciosa em ceder
à erosão do sentido.

⁠Hoje, qual a menor ação que me aproxima do que quero?
- Eu sou capaz de transformar o pensamento em gesto.
- Minha mente é clara e meu coração é forte.
- Hoje caminho com coragem e serenidade.
- Cada passo meu cria novos caminhos.
- A vida floresce quando eu ajo.
- A sabedoria que carrego se torna movimento.
- Minhas ideias encontram forma no mundo.

Onde minha voz deseja florescer hoje?


• Minha voz encontra espaço no mundo.
• Minhas palavras carregam sabedoria e presença.
• Minha fala constrói pontes entre pessoas.
• Minha palavra nasce do centro do meu ser.
• Minha expressão inspira quem me escuta.
• Minha palavra ilumina caminhos.
• Minhas ideias caminham com dignidade.

Que alegria pode nascer dentro de mim hoje?


• A alegria floresce dentro de mim.
• O meu coração reconhece a beleza da vida.
• Cada instante guarda um presente.
• O meu espírito caminha com leveza.
• A minha presença espalha luz.
• O meu sorriso abre caminhos.
• Eu celebro a existência que pulsa em mim.