Poemas de Perdoar o Amor

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a tatuagem é
minha segunda pele
minha alma segunda
meu ser fecundo
de amor e paixão
ela me representa
e não se ausenta
se a cubro até o chão
ela somente foi encoberta
e descoberta pelo meu Criador
ela diz muito sobre mim
sobretudo a minha flor
que cultivo no jardim da vida
da minh'alma florida
do meu espírito sem cor
fruto do meu íntimo,
do meu acanhado interior
entre agulhadas e espinhos
só quem tem sabe a dor
mas o prazer de tê-las comigo
é muito compensador
eu me torno mais visível
o meu jeito mais plausível
e demonstra a mulher incrível que sou!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

minha página (em branco) da vida
que agora está sendo
neste exato momento
preenchida com amor e poesia
e o final do livro
da minha autobiografia
voce poderá ler e conferir
quando o Alto, me chamar
quando anjo, eu virar
quando que nem estrela ,eu brilhar
quando a caminhada, cessar
qdo a encarnação, findar
quando terra sobre mim, atirar
quando flores no meu túmulo, alguém plantar
quando a saudade, ficar
quando ninguém mais, se importar
quando a curiosidade, atacar
quando a minha falta, voce chorar
quando a minha história, te interessar
quando a lembrança, ajudar
quando a minha vida, pro lado de lá
simplesmente passar!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

baseando-me nos dados do amor
hoje falarei do amor
em sua forma mais sublime
única e natural
que é a existencial
porque onde há amor
há Deus
e nada e em parte alguma
vos faltará alguma coisa
sua vida já está preenchida
com tudo o que necessita
de maneira simples
e sofisticada
de modo alegre
e feliz
cheio de paz e luz
cheio de amor pra dar
porque voce transborda
e exala amor
por onde passar!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

⁠AMOR VERSUS AMOR
Olhei teu rosto e então eu vi!
E te confesso — estremeci;
Me perturbei, me comovi.
O que de há muito eu carecia
Ali floria, tão patente,
Tão nítido, tão eloquente
Que eu temia ficar demente
Se não fosse vero o que eu via!
Se fossem palavras apenas,
Alguns gestos, algumas cenas
A traduzir ideias plenas,
Tranquilo eu podia ficar.
Pois palavras no ar se apagam;
Gestos. . . se diluem, se vagam;
E cenas. . . somente propagam
O que é simples, preliminar.
Mas o mais puro, o mais profundo,
O amor que aspira neste mundo,
Ali no teu rosto rotundo
Se espelhava, em todo esplendor.
Teus olhos, nos meus cravejados,
Lançavam apelos velados;
Rogavam que fossem amados
Com igual parcela de amor!

Inserida por SaulMariano

⁠TEM QUE SER ASSIM?
já cansei!
já cansei!
Quanto custa o amor? Onde comprar?
Em que mercado o posso encontrar?
Se não, quem pode, pra mim, fabricar?
Já cansei de investigar. . .
Em que loja posso achar um querer?
Quem pode, por caridade, vender
Tal virtude, tal bem, esse prazer?
Já cansei de buscá-lo. . .
E alegria? Como hei de conseguir?
Que arquiteto há de, dela, me cobrir?
Que feitiço fá-la sempre sumir?
Já cansei de almejá-la. . .
Quem pode, a paz, ao meu peito transpor?
Que súplicas devo orar, por favor?
Que preço pagar e granjear amor?
Já cansei de pesquisar. . . já cansei!
Amor, querer, alegria e paz;
Meios de consumo que não têm mais.
Jóias raras -- saíram de cartaz!
Já cansei de procurar...
já cansei!
já cansei!

Inserida por SaulMariano

⁠SE EU MORRESSE AMANHÃ
Quantas vezes alguém perece em vida
Sofrendo a angústia de um amor desfeito!
E muito embora a dor lhe aperte o peito,
Consola-se na lágrima vertida.
E cerra os olhos (lembrança sentida).
Rememora o passado, satisfeito
De carregar um coração estreito,
Porém saudoso da paixão perdida.
Por isso é que eu me enlaço na paixão.
Por isso é que eu creio na salvação
Da alma, pelo amor que se perdeu.
Porque quem vive sem paixão. . . não vive!
Quem a domina. . . só metade vive!
Quem por ela morre. . . ao menos viveu!

Inserida por SaulMariano

Diáfano

⁠Meu amor é tudo isso
E não carece devoção
Casmurro, teimoso, afincado,
Verdadeiro, honesto e alado,
À procura de afeição.

Mas tu não o recusaste,
Degenerando um sentimento.
Escolheste ser presente
E mais que ter, me fez atento

Divisou além do olhos,
Aproveitou o ensejo.
Compersão que nunca finda
De amores que nunca rimam
A tanger nossos desejos

Inserida por Poetizando

⁠Reencontro

Reencontro nessa vida
O que em outra foi criada
Um amor de corpo e alma
Uma história inacabada

Há razões motivos
Desse amor reencontrar
Que o passado interrompeu
E hoje estamos a nos amar

Um sentimento lindo
Invadiu meu coração
Concretizando finalmente
A nossa eterna união

Momentos bons
Sua voz ao meu ouvido
Transformando em êxtase
Profundamente meus sentidos

Hei de amar
Até a eternidade
Convivendo nessa vida
O que em outra foi saudade
Com a certeza desse amor
Reencontrei a felicidade

Inserida por DanielviniciusMoraes

⁠Despedidas

Na minha rua as casas foram se esvaziando;
Primeiro as vizinhas, depois a minha avó.
Não há mais prosas no hall,
Nem barquinhos nós dias de chuva...
O que existe mesmo é uma grade trancada -
que fecha o meu peito e a casa.

Inserida por taislaaraujo

⁠VIII

(...)
Toda essa angústia é uma noção de si e do seu tamanho no mundo.
Anime-se, meu amigo!
A desilusão faz a vida.

Inserida por taislaaraujo

⁠VII

(...)
Continue lendo os filósofos,
mas seja o seu.
Adorar uma teoria não te faz sê-la,
a realidade peculiar é outra, não se perca.
Conhecer a si, Augusto, é ter o mundo e seus segredos estendidos na palma da mão!

Inserida por taislaaraujo

O amor não é um sentimento: é uma decisão, um ato de vontade e um comprometimento existencial profundo. Os sentimentos variam, mas o amor permanece. Quem não compreendeu isso não chegou nem perto da maturidade.

O amor é a capacidade de descobrir no outro o que ele ainda não sabia que tinha.

Não existe boa intenção sem amor à verdade. A ilusão de boas intenções é uma das formas mais pérfidas de maldade. É a ternura do diabo.

O casal feliz que se reconhece no amor desafia o universo e o tempo; basta-se, realiza o absoluto.

Simone de Beauvoir
BEAUVOIR, S. O Segundo Sexo Vol 2: A Experiência Vivida, Difusão Européia do Livro, 1967

O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autossuficiência, a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora. Ele apazigua o meu peito com uma lista breve de prós e contras. Mas me dá escolhas. Eu me percebo transformada pelo que o amor tirou de mim por precisar de espaço amplo e bem cuidado para se instalar. O amor tira de mim a armadura, pois não consigo controlar a vulnerabilidade que vem com ele; tira também a intransigência. O amor me ensina a negociar os prazos, a superar etapas, a confiar nos fatos. O amor tira de mim a vontade de desistir com facilidade, de ir embora antes de sentir vontade, de abandonar sem saber por quê. E é por isso que o amor me assombra tanto quanto delicia. Porque não posso virar as costas pra uma mania quando ela vem de uma pessoa inteira. Porque eu não posso fingir que quero estar sozinha quando o meu ser transborda companhia. O amor me tira coisas que eu não gosto, coisas que eu talvez gostasse, mas me dá em dobro o que nunca tive: um namoramento por ele mesmo. O amor me tira aquilo que não serve mais e que me compunha antes. O amor tirou de mim tudo que era falta.

Desenhei então o interior da jiboia, a fim de que as pessoas grandes pudessem compreender. Elas têm sempre necessidade de explicações.

Amor supremo

Só queria ir embora sair dessa zona que me aprisiona, quem sabe ser livre e voar, quem sabe alivia essa dor

Tiro o pé do chão só pra me encontrar, sabe lá Deus está a me guiar, vivo errado, vivo em muitos passos,

A cada detalhe sem lugar pra pisar, vivo sem chão, mas voando em seu coração, a saltitar.

Inserida por gian_lafite


No derradeiro ato desta peça de amor dilacerado, sinto-me compelido a carregar o fardo de uma culpa que jamais foi minha, enquanto sou forçado a representar o papel do cruel nesta tragédia que nos consome.
Dançarei com as palavras que você não quer ouvir, lançando-as ao vento, pois sei que meus lamentos jamais alcançarão o abismo do seu coração partido, que insiste em culpar-me por males que não semeei e se iludir com a ideia de que me esquecer algum dia te trará a paz.
Você trouxe consigo as sombras do passado, e suas feridas, ainda abertas, encontraram em mim um leito para sangrar.
Culpe-me, e depois esconda-se atrás da máscara do orgulho, convencendo-se de que este foi o destino ideal, enquanto sufoca o amor que ainda teimo em oferecer.
Seguiremos ambos por caminhos destintos, até que chegue a velhice e a névoa da morte desçam sobre nós. Seremos levados pelo tempo, e o seu ego será dissipado pela brisa do esquecimento.
Não restará sequer uma sombra do que um dia foi o nosso amor.
Mas para onde irá o seu orgulho quando seus olhos se fecharem pela última vez?

Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação.