Poemas de Perdão

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Deus não está preso ao seu passado.
Ele já decidiu te oferecer perdão antes mesmo de você tentar consertar tudo.

Ainda dá tempo: perdão existe, salvação é real e Jesus está chamando você pelo nome.

Nenhum pecado é grande demais para o perdão de Deus, mas todo pecado é mortal sem arrependimento.

Mágoa prende o espírito enquanto que o perdão liberta…Portanto, liberte-se, tire do porão essa mala empoeirada (coração) e liberte esses sentimentos plangentes e retrógrados, pois o peso de carregá-los é que deixa tua alma pesada como pedra...

Sabe qual o problema de você não me perdoar no momento em que te peço perdão? É que quando você decidir me perdoar, provavelmente eu já terei novos pecados a serem também perdoados!

Sou alguém de perdão quase infinito, o que cria a imagem de fraqueza. Mas felizmente fui abençoado com a desistência. Desistir nem sempre é algo ruim. Desisto das pessoas após muito insistir, até que não sobra nada além de lembranças num pote.

Buscar a cura é ter coragem de enfrentar a dor mesmo depois do perdão, resgatando o amor-próprio, a paz e o autocuidado.

A revolução começa no dia em que você assina o decreto de perdão para si mesmo.

O perdão é a liberdade que a gente dá ao outro, e o presente que a gente se dá.

O perdão alheio é um presente, o perdão divino é uma promessa, o perdão a si mesmo é uma revolução.

A caridade mais essencial é aquela que oferecemos ao nosso próprio espírito ferido, é o perdão silencioso pelas escolhas que nos trouxeram à beira do precipício, é a decisão de não ser o carrasco da própria história, revivendo incessantemente o erro. O ato de ajudar o próximo deve ser um segredo guardado entre você e o invisível, assim como o seu renascimento precisa ser um pacto íntimo e sem alarde, onde o único testemunho necessário é a sua nova e inabalável paz.

O perdão que me salvo não passa pelo outro, passa por mim. Perdoar não limpa a história do outro, limpa a minha cama. Durmo mais leve e tenho sonhos menos invadidos. E quem perdoa por si mesmo descobre que a liberdade é doméstica. É um hábito que se cultiva, silencioso e cotidiano.

A raiva é punir a si mesmo pelo erro de outro. O perdão não é um presente para o outro, é a chave que liberta você da prisão do passado.

O perdão é a chave que solta o prisioneiro: você, o outro é apenas o carcereiro da sua própria mágoa.

O perdão não é um presente ao outro, é um ato de autodeterminação. É a martelada final que arrebenta as correntes do rancor, soltando o pesoque você, iludido, escolheu carregar.

O perdão próprio é um gesto de arquitetura: derrubo pilares, reconstruo paredes. Não é reconstrução imediata, é obra que avança com oficina aberta, com barro, paciência, e a presença de quem não teme lama. No fim, a casa fica mais simples, mas com janelas que deixam o sol entrar.

Às vezes o perdão é uma mesa posta para ninguém. A comida está lá, mas faltam mãos para compartilhar. Fico olhando o prato vazio e aprendo sobre abandono. Algumas refeições só alimentam a memória. E ainda assim a mesa insiste em ser hospital de esperanças.

O perdão que me salva é lento e sem lampejos. Ele se instala como casa simples, tijolo sobre tijolo. Não é espetáculo, nem notícia de jornal. É a rotina de admitir e soltar ao mesmo tempo. E aí a alma respira sem urgências.

O perdão que recebi veio em forma de silêncio acolhedor. Não foi espetáculo, não tinha plateia. Apenas alguém que me olhou sem juízo. Esse olhar me devolveu formas gentis. E eu reaprendi a ser humano com menos armadura.

O perdão que me proponho é lento, como cerâmica. Modela-se com mãos que não esmorecem. Algumas peças racham no forno e perdem a forma. Outras saem perfeitas, surpreendendo até o artesão. E percebo que imperfeição também é beleza.