Poemas de Paixão
Loucura revelada
Em seu olhar apaixonado
Sinto uma ponta de paixão,
Como um sopro de vida,
Que eterniza a ilusão
E ilumina a escuridão
Harmonizada pela canção
Que no coração fez morada!
E ao aquecer-me com amor,
renasço no seu ser sedutor
Em uma loucura revelada!
Se a sua paixão me afagasse meu caminho seria entendido e eu não seria apaixonado.
Minha escravidão foi consumada e eu não estou pronto para a escuridão ou para a falta de gosto.
por isso luto contra minha tristeza e desafeto alheio.
Parece que estou apaixonado, mas a paixão me causa medo mesmo que você seja meu porto seguro;
A paixão me assusta e deslumbra toda minha razão fazendo-me flutuar com esses sentimentos imensamente perfeitos;
Se eu dissesse que não estaria me enganado com um toque de absurdo, pois me encantei com sua voz suave e tão normal e que na perfeição não se faz casual;
Me vejo apaixonado por alguém com total merecimento e que retribui com tamanho sentimento;
A paixão que invadiu o meu ser não é nada convencional, pois é por uma pessoa amada que não se encontra próximo de mim;
Mas a distância nada é para quem tem sentimentos verdadeiros e com um coração alado abre as asas para ir ao encontro da sua vida;
Meus sentimentos estão no limite transbordando o meu querer despertando o meu desejo e crescendo por você;
Eu ando tão apaixonado que a minha paixão tem o fogo do juízo final que me faz tão complacente aos sentimentos direcionados;
Desejo o seu beijar para que eu tenha certeza de quê se faz doce a minha eternidade;
O seu querer é como um licor doce, porém forte ao meu ser;
Muitas das vezes você me fere, mas também me cura com suas carícias fazendo-me acostumar-se com o teu jeito que me conforta;
A minha paixão se apaixonou com sentimentos dilacerantes
dando-me a sensação de dependência, sensação de falta
que você me causa!
Paixão pela visão filosófica,
é sentimento que consome...
Por isso, esgota o apaixonado!
Enquanto que o amor,
gera toda energia vital!
A paixão surgiu da ilusão humana
De onde nasceu a falta de raciocinio
O homem apaixonado tende a ser louco, perde o Tridimensional da vida e passa a viver uma pirâmide que leva ao sem noção o "amor".
Certa vez, um distinto pedacinho do céu se apaixonou pela natureza, uma paixão tão intensa e poderosa que se transformou naturalmente em uma linda borboleta de um lindo azul escuro com algumas estrelas nas suas belas asas,
para que assim pudesse viver com ela, curtindo os seus encantos, voando livremente por toda parte, demonstrando um sentimento profundo, respeiando o seu espaço, demonstrando um sentimento profundo, dando a devida atenção aos detalhes,
E como reciprocidade, ela lhe trata com cuidado, faz de tudo para que se sinta em casa, valoriza essa paixão materializada, que tanto enriquece o seu mundo, todos os seus dias e todas as suas noites, o enriquecimento da sua alma, algo de fato apaixonante.
Este é apenas um conto criado pelo lado lúdico do meu imaginário a respeito de um momento único, rápido durante uma viagem, quando pude observar este belo ser, tranquilo sobre um tronco de uma árvore, entretanto, na minha imaginação e nestes versos, parece até que este conto foi de uma verdade.
A nossa razão torna-nos por vezes tão infelizes como as nossas paixões; e pode dizer-se do homem, quando isso acontece com ele, que é um doente envenenado pelo próprio médico.
O que definitivamente não dá certo, ao menos para mim, é se apaixonar. Agora, que graça tem fazer qualquer coisa da vida sem estar apaixonada? Ô vidinha filha da p***.
Ame, apaixone-se, erre, erre quantas vezes forem necessárias.. Sorria, brinque. chore, beije, morra de amor, sinta, sonhe, cante, grite, viva... O fim nem sempre é o final, a vida nem sempre é real, a roda nem sempre é gigante, o passado nem sempre passou, o presente nem sempre ficou, o hoje nem sempre é agora. O tempo... o tempo não pára ! Se for para esquentar, que seja com o sol, se for para enganar que seja o estomago, se for para chorar que se chore de alegria, se for para mentir que seja a idade, se for para roubar que se roube um beijo, se for para perder, que seja o medo, se for para cair, que seja na gandaia, se existir guerra, que seja de travesseiros, se existir fome, que seja de amor, se for para ser feliz que seja o tempo todoooo ..
Não sei se estou perto ou longe demais, se peguei o rumo certo ou errado. Sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente. Já não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E, mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria, saber que já não sou o mesmo de ontem me faz perceber que valeu a pena ...
Fico bêbada de sono. Sou viciada em chocolate. Sou apaixonada por sorrisos, por pessoas. Sinto saudades de coisas que não vivi. Choro de tanto rir. Me mato de tanta curiosidade. Abandono coisas ruins. Mudo só se for para melhor. Cuido do que amo. Tomo banho de chuva. Faço shows durante o banho. Planejo conversas que nunca serão ditas. Me imagino em filmes. Imagino situações que me trazem facilmente um belo sorriso no rosto. Sou indecisa e determinada. Estranho, não é? Vivo me contradizendo… Mudo tantas coisas, menos o meu caráter. Mas quer saber de uma coisa? Eu sou feliz assim.
Eu juro que da próxima vez que nos vermos eu já estarei ótima e morta de paixão, mas não será por você novamente, eu juro!
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Nota: Trecho da crônica "A Morte Devagar", publicada por Martha Medeiros no dia 1 de novembro de 2000. Muitos vezes é equivocadamente atribuída a Pablo Neruda.
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