Poemas de Paixão
Porque ficar triste com a derrota, a perda d uma pessoa amada?... Sempre haverá uma nova foto para tirar.
Que os grilhões da alma se quebrem com as amarras da mente. Que o sopro do fogo acenda o vento da esperança. Que o amor seja todos nós, a fim da paixão não ser uma passageira solitária.
Gleydson Sampaio das Neves
– O que eu fiz de tão imperdoável?
– Você me fez desejá-la. Você fez com que eu me sentisse solitário, apaixonado. Você me fez desejar o que eu jurei que nunca precisaria, que nunca procuraria.
Já vi muitos culpados sendo inocentados ou passando a vida sem condenação por seus crimes, mas os que são culpados por abusos relativos ao amor, estes nunca escapam do flagelo.
Éramos ótimos como amigos, mas péssimos como casal. Nos amávamos como bichos, até que o nosso melhor sexo transformou nossa paixão em um sentimento estorvo.
"Quando eu te chamei pela primeira vez eu projeitei, imaginei, criei, inventei tantos sonhos e fantasias em minha cabeça, que hoje você arrancou sem dó alguma."
Ninguém me entendeu. Não quiseram me ouvir, me decifrar. Eu só queria viver. Viver um momento. Um encontro do EU. Dos EUs que há em mim. Precisava de um momento para navegar em mim, para me reconectar as nuances por mim vividas outrora, a minha essência. No fundo, emudeceu. Petrificou. Solidificou. Tento resgatar. Trazer a tona. Lapidar a rocha que se formou. Esculpir aquilo que quero, que desejo. Para isso, preciso olhar pro horizonte, pro céu, pro espelho. Olhar para algo que não tem fim. Acho que no espelho encontrarei os caminhos, lá verei um reflexo de um dos EUs que há em mim. Vi tantas coisas... vi o sepulcro. Quantas coisas eu sepultei contra minha própria vontade... quantos EUs abandonados eu pude vê. Alguns choravam a minha procura. Alguns choravam aos prantos por motivos que não caberiam aqui em uma linha. Deparei-me diante de um cemitério, do meu sepulcro. Tenho que exumar os meus EUs. Aqueles que eu matei por outrem. Aqueles que eu suicidei por motivos bobos. Olho no espelho novamente... agora vejo os EUs que, antes choravam, estão a sorrir para mim com aquele semblante de esperança, de saber que puderam me encontrar novamente, que eles terão uma segunda chance para serem quem sempre quiseram ser. Paro. Penso. Olho para um EU que está em um canto refletindo. Encontro-o. Vou ao seu encontro. Convido-o para sair dessa bolha. A bolha que o aprisionou. As cadeias mentais que o deixaram estagnado, parado, sem vida, sem cor. Sorri. Sorrimos. Nos demos as mãos. Nos abraçamos. Choramos. Fizemos as pazes. Nos reconciliamos. Foi tão lindo... a lágrima rolou. Desceu em cascata ao encontro do rio. Borrifou em mim o desejo de viver esse EU. A quimera. De ser esse EU. O EU que fui um dia. Encontrei-me. EU.
Confesso que muitas vezes detesto ser eu. É como ter no peito um artefato de explosivos pronto para destruir tudo a qualquer momento. E o controle do dispositivo que dará início a explosão não está comigo...
" Os juros que os povos pagam, são os caviares que os senhorios saboreiam, sem produzirem absolutamente nada...
O coração dói, dói de não saber, dói de querer doar e não poder, dói de te ver, e querer te ver mais um pouco e só ver o coração doer.
A gente se acostuma, mas não devia. Visto que o costume trás consigo a monotonia; perde-se o sorriso, o prazer e a alegria.
Quando se trata do amor, o melhor método de se acostumar a amar é desacostumar.
Voce pode entregar tudo que voce tem a deus ou ao diabo
Mais nunca entregue seu coração a uma mulher
"Nada pode estragar o nós,apenas nos mesmo se deixarmos de se importar um com o outro.Vou cuidar de você mesmo de longe .Proteger vc mesmo estando ausente.Vou te amar todos os dias como se fosse a última coisa a ser feita.Te olhar até vc perceber o brilho no meu olhar expressando o quanto sou apaixonada por vc..."
