Poemas de Morte
● Antes, o enfrentamento de ambas, morte e vida, não permitem fugas. É uma armadilha que supera as leis humanas, importando-se com a vaidade de levar o envelhecimento num ofício de percepções latentes nos esquecimentos dos túmulos. A importância dos vivos para os que morrem, é o fragmento do silêncio em pó. Sob a terra ou no sopro do fogo, nada foge, pouco é o abandono e intensa saudade. Distantes, o mármore gélido e o abraço, a chama e o vento, as rosas sobre o artifício da união, todo amor uma ambição de perseguir a vida.
O resto dos humanos é aproveitado pela terra no dia da sua morte, por isso, tudo o que o corpo possui não passa de vaidade.
Que me leve a morte na sua hora, mesmo que a noite não chegue, que me leve nas labaredas da sua melodia.
Sou o segredo na morte do meu coração, que sobre a reação do meu intelecto vivo escondido no sorriso celestial de um pequeno deus-humano que não sabe ser indiferente ao sofrimento do mundo.
A morte nos arrecada nas noites frias quando os nossos corpos sedentos de prazer apenas querem estar juntos do nosso amor.
O resto da nossa vida, muitas vezes é conhecida no dia da nossa morte, quando algumas quantas pessoas, insistentemente se atribuem o direito de fazerem juízo de valores, sobre o que fomos ou sobre o que deixamos de ser enquanto ainda respirávamos.
O silêncio causado pela morte dos mártires desta Angola, revelam a sagacidade com os bravos combatentes pela paz e independência da pátria se esbateram, por isso, hoje dobramos o nosso corpo em sinal de respeito, para glorificarmos todos os filhos desta terra que doaram as suas vidas em nome da liberdade.
Espiei a morte no dia em que nasci, sem pressa, visitei as trevas para fortificar o meu lado obscuro, mas, sobre o forte de um farol divino, estava uma luz tão pura e tão dócil, que logo percebi, que era o teu olhar que me guiava mesmo quando o mundo deixou de existir.
Mesmo que vivamos para as alegrias dos que nos rodeiam, muitos atiçaram a nossa morte, como forma de satisfazerem os seus caprichos infundados.
A morte é um bálsamo que alivia a velhice, mas, muitos tencionam não chegar e chegar a velhos, ainda que isso seja um paradoxo.
A vida nos Ensinou a não dizer nunca mas, nunca nos ensinou suportar o profundo abismos que a morte de um ente-querido provoca!!
Nunca nos vamos conformar com a morte pela simples razão de nunca crer em sua existência, por mais que nos preparemos para tal situação o romper do anúncio da mesma descomanda, desorganiza e negativamente traz e faz um monte de desconfortável que não é suportável.-
A morte é o que há de mais temível, pois é um limite e nada mais parece ser bom ou mau para quem está morto.
Imortais mortais, mortais imortais, vivendo a morte daqueles, morrendo a vida daqueles.
Quem somos nós para entrarmos diante da Presenca de DEUS? A morte diante da Vida, o pecado diante da Santidade, assim somos nós para com ELE. Graças a Grande Obra Reconciliadora de JESUS na cruz, através de SEU sacrifício que ecoa até os dias de hoje, nós, nesta noite, e em todos os outros dias, até o Retorno do nosso REI, podemos entrar em oração diante dELE, e nos deleitar em SUA Presença! (...) Não deixe a Presença ser levada, ela é a Glória da nossa vida.
Muitos em todo o mundo, corria o sangue em suas veias, gente como a gente, assim como todos, a morte sempre foi uma grande perda, à todos nós que somos fisicamente iguais, não existe hierarquia depois daqui.
