Poemas sobre Medo
Ansiedade é a intensificadora de alertas imaginários que só produzem tensões musculares, dores e medo, na intenção de fingir que está nos protegendo de algo ruim.
Ansiedade é sentir um frio na barriga, no peito uma explosão, o chão fica molhado por uma goteira na mão, um nó na garganta travando a respiração, falta de ar, parece até sufocamento, a mente fica a milhão, um carnaval nos pensamentos, dor muscular, aí você pensa que acabou, mas neste jogo, tudo apenas começou.
Nossa mente pode ser tão barulhenta, as vezes, que acreditamos que as pessoas conseguem ouvir nossos pensamentos, planos e medos.
Você percebe que está evoluindo quando param de fingir elogios e começam a bombardear com críticas.
A maior falha no equilíbrio dos críticos está no desinteresse de alguns sábios que hesitam em ensinar enquanto quem pouco sabe tem tanto a falar.
Todos queremos nos proteger de algo, mas cuidado, algumas atitudes são mais perigosas do que não fazer nada.
Quando um grande problema se levantar contra você, lembre-se de que foi um pequeno servo de Deus que derrotou um gigante.
O paradoxo do valente virtual. No seu quintal, paga de leão e faz gracinha. Na rua, pede perdão e vira galinha.
Não tema o que vive em outra realidade, nem engrandeça o vilão.
O peixe não teme o leão, nem o pássaro o tubarão.
Nunca se menospreze diante das situações difíceis, pois seu maior rival é o medo, encare os desafios e faça deles estratégias para superará-los.
Não existem garantias. O medo tenta prever tudo, quer segurança absoluta — mas nunca é o bastante. Já o amor aceita o risco. Ele não precisa de certezas, porque entende que o controle é uma ilusão. No fim, a diferença está no olhar: com medo, tudo é ameaça; com amor, tudo é possibilidade.
Os sistemas totalitários e fascistas não valorizam a inteligência, mas torna as pessoas portadoras dela importantes, pelo simples fato do medo que a inteligência inspira neles
O medo de comunicar as necessidades sexuais entre os cônjuges constitui a maior barreira para um relacionamento normal, puro e sadio, no qual ambos se completam mutuamente.
