Poemas de Mario Quintana sobre Maes
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Os conselhos dos moços derivam das suas ilusões, os dos velhos, dos seus desenganos.
As obras de caridade que se praticam com tibieza e como que a medo, nenhum mérito, nem valor têm.
Os moços de juízo honram-se em parecer velhos, mas os velhos sem juízo procuram figurar como moços.
Na admissão de uma opinião ou doutrina, os homens consultam primeiramente o seu interesse, e depois a razão ou a justiça, se lhes sobeja tempo.
Todos se queixam, uns dos males que padecem, outros da insuficiência, incerteza, ou limitação dos bens de que gozam.
A dialética do interesse é quase sempre mais poderosa que a da razão e consciência.
Ainda é mais fácil avaliar o espírito de um homem pelas suas perguntas do que pelas suas respostas.
Duque de Lévis
Maximes et réflections sur différents sujets de morale et de politique
Qualquer homem é capaz de fazer bem a outro homem; mas contribuirmos para a felicidade de uma sociedade inteira é parecermo-nos com os deuses.
A pobreza não tem bagagem, por isso marcha livre e escuteira na viagem da vida humana.
O nascer não se escolhe e não é culpa nascer do ruim, e sim imitá-lo; e é culpa maior nascer do bom e não imitá-lo.
O dever dos juízes é fazer justiça; a sua profissão, a de deferi-la. Alguns conhecem o próprio dever e exercem a profissão.
A vitória de uma facção política é ordinariamente o princípio da sua decadência pelos abusos que a acompanham.
Existem a beleza que excita, a que comove e a que satisfaz: a melhor é a última.
Os grandes, os ricos e os sábios sorriem-se: os pequenos, os pobres e os néscios dão gargalhadas.
O que vulgarmente faz que um pensamento seja grande é dizer-se uma coisa que nos conduz a muitas outras.
A maledicência pode muitas vezes corrigir-nos, a lisonja quase sempre nos corrompe.
Há grandeza mais verdadeira numa boa ação do que num bom poema ou numa grande vitória.
As crenças religiosas fixam as opiniões dos homens, as teorias filosóficas perturbam-nas e confundem.
Há muita gente boa e feliz, porque não tem suficiente liberdade para se fazer má e desgraçada.
O desejo de igualdade levado ao extremo acaba no despotismo de uma única pessoa.