Poemas de Mario Quintana Felicidade Realista

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⁠Os meus olhos dançam
com a Lua no espaço,
É latino-americano
o meu coração apaixonado.

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⁠Soneto para Rodeio

A linda cidade de Rodeio
no Médio Vale do Itajaí
mora sublime no peito
como o meu amor perfeito.

É na linda cidade de Rodeio
que é beijada pelo magnífico
Rio Itajaí-açu que louvo o ano todo
porque orgulhosamente a elegi.

Existe gente que mora sem ter
a sua cidade no peito e vive
com a cabeça em noutro lugar.

Sou feliz aqui e elegi em Rodeio
para amar, morar e exaltar,
é o lugar nascido feito para inspirar.

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⁠Sempre que passa uma
tempestade consigo ver
uma estrela no céu como
se abre um livro para ler.

O quê para uns é barulho
entendo como a orquestra
da vida acontecendo e tocando
com muitos peitos batendo.

Permanecer como quem vai
no curso do rio em direção ao mar
é só para quem sabe esperar.

Cultivar o quê enternece é
para quem forte anseia continuar
e rejeita disputas fúteis por poder.

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⁠A Lua Quarto Crescente
sobre o Médio Vale do Itajaí
faz com que eu pense
desde a primeira vez que te vi,
A cada instante busco
um novo rimário para trazer
você bem para perto de mim.

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⁠Sob a Lua Quarto Crescente
o cemitério da cidade,
a inspiração, o quê é etéreo
e perene na imensidade,
Contando bem-me-quer
e mal-me-quer com os lírios
estelares do hemisfério,
Girando o carrossel das emoções,
o caleidoscópio das sensações
e no ensaio do galope das estações.

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⁠02/02

Quando você se sentir
sozinho é quando Deus
estará mais próximo
e caminhando contigo.

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⁠02/03

O cansaço não é
sinal para você parar,
É apenas um sinal
para você repousar
para ter forças de continuar.

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⁠Quaresmeira nova

Entre o final do Carnaval
e a Páscoa florescem
as Quaresmeiras e os Manacás,
e permiti me seduzir e conduzir
pelo balanço dos Acaiacás.

Deixei o meu coração permanecer
a espera do amor que virá,
mesmo que me diga que só
para a minha existência ficará.

Como sempre eu querendo
ser aquela tal Quaresmeira
de cor imutável, nova, misteriosa
e incomparável que só pode
ser encontrada ao florescer
nos campos de altitude
oníricos das cristas
mais altas da Serra do Mar.

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⁠Propaganda de Guerra I

O mal do século é a solidão,
melhor mesmo ser poeta
que até sem sair do lugar
com a sua poesia sempre
acaba se entregando a multidão,
O poeta é quem acende
o lampião no meio da escuridão,
e está sempre presente
ao chamado para a rebelião.

Um poeta nunca fará nenhuma
guerra porque ele é a própria
guerra que com intimidade
chama o próprio Deus da Guerra
para dançar ou se afastar.

Não é qualquer um que coloca
um poeta no bolso
para dizer o quê é e o quê
não é propaganda de guerra,
Porque se escandalizar
com a violência, se solidarizar
com quem sofre ou pedir um
cessar-fogo jamais nesta
vida será propaganda de guerra.

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⁠04/02

Não faça nada berrando,
caso não seja escutado
faça tudo na vida cantando
que tudo na vida vai
serenando e se encaixando.

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⁠Hibisco-Colibri

Flor nativa das três Américas
mel dos tempos infantes
e dos jardins de muitas memórias,
é o Hibisco-Colibri das nossas Histórias.

Fada de pétalas que surpreende
seja na cor rosa ou vermelha,
que além do mel diverte o paladar,
quero ver por muito o seu desabrochar.

Se por acaso o destino me agraciar,
quero deste mel poético na sua
companhia não importa o dia desfrutar.

Algo me diz que o quê o seu amor
e o seu carinho você não vai negar,
e pelos jardins do mundo vamos namorar.

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⁠08/01

Observe quem diz defender
uma causa e no final
se esquiva de ajudar,
Gente assim não merece
participar da sua vida
e se chamar por você
o melhor que deve
ser feito é ignorar.

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⁠Acaju

Fazer amizade
com o tempo
para que ele
passe devagar,
Te receber sem
nenhum medo,
Passar a mão
no seu cabelo
desfrutando
da sombra
de um Acaju,
Ser feliz não
tem segredo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Faço Festa

A pressa de encontrar
um amor não me interessa,
Eu vivo na bela cidade
de Rodeio cercada
pelo Médio Vale do Itajaí,
Nas linhas do tempo por
aqui domino a arte poética
interminável e faço festa
com o Quero-quero e o Colibri,
e te celebro mesmo que
você não esteja comigo aqui.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Para você sempre
serei um país
estrangeiro a ser visitado,
o real sentido do inusitado,
uma mata fechada
a ser desbravada
e tudo aquilo que pede audácia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Borboleta-do-manacá
dança no caminho,
Sou a poetisa do meu
próprio destino
e de quem também
deseja poeta vir
a se tornar e espalhar
poesia por onde precisar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Conto cada Borboleta-aro-vermelho
que vem se aproximando ao redor,
Sem receio mergulho em mim
para escrever sobre o amor.

O fel alheio não me sufoca
porque tenho vida anterior,
Sei da onde vim e para onde vou:
ser ainda melhor só cabe a mim.

De mãos dadas com o tempo
o interminável minueto,
ele sussurra e eu apenas solfejo.

Porque quem tem razão
não precisa se antecipar,
tem tranquilidade para continuar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Panapanás de Gema-de-Ovo
nas beirinhas dos rios,
Alegria sublime e pampeira
de imaginar que você me queira
como quem escreve um
poema para a vida inteira
de corpo, alma e coração
em comunhão perfeita.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio estava em festa

Enquanto a minha cidade
de Rodeio estava em festa,
Eu estava ouvindo a música
entrando pela janela,
E de noite estrelas no salão
celestial da noite dançavam
Jardins surgiam desabrochando
dentro de mim enquanto
escrevia um poema de amor
sem fim por este lugar
onde a tranquilidade elegeu morar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Borboleta encontrando
o seu par para se juntar
as outras sem parar
rumando ao panapaná,
Na beirinha do rio
vejo o destino refletido
e nas correntezas leio
o poema da vida escrito.

Inserida por anna_flavia_schmitt