Poemas de Maldade
"Os animais não conhecem a maldade, eles sempre acreditam no ser humano mesmo nos que os maltratam"
"O homem só respeitado pelo dinheiro que tem ou pela maldade que faz, a bondade toca poucas pessoas e poucos lembraram do bom homem, o ser humano respeita o que teme não aquilo que ama"
"Sensitivo é sofrimento, uma vez que sente a maldade, sente a traição mas não sabe de onde vem ou como vai acontecer, é preciso fechar os olhos sobre seu sexto sentido para não sofrer antecipadamente"
A maldade é inerente ao ser humano. Não culpe a Deus pela existência do mal, pois o mal nada mais é que a inexistência do bem em nós. Seria ilógico dar a autoria de algo imperfeito a um Ser Perfeito.
As pessoas jogam a culpa no Diabo, ele não te obriga a pecar e nem fazer maldade, apenas seduz para isso, você tem a livre escolha de dizer não e recusar o prato.
Demônios ou deuses? De onde surgem a maldade e a bondade no pensamento comum? Tudo parte da imaginação humana. Sendo assim, no fim, é você quem pratica o bem ou o mal. Você não existia antes de nascer e não existirá após morrer. Crenças! Talvez sejam uma forma de o débil intelecto humano buscar sentido para a vida ou uma justificativa para a impossível imortalidade. Mas, como ensina o existencialismo, é na ausência de deuses que nos tornamos plenamente responsáveis por nossos atos. Tudo neste universo morre; este é o princípio de toda existência. Tudo que vive e vê ao seu redor é parte do que já viveu e morreu, numa cadeia incessante de transformação. Juliano Assis
Sempre tive um sentimento profundo de repulsa diante do mal que infecta o mundo, uma maldade muitas vezes natural e inerente ao tecido da natureza. O sentimento de que nenhum deus bondoso permitiria tal estado de coisas, enxergar um sentido oculto em tudo isso é relativizar o mal. É estupidez e obscenidade. Não há um deus bondoso, a natureza grita incessantemente essa verdade, meu sentimento pessoal, instintivo, visceral, sincero — não admite que haja um sentido oculto, e isso basta para desprezar qualquer fé religiosa —. É desumano exigir fé num ser humano dotado de sentimento. Ver um inocente implorar por ajuda, ver a vida de um inocente ser despedaçada, e depois alegar que, no fundo, um deus tem razões suficientes para permitir o mal? Um coração de pedra pode crer nisso, mas eu não posso. Deus não foi feito para mim; esse monstro frio e bárbaro não tem a menor semelhança com os sentimentos que trago dentro de mim. Crer? Só no dia em que eu renunciar a minha humanidade.
Sim, eu odeio o seu deus, do mesmo modo que qualquer pessoa minimamente lúcida odeia a maldade. Se o “deus” que você defende é umpersonagem sádico, genocida, narcisista, ciumento e carente de adoração, então odiá-lo não é blasfêmia, é simples higiene moral e um raro momento de racionalidade.
Eis que esta foi a maldade de Sodoma, tua irmã: soberba, fartura de pão e abundância de ociosidade teve ela e suas filhas; mas nunca esforçou a mão do pobre e do necessitado.
Não me incomodo com os que fingem bondade ou maldade, os que me roubam o sossego são os que fingem alegria.
Reconhecer os que fingem de bobo ou espertos e os que fingem bondade ou maldade é muito fácil. Difícil é notar os que fingem alegria.
Os que fingem bondade ou maldade não conseguem perturbar a minha mente, mas os que fingem alegria conseguem inquietar a minha Alma.
