Poemas de Luto
Amar é agora! Em todas as estações o amor é morada.
Entre em primavera sempre pelas mãos do vento, teu pólen pousará em outra flor dormente a esperar-te. És parte!
Em mim, faz morada fracionadas lembranças; colhidas, guardadas, aromatizadas, grafadas, sufragadas; trazem a mim teu nome Flor.
Nada mais pueril encher o cesto com frutos de sementes não plantadas;
comemos o que produzimos com sabor doce do mel.
Sinto-me criança quando deslizo minhas mãos
sobre as folhas brancas da alma registrando minha evolução.
Minha inspiração advém do silencio provocado na alma,
bebido com vinho gole a gole, degustado e reservado até a última gota.
Tantos interlocutores autores, poucos executores.
A vida necessita conjugar o verbo fazer como ação.
São tantas as marcas que a totalidade da alma está mapeada e tatuada.
Aceitá-las, caberá espaço para te abrigar.
O amor que causa dependência é uma droga. Se liberte.
Não haverá barreira e clausura para quem tem as chaves das algemas da vida.
Buscamos nas palavras a direção para os nossos passos
e façamos dela a essência para que a alma encontre a felicidade.
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