Poemas de Luto
Independentemente de como a alma esteja, sempre haverá uma poesia para acolher o que não conseguimos dizer, uma música para traduzir o que sentimos e um café quente para lembrar que até os dias mais difíceis também passam.
Você sabe que quando os meninos na escola não querem ler poesia, até riem dela, a desprezam como um esporte de maricas, eles não estão totalmente errados.
"Não há melhor maneira de me conhecer do que ouvindo as minhas poesias. Se queres conhecer-me melhor, ouve o que digo poeticamente."
Poema para baratinha: Do cano bem profundo,Ela veio ver o mundo.Pisou no chão molhado,Deu um passo pro lado.Olhou bem para mim,E foi dizendo assim:"Cansada de esgoto,Busquei um rosto novo.Me dá um segundinho,Só quero um carinho."O susto logo passa,E a cena vira graça.Na falta de um amigo,A barata fala comigo.
"A vida é um livro vivo de poesia, literatura, filosofia, teologia e ciência; somos leitores e participantes deste livro vivo."
Nem toda poesia se escreve com palavras; algumas chegam baixinho, em forma de sorriso, e permanecem para sempre no coração.
Ela me pediu Nudes eu mandei um poema ela não me respondeu pensei ela queria foto do corpo e eu mando a pureza do meu coração
“Sapé, terra onde a coragem nasceu do campo, a poesia brotou da dor e o povo aprendeu a transformar luta em história.”
Que meus olhos nunca deixem de ver a poesia escondida nas coisas simples, seja numa flor, num pássaro, ou num novo dia que nasce, e que meu coração saiba ser grato em cada batida.
Nenhuma rima, nenhuma poesia, se compara à beleza do teu nome. Ele guarda o amor que sinto, a paz que encontro e a eternidade que só você desperta em mim."
Escrevo poemas tristes não por gosto, mas porque aprendi a viver assim, mergulhado em dores silenciosas, em lembranças que não se dissipam, e em uma tristeza que se tornou meu idioma, apenas transmito o que realmente sinto.
Cada cicatriz é escritura da guerra, marcas talhadas na carne, poemas de sangue e vitória. Superar é escrever com lágrimas ardentes, um livro em que a dor e o riso se fundem, tinta eterna da vida.
A poesia mora nas frestas de silêncio entre duas frases. Ali se empilham sentidos que o discurso não alcança. Quem lê com pressa perde o sustento do verso. Por isso, aprendo a esperar onde a pontuação respira. E descubro que o mundo cabe melhor no recuo da palavra.
A poesia que escrevo é tentativa de consolo atrasado. Chega fora de hora e, mesmo assim, serve. Alguns versos aquecem como chá morno em noite fria. Outros queimam e despertam limpezas necessárias.
Escrever é esse movimento de cura e descoberta.
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