Poemas de Loucura
Divirta-se com suas loucuras e deixe que os que forem devidamente perfeitos ignorem e desprezem sua presença por isso.
Apenas os loucos e os solitários é que se podem dar ao luxo de serem eles próprios.
Os solitários não têm ninguém para agradar, e os loucos não se importam se agradam ou não.
Eu quero uma porção de amor com recheio de loucura, pitadas de carinhos e uma dose de uísque... Para depois que você bater a porta, esquecer.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
Nota: Trecho de um poema muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Mário Quintana.
Chorei pelas gentes perdidas de loucura e orgulho. Depois por minhas visões, por meus gestos.
E, finalmente, por nós dois.
As pessoas que são loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo são aquelas que o mudam.
Não sou louca nem santa é a sua maneira de me ver que define a sua opinião. Se você me olhar com amor serei santa e se me enxergar só com os meus defeitos serei louca.
"Afinal, quem é que tem a pretensão de não ser louca?... Loucos somos todos, e livre-me Deus dos verdadeiros ajuizados, que esses são piores que o diabo!"
Somos loucos vivendo por viver ,amando por amar e a cada dia mentindo pra nós mesmos em busca de um final feliz e um sentido pra vida, um sentido para levantarmos todas as manhãs
Loucos com a mais poderosa arma na mão "A MENTE" e sem nem se quer compreende-la
Um amor platônico que assusta e ao mesmo tempo é gostoso de sentir, faz pensar que estou louca, faz duvidar de tudo e desacreditar o que tenho. Braços e pernas dormentes, dor no peito, lágrimas nos olhos quando lembro dele e saber que não vou vê-lo. Tudo isso por algo que não vivi e me faz imaginar como poderia ter sido, um mundo criado em minha mente de como seria beija-lo e viver tudo que um romance permite se caso fosse real. A pior dor é aquela de um amor não vivido, apenas imaginando como poderia ter sido e não foi, sinto que vou pensar nisso por mais um tempo, mas tento direcionar essa energia para outras atividades e tento não pensar tanto nele.
me amarro em gente corajosa e louca, gente que não tem vergonha de voltar atrás, esse povo não sabe nem o que é vergonha
Eles são corajosos, destemidos e livres. Algumas pessoas chamam a Audácia de loucos. Bem, eles são.
(Divergente)
Sou um louco, um anarquista que caminha pela estrada das regras apenas para aprender com elas e depois dar-lhes novo sentido. Sentido esse que muita gente não compartilha. Contudo, penso que são os loucos que dão sempre um novo sentido a vida.
Cometa bobagens, faça loucuras, seja feliz!
Não deixe de fazer algo que tem vontade só por medo do que as pessoas vão falar. Deixe que falem, deixe que pensem, a vida é só uma e tem que aproveitar. Antes ficar com arrependimento de ter feito do que ficar com a dúvida "como seria se eu tivesse feito?".
Quando ameaça doer demais: invente uma boa abobrinha e ria, feito louco, feito idiota, ria até que o que parece trágico perca o sentido…
Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto...
Nota: Esse pensamento vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Oscar Wilde ou Marcos Lara Resende. No entanto trata-se de um trecho adaptado do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.
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