Poemas de Lembranças
Sempre que tiver saudade, feche os olhos e sinta minha essência com o coração, pois quero sempre estar entre as melhores lembranças do seu lado esquerdo do peito....
Talvez eu não tenha mesmo nenhum controle de sentimentos e sensações quando o pensamento é você, mas confesso que deixo-me levar na doce embriaguez dessas sensações.
Hoje eu acordei sem Norte sem sorte alias nem sei se hoje eu acordei, a alegria não bateu em minha porta, o bom dia de quem eu amo ja não existe, me sinto vazia e triste, quero chorar e não sei porque, hoje esqueci de viver, hoje nao faço nada além de existir ou será que nem existo? Hoje só tenho as lembranças daquilo que chamei de vida.
Saudades eu tenho do cheiro de seu corpo, do beijo de boa noite e bom dia, das vezes que beliscava minha comida só pra não perder o costume (risos), daquele jeito menina-mulher e o sorriso que começava nos lábios e permanecia nos olhos.
A ilha Grande não merecia ser um presídio. Desde as casas brancas dos pescadores que foram ficando para trás, lá embaixo, no Abraão, até os caminhos sinuosos que vão cortando as montanhas, tudo parece um cenário de liberdade. (...) Teria sido um requinte de crueldade deixar que os punidos se lembrem diariamente da água, da areia, da brisa e do mato?
Há dias em que todas as minhas janelas se abrem para o mar das sensações. Sentada na areia branca da saudade me ponho, então, a saborear memórias, com a mesma urgência de quem assiste o último pôr do sol.
O que importa é que aconteceu sem que se importe com a durabilidade. Sentir já foi o bastante pra se fazer vivo. Pois, não estamos vivos quando somente abrimos os olhos, estamos quando sentimos... E se não aconteceu como o esperado, pelo menos valeram as sensações, os momentos, as lembranças, contidos numa grande intensidade de emoção. Porque o que vale mesmo é sentir... E eu senti você!
Saudade do dia em que um bater de asas de uma borboleta, foi só um bater de asas... sem teorias, tornados caos, nada. só um bater de asas em um dia feliz.
Seus olhos castanhos vibrantes, continuam os mesmos, e se eu pudesse tê-los observado mais de perto, certamente mergulharia em um oceano de sensações, que me fariam perder o chão, e a noção de tempo, como antes...
Espero esquecê-lo em breve, porque, cansei de ter meu coração preso ao seu, cansei de amar, sem ser amada. E apesar de tê-lo eternizado em minhas poesias, prefiro enterrar nossas lembranças, e meus versos sobre você, na escuridão longínqua de um passado distante, como uma história que nunca existiu de verdade, e que não me faz perder noites de sonos, e nem me faz derramar lágrimas, em noites solitárias.
Todas as experiências vivenciadas ao longo da sua vida, ficarão como recordações guardadas nos compartimentos de sua memória, sejam elas agradáveis ou não. As mais tristes você tentará esquecer. O que mesmo não sendo tarefa fácil, é opção saudável. Aquelas que te decepcionaram, que amarguraram tua alma, você deverá se esforçar para perdoar e, não apenas para liberar perdão ao próximo, mas para você sentir paz. E as mais belas, as especiais, essas você deve ter sempre em mente, para quando desejar, poder resgata-las e recorda-las como parte doce e gentil das tuas memórias. Você pode acessar esse compartimento de maneira involuntaria ou sempre que pensar em algo ou alguém que te faça sentir saudades de algum "lugar" do teu passado...
A memória é uma benção e uma derrota. Você pode lembrar a ponto de sentir o gosto na boca de algo que comeu em um certo lugar e que é inesquecível e apetitoso ou lembrar de seus erros ou suas mágoas e sentir um arrependimento árduo ou uma dor inesgotável a ponto de te derrotar mais uma vez
O amor, às vezes, pode ferir, mas é na dificuldade que esse sentimento nos mantém vivos. O amor sobrevive nas lembranças, ainda que o coração sofra, ainda que o tempo passe e os olhos teimem em irrigar-nos a face.
Nas manhãs ensolaradas de domingo a saudade chega sutilmente e me beija a face, leva-me pela mão para a casa de vovó e, lá no aconchego do seu colo ouço o vaievém de uma cadeira de balanço acordando-me as lembranças.
Ela corria por instinto. Um alerta inconsciente de que precisava continuar, independente do que acontecesse. Até já tinha esquecido o porquê. As memórias de cinco, dez, quinze minutos atrás tinham desaparecido. Se sua vida dependesse de lembranças daquilo que motivou sua fuga pela mata, ela tinha certeza de que morreria bem ali no solo da floresta.
“Às vezes a melhor coisa é estar sozinho na praia, e ter por companhia apenas as gaivotas, a toada do mar e a solitude, e deixar sair aos poucos do pensamento tudo o que faz doer a alma...”
-Michael Hayssus, “A Morte Das Borboletas.”
Em nenhum momento ela deixou o status subir a cabeça. Ela sabe de onde veio e jamais esquecerá de suas raízes.
A revelação:
Hahaha... Como é lindo ver o fogo pingando, em cada pingo uma história e em meus olhos aos poucos sem que ninguém me conte eu começo a destrinchar um enredo como em um samba cantado, o calor interno e o conto de sua verdade provoca nas emoções de teu íntimo as lembranças e eis que em teus olhos lágrimas teimam em rolar enquanto o fogo persiste em pingar, em um breve e complexo ato passado, presente e futuro sintetizados em míseros segundos, isso não é PNL, é revelação.
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