Poemas de Lágrimas
Oh Senhor,
Minha alma se abre como flor ao sol,
E as lágrimas que descem são rios que buscam Teu abraço.
Cada gota carrega meu medo, minha dor, minha esperança.
Em silêncio, Te chamo;
Em cada suspiro, Te entrego meu coração.
Mesmo quando a noite parece infinita,
Teu amor ilumina meu ser,
Como farol que guia na tempestade.
Recebe, Senhor, minha total vulnerabilidade,
Transforma minha fraqueza em força,
Minha dor em luz,
Meu pranto em hinos de gratidão.
Pois em Ti encontro meu refúgio eterno,
Minha paz que excede todo entendimento,
Meu Deus, meu tudo, meu princípio e meu fim.
Labirinto de Migalhas — Paulo Fernando | Menino Confuso
Você me fez derramar lágrimas.
Meu coração começou a sangrar ao te ver partindo, e meu sonho foi, pouco a pouco, se destruindo. Não imaginava que eu precisaria dessa realidade para perceber que eu e você acabamos — e que esse foi o nosso fim.
Cego pelas tuas palavras bonitas, perdi-me no teu labirinto, onde você não me permitia sair. Vivi a ilusão de que poderia ter você para sempre na minha vida, como nos contos de fadas, que sempre têm um final feliz.
Te ver partindo foi como um flash, que me mostrou a realidade: você não está nem aí para o que eu sinto por você. Então vi minha venda cair ao chão, e as lágrimas que rolavam no meu rosto foram, aos poucos, se secando.
Respirando fundo, comecei a procurar uma saída. Uma porta para sair de perto de ti, porque já não dava mais.
Eu te amo, mas ficar sofrendo não.
Na minha solitude, comecei a ver o mundo de outra maneira. Percebi que eu precisava me amar, buscar o meu eu, me encontrar novamente.
Diante disso, fui em busca da minha felicidade, porque o seu amor de migalhas eu já estava cheio.
Sim, estou conseguindo viver sem pensar em você. Logo poderei te ver novamente e dizer que você não foi um erro, mas sim um acerto que me fez crescer e criar camadas de proteção contra pessoas assim como você.
Enquanto esse dia não chega, vou vivendo.
Feliz.
Longe do teu labirinto.
Longe de tudo que ainda te envolve.
— Paulo Fernando | Menino Confuso
Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!
Façamos Barulho!?!
Pois, se até o barulho ensurdecedor das nossas lágrimas atravessa a distância entre o chão que pisamos e os Céus que almejamos, é porque Deus não mede som — Ele reconhece verdade.
Lágrima não grita, mas confessa.
Escorre onde a alma já não consegue se explicar.
Agora, imagina a oração…
Não a decorada, a apressada, nem a que tenta impressionar.
Mas aquela que nasce do mesmo lugar das lágrimas: do cansaço, da esperança teimosa, da fé que manca, mas não desiste de caminhar.
A oração faz barulho ainda mais estrondoso porque movimenta o invisível.
Ela não precisa de voz alta, precisa de entrega.
Às vezes sussurra, às vezes geme, às vezes só respira — e mesmo assim estremece os Céus, porque carrega dentro dela o nome de quem confia.
Façamos barulho, sim.
Com joelhos dobrados, corações rasgados e com silêncios agridoces cheios de fé.
Façamos barulho não para sermos ouvidos pelos homens, mas para lembrarmos a nós mesmos que nunca fomos ignorados por Deus.
Se a lágrima já incomoda, a oração transforma.
E onde ela chega, nada permanece exatamente como antes.
Pois, os que choram serão consolados, os que oram — ouvidos.
Façamos Barulho!?!
No santuário do silêncio, o barulho quase sempre fica por conta das lágrimas — contidas ou derramadas.
Lá não há necessidade de palavras bem escolhidas nem de explicações convincentes.
Ali, o que fala é o que transborda — ou o que dói ainda mais para não transbordar.
O barulho fica por conta das lágrimas, contidas ou derramadas.
Porque até o silêncio tem um idioma próprio, e ele quase sempre é aprendido na dor.
Há lágrimas que escorrem sem pedir licença, e há outras que permanecem presas, não por falta de sentimento, mas por excesso dele.
Ambas fazem ruído suficiente para quem sabe escutar com a alma.
Não é fraqueza chorar em silêncio; é coragem permitir-se sentir sem a plateia, sem o espetáculo, sem a pressa de parecer forte.
No santuário do silêncio, Deus não se assusta com o som ensurdecedor das lágrimas.
Ele entende o que a boca não consegue formular e recolhe cada soluço invisível como oração.
Porque, quando tudo se cala ao derredor, o coração encontra espaço para falar — e o céu, para escutar e até responder.
Felizes os que choram, porque serão consolados!
"...A vida é uma tela pintada de sorrisos, lágrimas, alegrias e tristezas. Uma tela abstracta sem dúvida e com certeza muitos desprezam esta obra pelo simples fato de não te-la compreendido. Mais na verdade sempre haverá olhos mais sensíveis, capazes de se emocionar com a pintura; não ao por não entender os sentimentos do autor. Mais por descubrir cujos sentimentos não podem ser compreendidos por si mesmo. 'A beleza do milagre da vida é saber que estamos aí: Respirando, andando, falando, ouvindo, cantando, amando, chorando.
E sem ter explicação de como foi feito tanta beleza com tamanha perfeição... E ainda tem gente que quer se preocupar em enriquecer materialmente; se nossa maior riqueza já está no simples fato de existirmos.'
Bem aventurados os que amam sem ser amados. Amar quem nos ama e retribuir amor é fácil. Amar e sempre é dado a quem nos dá é simples. Amar aos que ainda não nos ama. E saber doar o carinho mesmo sabendo que alguns não merecem. É para minoria. Às vezes caridade faz bem a nossa alma trazendo a paz por sabermos que temos algo lindo pra sentir. Por fim passei por várias fazes da minha vida e sei ser como a mesma de sempre. Simplicidade acima de tudo mais também categórica quando me obrigam a ser."
—By Coelhinha
Nas virtudes do nascer lágrimas são o viver...
Na angústia dos sentimentos fragmentados...
Nos níveis mais profundos da alma rebelde...
Somos crianças que acabou de entender que mundo é imensidão...
Sou melodia tocada
Entre linhas do esquecimento
Minha lágrimas são parte das chuvas
Torrenciais
Meus olhos abertos dentro do cosmos
O suplício de ilusões são reunidas que afogam e delícia o impensável.
Silêncio clama pela verdade.
O silêncio clama por justiça.
O silêncio tem lágrimas escorrem palavras.
Somos olhares navegantes ilusões.
Nos calamos pelo engodo...
Provenientes das mentiras que tentam te fazer calar.
Mais o silêncio grita grita mais ninguém ouve as lamurias vindas de quem sofre.
Suas experiências te dizem que verdade nao pode ser calada !
A algo maior dentro de cada um que sabe que verdade esta contaminada por mentiras.
E ainda temos que engolir essas mentiras.
Lágrimas do tempo são rosas jogadas ao vento...
Mero ador que desdém nas sombras a dor do amor...
Sejam sempre navegantes ilusões que ressurge nos braços dos amantes...
Bem-vindo as fogueiras da madrugada cujo o momento irônico seja lindo e maravilhoso.
Morre a poesia em teus lábios...
A morte das palavras,
... perdem o sentido,
As lágrimas escorrem veladas.
Num arco fulgaz de notório espírito...
Para o flagelo do caos interno seja parte do espírito...
Num espelho de lágrimas o ador atroz...
Fruto do esquecimento em lamurias.
Cujo momento irônico foste o perpétuo desejo...
Num amargo instante o virtuoso glamour tornou se a flor do destino.
Tempo e sua constante necessidade de viver.
Lágrimas secas num mundo inerte atônito todavia seus caminhos são pesares.
Nunca mais voltará das profundezas.
Mesmo assim contemplamos olhos no vazio extenso.
Amargo momento irônico.
Doce meia noite doce madrugada...
Sendo sensatez a garoa derrama suas lágrimas...
Gotas de orvalho sao sementes dos deuses místicos
No refúgio da terra o enigma da vida se alastra numa cachoeira.
No dilúvio....
Seu sepulcro a pura ilusão,
Medo alucina sem tantos desejos
Apenas as lágrimas que caem do ceus.
O ambiente tem formas frias e escuras...
A dor não trás respostas diante ao abismo sendo sensatez ganha sombras.
O frio da contraste da garoa...
Suas mortalha da realce a fria noite.
As velas são luzes mortas no gosto de salgado de lábios frios.
Ninguém espera o final apenas joga terra num silêncio cruel,
Veu tampa sua face imaculada para asas da morte...
O sussurros do ventos são lamentos no coração.
A terra chora lágrimas de sangue...
A terra sangrar é suas vísceras estão exposta..
O homem aquece o mundo grita...
Suas lágrimas inundam o mundo...
O homem tira todos recursos naturais depedra cada cantinho da terra...
Sera terra prometida seria o deserto de nossas almas...
A frieza cortamos a floresta envenenado as águas destruindo as nascentes...
A terra pega fogo pois a desculpa o mato está seco pega fogo....
Espécies são extintas pela ganância e suas experiências de transformação...
A terra sonha em um dia ser adorada pois é único instante que a dor tolerável.
Nossas lágrimas queimam a alma
Nosso espírito condenado por amar...
Somos o destino que abraço o fim..
Nos laços eternos o abraço te significado ligados para sempre.
O sempre amar a verdadeira verdade que sempre nos amamos.
Seria simplório de alegrias a lágrimas...
Revelamos o sentimentos observamos a eternidade como a poeira de nossos ossos tem mesmo sentimentos.
Os pássaros fazem ninhos sobre sonho que tivemos na vida foi nosso destino.
Lertagido ser as grades são lágrimas veladas em balelas que arrasta multidões...
Somos objeto de observação.
Somos alienígenas e máquinas servis de um sistema feudalismo digital.
As grades do intelectual consome o ser eu ate que não sobre mais nada...
Nas colisões de realidade somos servos ate que acordamos num deserto de opiniões...
Os olhos que sangrar lágrimas de sangue... nos espaços vazios da mente...
Bolsões de realidade são expostos pelos insites...
Devorando meu ego sendo luz que me cala...
Vozes na minha mente pensamentos que me fazem expor o sentimento derradeira flor da consciência...
Ser inerte atônito todavia sendo horizonte frio da minha vida.
Longe da desconexão da Internet vejo seres conectados seres sem emoções.
Na próxima estação vou descer parecem animais animados pela alienação intelectual tudo esta ligado.
As escadas rolantes cheias de contradições o fenômeno do capitalismo sendo ultrapassado pela feudalismo digital...
O amor foi substituído pelo astros das bigs tecs...
Ratos estão distantes do racionalidade do ser racional.
