Poemas de Karl Marx sobre I Homem
Quando os prazeres nos esgotaram, julgamos haver esgotado os prazeres; e então dizemos que nada pode saciar o coração do homem.
É muito difícil, e, em certas circunstâncias, quase impossível, sustentar na vida pública o crédito e conceito que merecemos na vida privada.
A opinião da nossa importância nos é tão funesta como vantajosa e segura a desconfiança de nós mesmos.
É tal a incapacidade pessoal de alguns homens, que a fortuna, empenhada em sublimá-los, não pode conseguir o seu propósito.
Tudo é grande no templo do favor exceto as portas, que são tão baixas, que por elas apenas se pode entrar de rastos.
Seu adeus dito tantas vezes,
Gritado tantas vezes.
Eu que nunca quis escutar.
Seu adeus, que esteva tão presente, como sinal na pele,
Mais vez ou outra a gente esquece.
Seu adeus que chegou a visitar meus sonhos.
E isso me fez varias vezes acordar apavorada!
Seu adeus tantas vezes pronunciado
E outras tantas sentido.
Sempre foi presença forte.
Até que um dia, nada se foi dito,
O silencio tomou conta de nós,
E não foi o adeus que vi por ultimo em seus olhos, eu vi um desamor tão grande direcionado a mim, que sem ter mais nada a dizer, apenas deixou-me partir!
Quando eu me encontrava naquele estado, o futuro não existia, tampouco o passado, só aquele momento, e era por isso que eu desejava tanto vivê-lo, porque o meu mundo, em toda a sua insuportável banalidade, brilhava.
A única coisa que não envelhece no rosto são os olhos. Têm o mesmo brilho no dia em que nascemos e no dia em que morremos.
Escrever é retirar da sombra a essência do que sabemos. É disso que a escrita se ocupa. Não do que acontece aí, não das ações que se praticam aí, mas do aí em si.
Sentimentos são como água, sempre adquirem a forma do meio que os circunda. Nem mesmo o pior luto deixa vestígios, se é esmagador e dura muito tempo, não é porque os sentimentos congelaram, isso eles não conseguem fazer, mas porque não se mexem, como a água estagnada de um charco.
A literatura não se resume às palavras, a literatura é aquilo que as palavras despertam em quem lê. É essa transcendência que torna a literatura válida, e não a transcendência formal em si, como muitos parecem acreditar.
Escrever era uma derrota, era uma humilhação, era deparar-se com o próprio âmago e perceber que aquilo não era bom o suficiente.
Permaneci como socialista durante vários anos, mesmo depois da minha rejeição ao marxismo; e se houvesse algo como o socialismo combinado com a liberdade individual, eu ainda seria um socialista. Pois nada poderia ser melhor do que viver uma vida modesta, simples e livre em uma sociedade igualitária. Levou algum tempo até eu reconhecer isso como nada mais do que um belo sonho; que a liberdade é mais importante que a igualdade; que a tentativa de realizar a igualdade põe em perigo a liberdade; e que, se a liberdade for perdida, não haverá igualdade nem mesmo entre os não-livres.
A esperança é como o espírito que dá luz ao corpo, é como sol que dá luz a lua, é como a lua que dá luz a noite. Sem esperança o homem estar morto em sua essência.
Quando um homem quer conquistar uma mulher, ele a estuda. Aprende do que ela gosta, seus "hobbies"
Depois que ele a conquista e casa com ela muitas vezes ele para de aprender sobre ela. Se o que ele aprendeu antes do casamento for igual a um diploma de colegial ele deveria continuar a aprender ate receber o diploma universitário, um mestrado e no final um doutorado.
É uma jornada longa que traz seu coração mais perto dela.
