Poemas de Jesus
"Ser Cristão é estar sob a lei de Jesus Cristo. Isso implica em não ter comportamentos moldados por temor à punição, mas ser tomado por um desejo de agradá-lo em todas as coisas".
“Jesus corrigiu o erro dos discípulos com tempo e sabedoria, não com pressa e exposição. A verdade não se esconde, mas às vezes espera a hora certa para ser revelada.”
"Ninguém vai entender sua fé, sua força ou quem você é! Continue sendo diferente, como Jesus Cristo, que era único e carregava Deus no coração."
"Devido à questão da ACEITAÇÃO, Jesus é o verdadeiro vencedor. É dEle o mérito para a justificação pela fé dos salvos, e a Ele pertencem as medalhas e troféus que são os corações humanos. No entanto, Ele nunca forçará a vontade humana a aceitar esse fato; deve haver uma aceitação genuína e voluntária. Assim como uma medalha é colocada no pescoço do vencedor em reconhecimento de sua vitória, nós também devemos entregar nosso coração a Cristo espontaneamente,
reconhecendo e aceitando Sua vitória na cruz." Justificação para Principiantes, pág. 157.
"O sangue de Jesus representa a justiça eterna em nosso favor. Sem esse sacrifício, não haveria nenhuma possibilidade de escaparmos no dia do juízo, pois nossa absolvição diante de Deus depende da aceitação de nosso substituto. A nossa resposta ao sacrifício de Cristo determina nossa sentença: se aceitamos, não há condenação, se rejeitamos a condenação
é certa" Justificação para Principiantes, pág. 242.
Como pode um amor ser tão incrível, paciente e atencioso como o amor de Jesus por mim? Um amor que é de filha, mas também de noiva—aquele amor que o noivo busca, que anseia, mas que, muitas vezes, a noiva não procura com a mesma intensidade. Nos perdemos nos devaneios do mundo, acreditando que o que é passageiro e doloroso tem mais valor. E, assim, nos afastamos do amor verdadeiro, do amor puro, que é o único capaz de nos preencher por completo.
"Como podemos perceber, a volta do Senhor Jesus não sótransformará nosso corpo corruptível em incorruptívele nosso ser mortal em imortal (1 Coríntios 15:53-57), mastambém completará definitivamente o ciclo de santificação. Esse ciclo estará quase completo com o fim da intercessãode Cristo no santuário celestial e será finalizado com Seuretorno a este planeta e nossa transformação." Justificação para Principiantes, pág. 22.
Jesus era dono do seu tempo, tinha tempo livre, ele recusou ser o Rei dos Judeus por não abdicar do tempo livre e ser um escravo do tempo e do seu cargo maçante.
“Aqui acreditamos em Deus, no Princípio Criador, na Força da Floresta, no amor de Jesus e na sabedoria da Rainha. Não importa o nome que você dá ao Sagrado — o que importa é o que você carrega no coração.”
"Jesus não chorou porque Jerusalém não tinha pastor, mas porque rejeitou o Pastor que veio em nome do Pai. Há líderes que amam o púlpito, mas rejeitam a voz."
Maria, grávida de Jesus, o Messias e Filho de Deus, pronta para dar à luz, não teve uma hospedaria especial, muito menos uma suíte master.
O ministério e as promessas de Deus não têm a ver com status, mas com serviço e humildade."
Jesus o Carpinteiro Nazareno era apenas um jovem com dúvidas como qualquer outro jovem de sua idade.
"Maria, grávida de Jesus, o Messias e Filho de Deus, pronta para dar à luz, não teve uma hospedaria especial, muito menos uma suíte master. O ministério e as promessas de Deus não têm a ver com status, mas com serviço e humildade."
Jesus nos fornece a imagem, a apresentação de Deus que deveria ser razoável a qualquer pessoa razoável. Não é apenas razoável, e sim a mais atraente apresentação de Deus já feita – ou que poderia ser feita – neste planeta.
Jesus o Nazareno mesmo sendo Deus, Ele não usou em muitas ocasiões o seu Poder Divino para facilitar as suas obras, Ele usou o mérito humano e a organicidade da sua vida humana e muitos recursos da natureza, Ele preferiu suar camisa ao invés de usar o Poder que Ele tinha em mãos.
"A Pistis Sophia, (texto gnóstico que descreve diálogos entre Jesus e seus discípulos após a ressurreição, abordando temas espirituais e a natureza divina), apresenta uma visão profunda da natureza divina, revelando uma realidade espiritual complexa. Nela, encontramos a Mãe Divina, Pistis Sophia, (personificação da sabedoria divina e aspecto feminino da divindade), e o Pai Desconhecido, (o Absoluto, fonte divina incognoscível e transcendente, além da compreensão humana), distinto do Deus criador do Antigo Testamento, conforme interpretado na teologia gnóstica. Juntos, eles se manifestam através dos Aeons, (emanações divinas que nos conectam ao divino transcendente). A centelha divina dentro de nós é uma emanação dessa realidade divina, que foi aprisionada na matéria pelo Demiurgo, (ser inferior que criou o mundo material e é frequentemente identificado como Javé, o Deus do Antigo Testamento), sendo visto como obstáculo à iluminação espiritual, pois nos mantém presos às leis e regras do mundo material, impedindo-nos de reconhecer nossa verdadeira natureza divina. Nesse contexto, a busca pela gnose torna-se fundamental para a libertação da centelha divina, permitindo que ela retorne à sua fonte divina e experimente a unidade entre o interno e o externo, o humano e o divino.
O Jesus das religiões se tornou uma desconstrução ao propósito do Evangelho.
As pessoas usam o nome de Jesus para falar o que quer!
"De fato temos a nossa existência, mas o que estamos fazendo...
Afinal, Jesus Cristo deu a sua vida por nós e nos ofereceu a garantia de salvação em que nele crê e segue os seus preceitos.
