Poemas de Jesus
Marcos 7.6-8: Jesus respondeu: Bem profetizou Isaías acerca de vocês, hipócritas; como está escrito: Este povo Me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. Em vão Me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens. Vocês negligenciam os mandamentos de Deus e se apegam às tradições dos homens. Jesus não deixou nenhuma duvida nesse tema. Por causa da tradição, anulamos no decorrer da história muitas experiências neotestamentárias. As novas gerações de lideres devem evitar as tradições vãs dos homens, como também as novas doutrinas e os modismos dos novos “apóstolos”. Devemos voltar ao caminho antigo, como certa vez alertou o profeta: Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para a vossa alma. (Jeremias 6.16). Caminharemos no caminho antigo? Ou continuaremos seguindo as tradições de homens? Vamos abraçar as novas doutrinas e modismos ou vamos perseverar na Sã Doutrina? Voltemos a simplicidade do Evangelho.
Se quisermos ser discípulos segundo o Evangelho ensinado por Jesus, devemos saber fazer distinção entre “deus” e Deus, entre instituição e Igreja, entre crença e fé, entre fé nas doutrinas e fé Palavra, entre "milagres" das campanhas e Milagres sem barganhas, entre profissionais da fé e vocacionados e entre ter é ser.
O ide de Jesus não é só pregar, evangelizar, cantar e ensinar; mas também dar o pão, vestir o nu e visitar os oprimidos.
A santificação deve ser o desejo de todo cristão se parecer com Jesus e ter uma vida santa, assim como o Mestre teve. Pela sua infinita graça, Deus concede vida santa a todos os pecadores, desde que eles se arrependam e confessem o nome de Jesus (Rm 10.9-10). Assim, Deus disponibilizou três meios para a santificação: o sangue de Jesus: “E, por isso, também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta” (Hb 13.12); o Espírito Santo (2ª Ts 2.13); e a própria Palavra de Deus (Jo 17.17; Ef 5.26). O Senhor nos forneceu todos os recursos necessários para uma vida santa e separada do mundanismo (Rm 12.1-2).
Aquele que experimenta a verdadeira fé em Jesus carrega em si a resiliência da graça. Jogue-o na escuridão de um calabouço, e ele descobrirá que as paredes de pedra não podem isolá-lo da mais doce companhia. Lance-o na aridez de um deserto, e ele será alimentado pelo pão que desce dos céus.
Se as amizades terrenas lhe faltarem, ele se achegará Àquele que é o Amigo que “chegado mais do que um irmão”. Quando as ilusões e as "aboboreiras" de sua vida forem arrancadas, ele não ficará desamparado, pois encontrará refrigério eterno debaixo da Rocha. Por fim, ainda que todas as fundações de suas seguranças humanas sejam minadas, seu coração permanecerá inabalável, ancorado na Graça e na soberania do Senhor.
Mesmo quando o crente em Jesus é lançado às condições mais adversas, sua esperança não se dissolve, porque ela não está ancorada nas circunstâncias, mas no próprio Senhor. Se for colocado em um calabouço, não estará realmente só, pois descobrirá que a comunhão com Cristo e com o seu povo sustenta a alma de maneiras inesperadas. Se for conduzido ao deserto da escassez, ainda assim aprenderá que Deus continua sendo aquele que provê o pão do céu, suficiente para cada dia.
Mesmo quando o crente em Jesus é lançado às condições mais adversas, sua esperança não se dissolve, porque ela não está ancorada nas circunstâncias, mas no próprio Senhor. Se for colocado em um calabouço, não estará realmente só, pois descobrirá que a comunhão com Cristo e com o seu povo sustenta a alma de maneiras inesperadas. Se for conduzido ao deserto da escassez, ainda assim aprenderá que Deus continua sendo aquele que provê o pão do céu, suficiente para cada dia. Quando as relações humanas falham e a amizade parece distante, ele não cai no abandono definitivo, pois reconhece a presença daquele que é o “amigo mais chegado que um irmão”, cuja fidelidade não se esgota. E ainda que as alegrias desta vida, como as “aboboreiras” que trazem sombra passageira, sejam retiradas, ele encontra abrigo na Rocha eterna, cuja solidez não pode ser abalada. Assim, mesmo quando as estruturas que sustentavam suas expectativas terrenas são removidas, sua confiança permanece firme. Não porque ele ignora a perda, mas porque aprendeu que sua esperança última não repousa no que é frágil, mas naquele que permanece inabalável.
O que faz de alguém um seguidor de Jesus não é a ausência de falhas, mas a coragem de admitir que precisa, a cada instante, de um Salvador.
A essência do Evangelho não é usar Jesus para corrigir seus planos terrenos, mas render-se à Pessoa dEle, pois o gozo da Sua glória é o maior tesouro. Em Cristo, você não encontra um mero 'complemento', mas a própria vida e o contentamento.
Seguir Jesus é o processo de autonegação diária, onde você é desconstruído pela graça a ponto de morrer para si mesmo. É quando o seu 'eu' perde o trono que Cristo ocupa espaço em você.
Seguir Jesus não é um compromisso de domingo; é uma rendição diária que atravessa todos os dias da nossa vida nesse mundo caído.
Se Jesus acalmou a fúria do oceano com apenas uma palavra, o seu coração também pode encontrar descanso na mesma voz poderosa.
Se a Palavra de Jesus ordena ao mar da nossa vida que se aquiete e as ondas obedecem, por que cargas d'água a ansiedade ainda insiste em agitar nosso próprio coração? O mesmo Cristo que cessa a tempestade lá fora é quem nos convida a aquietar a alma e a descansar na plena certeza do Seu amor.
Nunca foi obstáculo para Jesus curar a rudeza impetuosa de Pedro, dissipar a névoa intelectual de Tomé, ou refrear a vaidade terrena dos filhos de Zebedeu. O calvário de Cristo não repousava na fraqueza dos homens sinceros, mas na farsa letal dos religiosos que simulam uma santidade que o coração desconhece. Jesus transita com graça compassiva por entre as feridas da nossa humanidade caída, mas ergue-Se em severo juízo contra a sepulcral hipocrisia da religiosidade formal.
