Poemas de Humor
Quando criança, eu não falava vermelho e sim remelho. Meu filho, quando pequeno, não falava coelho, mas cunhelho. O hilário é que hoje, embora ambos adultos, ainda conseguimos soltar pérolas como essas.
Ah! Não me peça que eu lhe faça uma canção como se deve, correta, branca, suave, muito limpa muito leve. Sons, palavras, são navalhas e eu não posso cantar como convém sem querer ferir ninguém... Ué! Eu acho que alguém já escreveu isso! Ô Belchior, faz favor!!!
Não tem aquele momento que da aquele vuco, vuco, vuco na barriga... Então! Acho que acabei de sentir o primeiro vuco. Kkkk!!!
Não sei se foi assim com você. Mas, nas minhas duas formaturas, sempre recebi um canudinho com uma folha de papel ofício em branco dentro. Kkkkkkkkkkk (Cadê meu diplomaaaa???
Tudo bem que alguém que vá dirigir seu automóvel ajuste o banco e os retrovisores do carro... Mas, modificar toda a configuração do seu rádio... Grave, agudo, mais som atrás, menos na frente... Ah! Vai catar koquimmm! Aqui!Me ajuda aê.
Mas, voltando a parada do chuveiro elétrico: No inverno se você coloca no MORNO, Não esquenta o suficiente (Você vai morrer de frio).
Se colocar no QUENTE, precisa ir regulando a quantidade de água com muito jeito (deveriam dar um curso só para ensinar isso). Quando em fim consegue colocar na temperatura desejada, você tem exatos 3 minutos antes que ele torre. Rs rs rs...
A parada do chuveiro elétrico é assim: No verão você não liga... No inverno você liga e ele queima...
É questão de tempo para eu entrar no Top dos Autores mais lidos. Questão de tempo! Mas, põe tempo nisso...
Veio-me algo agora na lembrança que me deixou intrigado: Porque será que quando criança, toda vez que passava um avião nós ficávamos aos berros, dando tchau! Para os aviões? E porque nossos pais permitiam tamanha idiotice? Tchau!Aviãooooo... E o pior... Por que nunca nenhum avião nos respondeu kkk???
Recuso-me a crer na liberdade e neste conceito filosófico. Eu não sou livre, e sim às vezes constrangido por pressões estranhas a mim, outras vezes por convicções íntimas. (…) diante do espetáculo aterrador das injustiças humanas, (…) Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto então melhor meus sentimentos de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar, a mim e aos outros, a sério demais. Vejo o mundo com bom humor.
O meu questionamento não é a diferença entre ser: Um homem lúcido com lampejos de loucura, ou um homem louco com lampejos de lucidez. Mas, sim definir a qual grupo faço parte. Rs rs rs...
"Espero que meus quadrinhos façam você rir - pelo menos uma vez - que é a maior honra que um cartunista pode alcançar."
"Sou um profissional dentro da "marginalidade" que é o cartum e a história em quadrinhos no Brasil".
As respostas vêm com jeito, mas principalmente vêm porque a gente se abre pra elas. É aí que o empecilho vira estímulo, a irritação vira bom humor e o insolucionável vai ficando miúdo, miúdo até poder ser contornado, até que a gente possa digerir.
Pergunto às pessoas porque elas têm cabeças de veados em suas paredes. Elas sempre dizem que é porque é um animal tão bonito. Ai está. Eu acho que minha mãe é bonita, mas eu tenho fotos dela na parede.
Você não pode colocar um preço no amor. Mas se pudesse, eu esperaria que ele entrasse em liquidação.
Como o crítico diante de um quadro, muitos se põe diante do homem para poder interpretá-lo. Como no primeiro caso, a ignorância do autor torna o processo um equívoco imensurável.
