Poemas de Herói

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O meu maior Super-Herói é o conhecimento financeiro, ele me salvou várias vezes.

"você pode ser um herói e um vilão ao mesmo tempo, em diferentes historias, entre uma mentira e uma verdade as vezes não existe relação"

Você é um super-herói, cheio de força, porque chegar até aqui exige superpoderes. Acordar com tantos desafios não é fácil, e isso só prova o quanto você é incrível. A realidade é dura, mas mesmo em meio aos balanços da vida e às dores, você segue firme.

O verdadeiro herói não é aquele que mata muitas vidas, mas que sacrifica a sua própria vida pelos outros!

Em algumas circunstâncias você pode chutar o balde e se tornar um heroi perdedor.⁠

O herói é o resultado daqueles de sua época do que sonhamos e a causa que ele defende. Mesmo, às vezes, andando em tempestade e julgado pelo que fez por necessidade.

Nossa vida é uma história de ficção.
No final o que você acha que é o herói será o vilão.

"Seja o herói da sua própria jornada: lute, conquiste e não dependa de ninguém."

“Aquele que assume as dores do mundo e rejeita as próprias é herói para a sociedade e, consequentemente, vilão para a própria alma.”

Policiais não são heróis das telas de tv nem são imortais das estórias de quadrinhos. Eles são heróis da vida real e eternos na memória daqueles que reconhecem o seu trabalho.

⁠"Ele foi embora e levou junto a minha versão que ainda acreditava em herói."

"Seja o herói da sua própria história: vença a raiva com a paciência e transforme a hostilidade em solidariedade."

⁠Aquele que fala do herói com desprezo e zombaria é sempre um homem em que falta atributos heróicos. O culto do herói é o princípio básico do corpo e acrescenta em muitos aspectos fundamentais a alma humana. O que salva a carne de ser ridícula é a presença da morte que existe no corpo vigoroso e saudável. É essa presença que sustenta a dignidade da carne.

“Nem todo herói usa capa. Alguns carregam no colo um filho autista e seguem lutando todos os dias.” 💙

O mundo dá voltas tão violentas que o homem que hoje deita no seu peito como o herói que cura as suas feridas, amanhã pode ser o carrasco que arranca o seu último suspiro. A lição de vida mais amarga que nenhuma mulher deveria precisar aprender é que o amor verdadeiro nunca exige que você morra por ele, e que a sua intuição é a sua única armadura: nunca abaixe a guarda para quem tenta trancar a sua liberdade sorrindo.

“Nem todo herói empunha uma lança; alguns demonstram sua grandeza pela fidelidade ao caminho que escolheram percorrer.”
Dom Veiga

Um amigo de verdades não morreria como um herói ao teu lado, mas sim morreria junto como idiota;

⁠Meu pai herói, meu mentor amado! Obrigada por estar perto quando eu preciso, me proteger e me amar tanto. Muita gratidão. Te amo infinitamente.

Se você esmaga uma barata sob o sapato, o mundo aplaude em silêncio: herói anônimo, salvador do asco, executor do invisível inimigo que rasteja nas sombras da cozinha. Ninguém chora pela carapaça estalada, pelo corpo achatado que some no lixo. É justiça prática, vingança contra o repulsivo, o que fede e contamina. Mas mate uma borboleta — ah, que crime! Suas asas iridescentes, pintadas pela alquimia da natureza, tremem no ar como um verso de Mallarmé. Esmagá-la é vandalismo contra a beleza, profanação do frágil milagre que dança no jardim. De herói a vilão em um piscar de antenas. Eis o enigma: o julgamento não reside na morte, mas no estético que a encobre. A barata é o feio encarnado ,crocante, marrom, legionária das trevas, merecedora do extermínio por sua mera existência. A borboleta, em contrapartida, é o belo efêmero, embaixadora do verão, cujo voo evoca a alma poética que lateja em nós. mata-la fere nossa própria sensibilidade, como se o sangue colorido manchasse o quadro da vida. Aqui começa a tirania do olhar: a moral não julga atos, mas aparências. O que repele é punível; o que encanta, sagrado. Essa dicotomia revela o abismo humano: vestimos a ética com roupas de nosso gosto. O herói mata o monstro disforme; o monstro, ele próprio, devora a flor alada. Filósofos como Kant sussurraria sobre o sublime no terror da barata, enquanto Nietzsche riria da fraqueza que poupa a borboleta por vaidade. No fim, somos prisioneiros do espelho: o que é belo absolve, o feio condena. E assim, entre o estalo da barata e o adeus da asa, ergue-se o tribunal supremo, não da razão, mas da retina.

Herói é aquele que está de fralda no campo de batalha, enquanto os outros se urinam.