Poemas de Família

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⁠Onde eu nasci, ela era casada e tinha filhos. Seu nome?
S-A-U-D-A-D-E
Vivia com um senhor chamado "Distância".
E ainda amamentava duas crias, gêmeas, nascidas prematuramente.
Uma garotinha chamada "Vontade de viver", saiu do ventre primeiro, toda faceira e de gênio forte. A outra, quase não vingou, só veio ao mundo no último instante... Fraca, mas guerreira e vive até hoje às duras penas. Essa recebeu o nome de "Esperança".
Alguns não gostam deles. Mas posso dizer que são uma boa família.
Eles têm fama de fazerem as pessoas chorarem. Não por maldade, é claro. Mas porque é da sua essência.
Durante algum tempo eles vivem livres, mas na maioria das vezes, quando o senhor Distância e dona Saudade precisam trabalhar, eles guardam as filhas no lugar mais seguro que existe. O nosso coração.

⁠Nosso senhor, Deus de amor que não desampara seus filhos.
Dai-nos valentia para seguirmos a jornada que nos compete. Faça-nos fortes para vencermos a
as tentações.
Peço saúde, proteção e que não nos falte o pão que alimenta a carne e a fé que alimenta a alma. Amém!

⁠DEUS É BOM O TEMPO TODO

Todos somos filhos de Deus abençoados no sublime caminho
da fé que nos ergue em meio a espinhos.
Que Deus abençoe igualmente quem insiste sozinho.

⁠Um homem tinha um casal de filhos. A menina se chamava BORA. E o menino, BILL.
Eles tinham que chegar rápido num determinado lugar. Estavam a pé!
O pai era rápido e deixava os filhos para trás. Até que ele parou, olhou para trás e disse: comé que é? BORA BILL!!!

🧙🏼‍♂️

⁠Boa tarde!

Deus sempre cumpre suas promessas e mantém sua fidelidade para com seus filhos. Ele é bondade, justiça, misericórdia e, acima de tudo, o amor.

Podemos confiar e descansar em Sua palavra, sabendo que nunca nos abandonará.
"Deus é fiel", essa é uma verdade poderosa e reconfortante que nos lembra do cuidado e amor inabaláveis de Deus por nós.

Podemos confiar nele em todas as coisas e esperar, com alegria, suas bênçãos e promessas se cumprindo em nossa vida.

- Edna Andrade

🌸 Nossos filhos aprendem mais com o cheiro da nossa vida do que com o som da nossa voz.


Trecho do livro: Lá em Casa

Negar alimento espiritual aos filhos, podendo oferecê-lo, é negligência diante do céu.
No mundo, isso seria crime. No reino de Deus, é abandono espiritual.
Se até os maus sabem dar coisas boas aos filhos, quanto mais Deus! Mas será que nós temos dado o que Ele deseja?
Se o mundo não tolera maus-tratos físicos, por que toleraríamos o abandono espiritual das nossas crianças?


trecho do livro Lá em casa

A espiritualidade dos nossos filhos precisa ser prioridade, não um detalhe da rotina.
Não é maldade, é distração. Mas negligenciar a fé infantil tem consequências eternas.


trecho do livro "Lá em casa"

O pão espiritual já está sendo servido; que nós, pais, não sejamos o obstáculo entre nossos filhos e o alimento que vem do céu.


trecho do livro Lá em casa

Muitos perderam a guarda espiritual dos seus filhos por negar-lhes a Palavra.


trecho do livro Lá em casa

O maior legado que podemos deixar aos nossos filhos é uma vida cheia de maná, uma infância regada com a presença de Deus.


trecho do livro Lá em casa

Uma aljava cheia de filhos bem guardados espiritualmente é um testemunho de vitória e honra no céu e na terra.


trecho do livro Lá em casa

Nossos filhos são herança do Senhor — não brinquemos com o valor dessa responsabilidade.


trecho do livro Lá em casa

Pais que guardam a espiritualidade dos filhos enfrentam os inimigos com flechas afiadas na mão.


trecho do livro Lá em casa

O caos começa quando pais perdem o papel, mães esquecem o propósito e filhos crescem sem direção.


Trecho do livro Lá em casa

A maior pregação que seus filhos ouvirão será sua vida, não suas palavras.


trecho do livro Lá em casa

O lar é a primeira igreja que seus filhos frequentam – e você é o pastor deles.


trecho do livro Lá em casa

Às vezes parece que Deus tem filhos favoritos, mas o que Ele tem mesmo é propósito.


trecho do livro Lá em casa

Ainda sobre o fatídico dia 28/10/25, no RJ.


Me impressiona alguém que, tendo filhos e netos, consequentemente nos sugere que saiba da importância afetiva deles na vida dos seus pais e de todos aqueles que os amam, apesar dos seus defeitos, e que se diz cristão, não hesita em comemorar a morte do filho de outro alguém.
Ninguém precisa ficar triste com a morte de bandido. Porém, ficar feliz me parece não ser o exemplo deixado, segundo a Bíblia, por Jesus.
Como reflexão, fica mais essa suspeita que esta figura divina chamada Jesus, no fundo, não tem potencial suficiente para ensinar aos seus "fiéis".


O triste é quando vem a vida e ensina.

Nós, filhos do silêncio emocional, crescemos com a alma ferida antes mesmo de entender o que era o amor.

Aprendemos que chorar não muda nada, que o colo não vem, que o abraço esperado não chega.

E então nos tornamos mestres em esconder a dor — empurrando-a para o canto mais escuro do peito, onde ninguém ousa tocar.



A falta de afeto se torna um buraco que tenta ser preenchido de qualquer forma.

Transformamos o corpo em linguagem, o desejo em refúgio, e o toque em anestesia.

A sexualização vira um disfarce bonito para um desespero mudo.

Ser desejado é, por um instante, sentir-se acolhido — mesmo que seja mentira, mesmo que doa depois.



Mas o tempo revela o engano.

Na vida adulta, o espelho devolve o rosto de quem tentou ser tudo, menos ele mesmo.

Percebemos que moldamos nossos caminhos para caber no amor do outro, para sermos vistos, aceitos, amados — e que, no fim, seguimos sozinhos.



O afeto negado na infância cria adultos que sangram por dentro e sorriem por fora.

Carregamos a morte simbólica daquilo que poderia ter sido: o eu verdadeiro, o amor simples, o pertencimento.

E então, quando a vida perde o sentido, resta apenas o entendimento.

Não o perdão, não a paz — mas a consciência de quem nos tornamos.

E talvez, dentro desse reconhecimento amargo, exista o primeiro passo da cura