Poemas de Erico Verissimo 1910 a 9
A prudência recomenda: Não troque o certo pelo duvidoso. Não troque o correto pelo tortuoso. Não troque a progressão pela regressão.
A felicidade é minimalista, não precisa de muito para se estar pleno. A maior riqueza que existe é o bem estar, é usufruir das coisas simples, como o sol e esse mar.
O sorriso, um movimento tão singelo, mas capaz de reanimar um coração ferido, dando a esperança de bater novamente por um grande amor que algum dia chegará.
São graves, perante Deus e perante a sociedade, as responsabilidades dum chefe de família.
Quero ser seu "porto seguro" em momentos de crise, mas sobretudo desejo que você aprenda a ser seu próprio aparato nos momentos de "tempestade".
Quando você já tentou de todas as formas expressar o que está sentindo e a outra pessoa ainda não entendeu, tente o silêncio.
Quando abandonamos o confronto com batalhas infundadas, nos desarmamos com a vida para podermos então voltar o nosso olhar para o autocuidado e para outras perspectivas de tudo o que nos acontece.
O desfecho de uma etapa da vida é como um pôr do sol que acena a sua despedida, em que suas cores vibrantes se desvanecem no desbotar de cores imprevistas, em que o calor e a luz natural da vida se declinam para podermos contemplar o brilho das estrelas.
Este é o momento de vislumbrarmos a imagem da nossa essência espelhada nas águas cristalinas da nossa própria verdade para percebermos que é necessário desapegar-se do que se foi para empreender outras direções.
Faremos a paz quando tirarmos o dedo do gatilho e nos aconselharmos com o Espírito Santo de Deus, não com os conselheiros de guerra.
Se hoje planta discórdia, amanhã certamente colherá a morte. Porém aquele que hoje planta o amor, amanhã garante a salvação.
Um ciclo se encerra.
Um recomeço nos aguarda. Feliz Ano-Novo! Que o próximo ano venha renovado, com alegria, sabedoria e paz.
DE IDOSO NÃO SE ZOMBA ("Quem zomba dos pobres mostra desprezo pelo Criador deles; quem se alegra com a desgraça não ficará sem castigo". — Provérbios 17:5))
Deus prescreveu a pena de morte para "crianças" (ingênuos) teimosas e rebeldes reincidentes (Dt 21:18-21). Quando quarenta e duas "crianças" zombaram de Eliseu (o profeta) , ele as amaldiçoou no nome do SENHOR; e Deus o honrou, enviando duas ursas para estraçalhá-las por causa dos gracejos delas (IIRs 2:23-24). E o Conselho tutelar fazendo seu trabalho favorável aos direitos humanos, protegendo delinquentes e fazendo dos pais, que as corrigem duramente, de delinquentes. Lugar de criança é na escola, diz o ditado, juntas e misturadas. O irônico disso é que os filhos dos crentes aprendem a xingar, e os mundanos não aprendem a orar. Porém, o sindicato dos profetas não deixa agressores sem punição (a justiça natural). As ursas promotoras dessa justiça eram de direita e agiam em nome da lei de proteção aos idosos. Quem viveu muito, viveu de acordo com as leis da natureza. CiFA
Tudo que nos tornamos, por mais que seja algo individual, sempre existe um pedacinho de cada pessoa que fazem parte de nossa vida.
Feliz Ano Novo!
NÃO CONFUNDA CULTURA COM TORTURA ("Fogos de artifício é igual funk e forró risca faca... Nem todo mundo curte, mas quem gosta, acha que todo mundo tem que gostar também". — Ket Antonio)
Algumas cidades decretaram uma proibição de não soltarem fogos na passagem do ano, alegando o sofrimento dos cães. "Para um futuro próximo, os fogos serão silenciosos, e as árvores de Natal não mais existirão" – Disse Amauri Valim! Realmente, a profecia se cumpre; está tudo mudado, os fogos de artifício não incomodavam cães resilientes. Eram os cachorros que incomodavam as pessoas. E os cães festejavam à moda dos humanos, ainda levavam chutes por transitar no meio deles. Hoje os humanos festejam à moda dos cães ou nada. Uma palavra que está na moda é Resiliência, Antigamente eram os cães resilientes, hoje são os humanos os resilientes à conveniência. Assim é o mundo! Soltar fogos de artifício, rojões e fogos na passagem do ano é cultura ou tortura? "Na virada, fogos de artifício. No jogo da vida, artifícios..." (Francismar Prestes Leal). (Cifa
