Poemas de Erico Verissimo 1910 a 8

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⁠Todo palhaço tem um pouco de criança: Ele brinca,pula,canta, dança...E ri até mesmo do que não existe . Mas na verdade O que ninguém sabe É que todo palhaço é triste. Às vezes ele leva alegria ao picadeiro E chora no camarim. Às vezes ele é um tipo de anjo mensageiro Que entre a alegria da brincadeira anuncia o seu próprio fim...

Inserida por WendelBonatti

⁠Dançarei com as palavras que você não quer ouvir, lançando-as ao vento, pois sei que meus lamentos jamais alcançarão o abismo do seu coração partido, que insiste em culpar-me por males que não semeei e se iludir com a ideia de que me esquecer algum dia te trará a paz.

⁠Eu poderia te dizer mil palavras, mas nenhuma delas expressaria o amor que eu sinto por você, é recíprocoeverdadeiro.

Inserida por joaonribe

Só o resgate do nacionalismo romântico tem a potência de transcender as ideologias no tocante a política cultural como bastião do projeto de país que queremos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Precisamos de um banco nacional da poesia digital brasileira. Quem concorda, compartilha.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Embora que venhamos de lugares distintos e falamos diferente, a batida do nosso coração é igual.

‎A harmonia do corpo e da alma... Nós, na nossa cegueira, separamos estas duas coisas para inventar um realismo vulgar e uma idealidade vazia!

"O investimento mais seguro, melhor e rentável é o que você faz em você! É valor e não preço."

De qualquer maneira até que achei bom eles terem inventado a bomba atômica. se houver outra guerra, vou sentar bem em cima da droga da bomba. Vou me apresentar como voluntário para fazer isso, juro por Deus que vou.

Não mastigue o que eu vou comer! Não junte o que não espalhei! Não me negue o que não pedi!

“As pessoas sempre estão pensando que alguma coisa é totalmente verdadeira. Eu nem ligo, mas tem horas que fico chateado quando alguém vem dizer para me comportar como um rapaz da minha idade. Outras vezes, me comporto como se fosse bem mais velho – no duro – mas aí ninguém repara. Ninguém nunca repara em coisa alguma.”

É perceber que talvez amar seja outra coisa. É sentir-se leve e livre. É saber que o coração dos outros não lhe é devido, não lhe pertence, não lhe cabe por contrato. A cada dia você deve merecê-lo. E dizê-lo. E dizer a ele. E compreender pelas respostas que talvez seja necessário mudar. É necessário mudar. É necessário ir embora pra reencontrar o caminho. Fabio que me olha bravo, de pé diante do portão.
E diz que não, que estou errada, que somos felizes juntos. Agarra meu braço e aperta com força. Porque, quando alguém que você deseja se vai, você tenta mantê-lo com as mãos e espera assim prender também seu coração. E não é assim. O coração tem pernas que você não vê. E Fabio vai embora dizendo você vai me pagar, mas o amor não é divida a ser liquidada, não dá créditos, não aceita descontos.

Não me importo com padrões. Os princípios da normalidade são estabelecidos por homens anormais, capitalistas, corrompidos e inconstantes.

Dizem que todos perdemos 21 gramas no exacto momento da nossa morte. Todos nós. E quanto cabe em 21 gramas? Quanto é perdido? Quando perdemos 21 gramas? Quanto se ganha? 21 gramas. O peso de um colibri. Uma barra de chocolate. Qual é o peso de 21 gramas?

Admiro quem pode ver o mistério das coisas, quem, da simplicidade do que é, consegue antever a beleza do que poderia ser.

Uma montanha é como uma pessoa. É uma história longa e cambiante feita de incontáveis pedacinhos.

As pessoas sempre batem palmas pelas coisas erradas. Se eu fosse pianista, ia tocar dentro de um armário.

Houve um tempo em que o mundo era tão jovem, que o nascer do sol ainda não existia. Porém, mesmo assim havia luz.

“Amar não é para qualquer pessoa. Amar é um mistério revelado apenas para quem aprende a morrer para si e viver para outro.”

Cada nova ideia que nos penetra irá desorganizar nosso sistema de pensar e derrubá-lo como a um castelo de cartas. Reconstituí-lo é avançar!