Poemas de Dor
Por vezes, temos de caminhar a olhar para o solo, porque a dor de encarar o céurevela tudo o que já não alcançamos.
A vida evoca que devo continuar,
a existência permanece onde a dor grita. E o Amor ensina-me, todos os dias, que a ferida se transforma em superação, não em aprisionamento.
Sempre vou me reerguer depois de uma derrota. Sempre vou superar qualquer dor. Fui feita para ser feliz. Por isso nada me deterá. Nada me derrotará.
Ser Poeta é transformar a dor em arte. Em cada verso as palavras encontram abrigo e ganham asas para a imaginação. O Varal literário é um livro aberto ao vento.
A dor de não falar não impede que aqueles mais próximos de nós ouçam o mundo silencioso do nosso espírito.🕊
Aqui no penhasco, onde mora a paz e a tranquilidade, vemos o prazer e a dor se degladiando lá no vale. O ensinamento de quem não é mais alguém.
o medo, você pode escolher dominar ou senti-lo.a violência, você opta infrigir ou recuar.a dor,você decide superar ou carregar na jornada.
"Divertimento que precisa da dor alheia não é lazer, é perversidade. Você acha que está rindo, mas está apenas se destruindo."
A verdade é um espelho quebrado, cada fragmento reflete uma parte de quem você é, e a dor está em juntá-los.
O problema não é o que os outros acreditam sobre a sua dor, mas você se convencer de que ela não é real.
Eu estava preso em um labirinto de números e razões, tentando desvendar a dor como um enigma matemático, mas a verdade é que o amor não se resolve, ele se vive. Agora, paro de correr em círculos e aceito o passado, a maior superação é reconhecer que a felicidade não está na lógica, mas na ousadia de amar novamente.
A dor de um coração partido não é o fim da história, mas o prólogo forçado de um capítulo de metamorfose, é o fogo purificador que queima as ilusões e revela a fragilidade do que era apenas transitório, e o espaço que antes era ocupado pelo outro se torna o santuário da sua redescoberta pessoal. Não lute para preencher o vazio imediatamente, use-o para construir a sua base mais sólida, aquela que é independente de afetos externos e que reside na totalidade do seu próprio ser, transformando a solidão temporária no solo fértil da sua liberdade emocional.
Embora estivesse imerso na minha própria dor, a verdade eu já conhecia no íntimo do meu ser, uma luz que teimava em brilhar através das nuvens da minha tristeza, o conhecimento salvífico de que Jesus morreu por mim um dia no madeiro, essa certeza da Sua entrega, do quanto sofrimento Ele suportou, era o único farol capaz de orientar meu barco em meio à tempestade, mostrando a magnitude de um amor incondicional.
Acordo com a pleura aberta para o dia, como quem mantém janelas quebradas por coragem. A dor assenta à mesa e pede licença para ficar. Eu respondo com silêncio, porque o silêncio é o único remédio que conheço. E ainda assim, sorrio, não por esquecer, mas por aceitar o corte.
A dor tem uma língua própria, poucos se oferecem para traduzi-la. Conto-a com as mãos e às vezes com olhos partidos. Não peço aplausos, só que alguém tente entender o sotaque. Quando encontro esse ouvido, a dor muda de tom e emagrece. Dividir o idioma do ferimento é já metade da cura.
A dor me fez poeta, e a fé me fez inteiro, entre as duas encontrei equilíbrio, e nesse equilíbrio encontrei propósito, meu destino nasce da junção dos meus extremos.
A dor digna é aquela que ensina sem pedir aplausos. Sofrer com nobreza não é ostentar feridas, é cuidar delas. Cuido com pequenos rituais e com paciência que não grita. E, no silêncio, descubro que a dor se transforma em história. História que não humilha, apenas testemunha o caminho.
