Poemas de Dor
Atire a primeira pedra quem nunca pensou em morrer para escapar de uma sensação de dor ou de impotência extremas.
A confiança quebrada pode se tornar uma grande dor no início, mas vai se tornar um grande aprendizado no final.
O amor, ah o amor, algo tão sublime que ninguém soube explicar, só Jesus no silêncio de sua dor na cruz,soube demostrar.
Naquela rosa feri-me nos espinhos, pela dor a julguei, em primeira estancia a desprezei, não aprendera a cultivar seu perfume, por isso hoje sou só...
Todo choro, toda dor, toda angustia, todo sofrimento, irá passar, pois a Palavra de Deus diz: que Somente a Felicidade, a Paz, a Justiça reinará sobre os seus filhos, e tudo que é bom será eternamente , sem fim, imagine uma vida eterna, sem dor, sem choro, sem ruindade , será só alegria ao Lado do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo!
Tem dias que nem sei dizer, não tenho motivação. Eu sinto em mim uma dor sem fim, não sei dizer a razão.
TEM TUDO, AQUELE QUE SABE VIVER SEM NADA, NESSE MUNDO.
SEM APEGO, SEM DOR, SEM DESEJO, SABE VIVER A VIDA COM AMOR.
O poeta sempre será um fingidor, viverá intensamente e sentirá a dor, a dor deveras que o mesmo sempre pressente.
sei que errei quando disse que acabou hoje estou sofrendo morrendo com essa dor agora que perdi aprendi a dar valor!!
O desespero é a cegueira provocada pelo medo de viver, a dor de ser e vontade de morrer, num só instante.
Não há dor que não nos traga aprendizado. Não existe sofrimento que não nos lapide, e não nos aproxime de Deus.Tudo o que nos acontece tem um poque,uma razão de ser,pois absolutamente nada,nos acontece por acaso.Estamos aqui, para crescermos, amarmos , evoluirmos e voltarmos para casa.Somos todos passageiros desse tempo dessa esfera chamada vida...
Sou dor, perdas, lágrimas. Sou sorriso negado, sou o olhar retraído, sou euforia a alegria reprimida, sou coração reconstruído, sou o abraço nunca dado, sou céu e inferno, Sou nada e sou tudo...
Ha cada manhã que levanto, me pergunto quanto tempo ainda aguento esta dor, antes de perder completamente a sanidade.
Dor atravessa a imensidão da solidão,é saudades que sente meu coração.Na negra noite escrevo minhas tristezas juntando todos os meus pedaços,não quero que este seja o meu fim.
“Ao anoitecer vem a sombra ,trazendo em si a dor da incompreensão de um coração isolado , que passa horas e horas observando as estrelas , querendo saber o porque de tanto brilho ,já que vivem sozinhas ? Em minutos chega a chuva que me faz lembrar do quão era boa minha infância com tantos sorrisos e agora estou aqui sem saber se algum dia irei voltar a sorrir como antigamente , tantas coisas queria poder mudar em questão de segundos , mas a hipocrisia está grande e não sei por onde ir .Sem motivos me pergunto porque tanta diferença ? muitos na regalia e outros na miséria ? é revoltante a quantidade de erros que encontramos nesse mundo tão controverso . Mas em uma coisa consigo enxergar a esperança ,é naquele simples sorriso de uma criança, que torna o meu maior motivo pra continuar mesmo estando nesse mundo com tanta nostalgia e contradições .”
Oh! Que grande sacana! Mas... que grande fingidor. Ah... finge ódio, finge dor. Ou finge paixão ou finge que ama! E o marionete é um louco. Ora amargurado, ora feliz. Não mais, dono do próprio nariz. Tudo pro insensato é pouco! Oh! Pobre marionete! Prisioneiro das suas ilusões. Perturbado com seus amores e suas paixões... E o insensato... Apenas promete. Promete felicidade e prazer sem fim. E promete também, ele: O Marionete. Não por ser mau, mas inocente! E sofrem também as borboletas que pousam em seu jardim
Passamos a vida construindo muros para nos sentirmos seguros e protegidos da dor. Depois do muro alto percebemos que ele nos impede de ver a beleza da paisagem e tudo se torna frio e triste. Daí, levamos um outro tanto de tempo tentando derrubar esses muros, e com muita dor e sofrimento quando enfim conseguimos, descobrimos que do outro lado, ao perceber que os tijolos estavam sendo quebrados, alguém tratou de levantar outro muro para se sentir seguro.
A tristeza disso tudo está no tempo que se perde sem poder apreciar o pôr do sol.
