Poemas de Dor
Raramente, ou talvez nunca, um casamento se transforma em um relacionamento individual sem problemas e sem crises; não há como chegar à consciência sem dor.
a vida e uma coisa misteriosa pois você não sabe oque ira acontecer, a vida e passageira, pessoas que só vão ficar temporariamente na tua vida pois são pessoas passageiras só passam pela nossas vidas para dizer que passaram, pois a vida e isso.
A rejeição é dolorida. E na ânsia de ser amado, procuramos desesperadamente que nos aceitem. Mas, quando rejeitados muitas vezes, depois de algum tempo, não sentimos mais dor. Quando trabalhamos nosso amor próprio, percebemos que não precisamos que ninguém nos aceite como somos. Amar-se, é não se sujeitar ao que o outro tem a oferecer. Amar-se, é estar feliz na própria companhia.
Esforçar-se para entender o sofrimento do outro não diminui, portanto, a intensidade do nosso próprio. Em tais casos, as comparações não têm qualquer sentido, pois o sofrimento é um estado que se manifesta na solidão interior e que nada de exterior pode aliviar. Poder sofrer sozinho é uma grande vantagem.
Dificuldades aproximam ou afastam as pessoas. Seja agradecido(a) em ambos os casos, mas na segunda hipótese, agradeça muito mais!
Não importa quanto tempo passe, a sua memória continuará sempre viva e resplandecente no meu coração. Luto eterno!
meus pensamentos o vento levou e na boca ainda sobra um gosto esquisito de amor, essa vida louca brincando de sentir dor...
Longos períodos de empenho não valorizado fazem brotar sentimentos involuntariamente assomados que nos doem abrigar por impelir-nos para decisões que machucam, e suscitam dúvidas sobre seu acerto. Mas o primeiro sucesso que as segue, no entanto, revela-nos que este só se fez possível pela decisão assumida na hora certa, sem a qual estaríamos cada vez mais distantes do resultado que há muito merecíamos.
Começar um negócio não é para todo mundo. O primeiro conselho que eu posso dar é: tenha um limite maior à dor.
De nada adianta reclamar
O vazio aqui está
Jaz meu último suspiro
Desvendando almas
Bate o arrependimento
É tanta falta de Amor
Vivemos em Ilusão
Essa Dor vai passar
Mas o Perdão... esse não vai dar não
Essa Solidão não é nada meu irmão
Imensidão de seres sem luz
Do Calor ao Frio
Dormir e não acordar
Ver o mar sem amar
Viver sem morrer
Morreu e não percebeu
Viveu e não envelheceu
Só dor e decepção
Era tudo ilusão
Sobre amar
É lhe querer bem, quer seja no coração de outrem
Alegrar-me com o brilho no seu olhar
Mesmo direcionado à outro lugar
Sem necessidade de se afastar
A lágrima na face é apenas saudade
E a existência dela constata que fizeste bem a sua parte
A vontade em ter você não anula o quão bem quero lhe ver
Não há culpa em não corresponder um sentimento
Dor ameniza-se com respeito
Se não for ao meu lado seu desejo
Entendo que o destino reservou outro desfecho
Amar jamais será errado
Ainda que os caminhos não estejam entrelaçados.
E se...
E se eu não conseguir ter uma profissão,
E se eu não conseguir ter uma casa,
E se eu não conseguir ter uma família,
E se eu não conseguir ter alguém que me ame de verdade,
E se eu não conseguir sair sair do se?
Luto,
Faço de mim vestimentas de silêncio,
Enterro meu velho eu,
Poupo à mim e a ti,
Não queria estar aqui,
Sobrevivo,
As margens de um eu falido,
Cigarro aceso,
Queimando a brasa,
Fazendo fumaça,
Câncer.
Quem sou eu além de uma menina de eterno coração partido
Por mim mesma
Criança sem balanço
Sozinha na gangorra
Ouvindo músicas na noite vazia
Pensando no nada que me representa
Enquanto me escondo da lua
De vergonha
No peito apenas a coragem de partir
E na mente as correntes que me enjaularam durante todo esse tempo
Quem sou eu além de uma menina de eterno peito cheio
Vagando pela manhã a procura de algo que me transborde
Que me derreta
Vagando no desconhecido do tempo
Fugindo e correndo atrás do passado
Criança solta
Presa
Presa entre o dinheiro e a liberdade
Entre a liberdade e a solidão da noite
Mais uma vez
Livre e só
Sendo o que o coração manda
e que a mente arrebata
Boa e má
Má com o que pensa
E boa com o que faz
Sendo martelada nos pés
E amarrada pelas mãos
Mas a coragem que hoje encontrei
Que hoje me representa
Vai me fazer sorrir amanhã
Como se nada tivesse acontecido
Sorrindo embaixo do sol
E me esquivando embaixo da lua
Porque quando o frio bate
O coração quente pela luz do dia
Congela
Devagar
Rápido
Devagar de novo
A lentidão da vida me faz caminhar observando o mundo
Enxergando tudo
Mesmo precisando de óculos
Mas meu coração sempre enxergou melhor do que meus olhos
Estando tão cega
Nunca enxerguei o verde tão bem
O roxo da flor
O amarelo do piso
Os buracos na calçada
As pessoas
Seus olhares
Eterna andarilha arrependida
Mas livre
Tão livre
Voando junto ao vento
E contra o destino
Eu gostaria que,
O formato não fizesse diferença na Alma,
Mas,
Faz.
Aqui faz,
Ainda que mudanças aconteçam,
De dentro pra fora,
De fora pra dentro,
O que é mais importante pra você?
O copo?
Ou o interior dele?
Hoje ti vi
Te olhei nos olhos
Meu coração bateu mais forte
Se olhar era indecifrável
Gosto de bons mistérios
Mas também gosto de mim
O sentimento vai e vem
Mas não fica
O tempo passa sem pensar
A vida vai sem você se quer imaginar
A gente anda se querer andar
A gente só se foi
E hoje após nos olharmos no espelho mal nos reconhemos
Estilhaço espalhando por todo corpo
A sangue meu em suas mãos ,a pedaços seus em minha espada
Talvez não fosse pra ser
Talvez passamos por isso pra crescer amadurecer e num futuro próximo nos encontrarmos e, nos juntamos para seguir
Talvez Nada acontece e a gente nunca mais se veja (não acredito muito nisso,pois somos muito iguais)
Talvez talvez talvez
Não temos certeza de nada
A única certeza que temos é que o amanhã é um mistério
E como disse anteriormente,eu gosto de bons mistérios
E você é um dos meus favoritos
TEU NOME (soneto)
Deixa a vida com sua sina, enfim devasse
A tua solidão que é o teu maior lamento
Que tem a dor calada no teu sentimento
Todo a angústia que sente se mostrasse?
Chega de engano! Revela-te o ferimento
Ao universo, defrontando-a sem repasse
Ao coração, que já lágrimas tem na face
E suspiros nas noites num pesar sedento
Olha: não suporto mais! Ando cabisbaixo
Deste sofrer, que o meu amor consome
De senti-te sozinho no peito tão imerso
Ouço em tudo o silêncio, golpe baixo
Do desejo. Que vive a calar o teu nome
E insiste em recordá-lo no meu verso
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23 de fevereiro de 2020, Cerrado goiano
Olavobilaquiando
