Poemas de Dança

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E a gente canta, a gente dança , a gente não se cansa de ser criança; a gente brinca na nossa velha infância...

Costumamos esquecer que não podemos impedir a mudança: tudo dança a coreografia sábia e implacável da impermanência.
Mas a música daquilo que verdadeiramente nos toca com amor, não importa o quanto tudo mude, e tudo muda, não deixa nunca mais de tocar e viver, de algum jeito, no nosso coração.

Depois, bem depois, vem o tempo e nos mostra a verdade como se fosse um passo de dança. Suave, intenso, inteiro. Ele vem e mostra. E aí a gente olha para trás e pergunta: por que não agi diferente? Porque você não tinha o conhecimento que tem hoje. Não tinha a maturidade deste momento. Não te culpa. Não me culpa. A gente não tem culpa.

A maior limitação está na mente, não nos membros atrofiados do corpo. Quem dança por dentro, rebola por fora.

E tem gente maravilhosa que, de repente, vai ficando longe, difícil de ver – e aí dança.

Ela Cerveja, Ele Coca Cola. Ela disco, ele tinta. Ela toca, ele pinta. Ela dança, ele tenta. Ela sorri, ele não aguenta. Ela escandalosa, ele calado. Ela festeira, ele sossegado. Ela quer ir, ele tá de boa. Ela desiste, ele ‘me perdoa’. Ela pontual, ele demora. Ela tem pressa, ele sem hora. Ela espera, ele vai embora. Ela pergunta, ele enrola. Ela desencana, ele peleja. Ela explica, ele boceja. Ela respira, ele fraqueja. Ela entende, ele a beija. Ela ponto, ele porém. Ela forte, ele do bem. Ela do momento, ele do além. Ela ama, ele também.

Vê passarela, como dança balança a pança e recua, a gente sua, a roupa suja da cuja se lava no meio da rua...

Chico Buarque

Nota: Trecho da música Flor da idade.

E tem gente maravilhosa que, de repente, vai ficando longe, difícil de ver – e aí dança. Mas também acho que aquilo que é bom, e de verdade, e forte, e importante – coisa ou pessoa – na sua vida, isso não se perde. E aí lembro de Guimarães Rosa, quando dizia que “o que tem de ser, tem muita força.

Depois, o calendário mudou de página, agradeci. Aprendi que, cada pessoa que dança valsa no baile da minha vida, é um mestre que escreve, a giz, na folha da minha eternidade. Eu não culpo as pessoas que preferiram mudar de vagão. Eu as liberto de qualquer acusação. A vida é feita de escolhas e de laços, não de amarras nem de nós.

O Ser Humano sempre expressou seus sentimentos através da dança, onde ele manifesta sua comunhão com o universo.

Cada movimento-forma, na dança do ventre, é interpretado diferentemente por cada praticante, mediante o significado arquetípico que o mesma assume no interior feminino.

Os leves passos de uma bailarina revelam a delicadeza de uma mulher que dança sobre o vento, e com gestos suaves e bem armados desvenda os mistérios de uma canção que nem mesmo o tempo ousou revelar.

Existem algumas coisas que não deixo por "amor";
minha dança, minha liberdade e meus verdadeiros amigos.

Através da prática da Dança do Ventre, a mulher passa a se conhecer melhor e descobrir sua verdadeira beleza. Passa a ter consciência e entender que não existe um protótipo de beleza e sim formas de ser “bela”. Reconhece e valoriza particularidades e qualidades que a torna única.

Gosto de dizer ainda que a escrita é para mim o movimento de dança-canto que o meu corpo não executou, é a senha pela qual eu acesso o mundo.

O que sinto pela dança tem as características da paixão, mas a permanência do amor!

A amizade exige quase tanta arte como um passo de dança bem sucedido. É preciso muito elã e muito comedimento, muitas trocas de palavras e muitos silêncios, e sobretudo muito respeito.

II- A Filosofia pensa,a literatura escreve e a dança pensa e escreve com o corpo.A música? É claro que ela acompanha!

⁠Cuidado para não sair da dança amor.
Sua indiferença é contagiosa, e eu sou vingativo com quem despreza meu coração, que assim como um passarinho, necessita de constante carinho, para nao apodrecer.

Meus lábios querem teus lábios... pra fazerem duetos de amor e felicidade na dança quente dos nossos corpos fogosos..