Poemas de Cruz e Sousa
A felicidade está no frescor da manhã, no encanto de cada momento, na beleza do sol que nasce, na flor que se abre para o mundo, inundando-o de perfume e colorido.. quem não desperta para essas maravilhas, não pode perceber a felicidade que o rodeia....
Cika Parolin
No meu semelhante brilha uma partícula divina... respeitando-a, posso alegrar-me com ela. Do contrário torno-me cego ao amor fraterno que poderia distribuir e receber.
Cika Parolin
Nossa missão consiste em deixar o mundo mais claro....
O mundo ao nosso redor escurece quando permitimos que a tristeza e a amargura se apoderem de nossa alma. Irradie luz e alegria...Cika parolin
'Posso não ser o mais doce.. doce, nem a melhor verdade, mas sou verdadeira quando me apresento à vida. '
‘’Finges que me vê, finjo que acredito. Finges que sonhas comigo, finjo que acredito. Finges que me ama. Eu amo.’
Não sou daqueles seres que andam com uma "balança de ouro" embaixo do braço para "pesar" o tamanho do afeto que me dedicam. Apenas usufruo do carinho que eventualmente recebo e permito a todos a liberdade de demonstrarem, ou não, seus sentimentos.
Cika Parolin
Se exercêssemos um pouquinho mais a tolerância,
certamente aceitaríamos melhor o sagrado direito de cada um ser, simplesmente, o que é. Cika Parolin
Não sei o que dói mais; a dor da saudade por sofrer um desamor ou a dor de um desamor que chegou em virtude da saudade.
A gente escolhe quem vai ficar e é um jeito mudo de dizer: eu aceito o risco de ser machucado por você, eu aceito sua explosão iminente, eu aceito caminhar por esse não saber que é a vida ao teu lado.
gente não pode mesmo escolher não se ferir nessa vida, mas a gente pode escolher quem vai nos ferir. É isso!
Quando não resta outra saída que não seja encarar os fatos, visto- me com a armadura da coragem e sigo em frente! Acreditar na própria valentia é vital para enfrentar o campo de batalha. A vitória não se mostra aos covardes. Cika Parolin
Muitas doces lembranças,
algumas não tão doces... todas fazem parte do acervo de informações que construíram nossa "casa" interior. O que fizermos dessas informações é o que nos torna seres de bem com a vida, ou não. Cika Parolin
Não terá ocorrido que sejamos, nós mesmos, os infortunados anjos caídos, aqueles que Miguel, o arcanjo, e o próprio Deus expulsaram do Reino dos Céus, e que a roda de Samsara, ou seja, a Terra, seja uma espécie de cárcere destinado a conter os nossos espíritos rebeldes, condenados a reencarnar em múltiplas existências, até o dia do Juízo Final, quando então seremos julgados por nossos atos?
A sombra do poder institucional é um véu de sangue inocente, que pende como um crepe fúnebre sobre a história da humanidade, lembrando-nos de que a autoridade e a ordem são frequentemente compradas ao preço da vida e da liberdade.
O trono do poder é um altar onde se sacrificam as vidas inocentes, e o sangue derramado é o óleo que unge os cetros da autoridade, enquanto a história se desenrola como um tapete de mármore, manchado pelas lágrimas e pelo sangue dos oprimidos.
A sede de poder das instituições é um rio que flui invariavelmente através de um leito de sangue inocente, derramado pelas mãos daqueles que se arrogam o direito de governar em nome da ordem e da autoridade.
Certos indivíduos, imbuídos de uma visão permissiva e licenciosa, empregam o termo 'salvando casamento' para descrever aqueles arranjos conjugais que se desviam das normas tradicionais da decência e da moralidade. Tais arranjos, muitas vezes, envolvem uma abordagem mais lasciva em relação às convenções da fidelidade e da monogamia, e podem ser vistos como uma forma de degradação dos papéis e das expectativas dentro do casamento, à luz das mudanças sociais e culturais da época.
A expressão 'salvando casamento' é frequentemente utilizada por aqueles que defendem uma abordagem mais libertina e hedonista em relação às relações conjugais, e que buscam desafiar as convenções tradicionais da moralidade e da decência. No entanto, é importante reconhecer que tais arranjos podem ser objeto de crítica e condenação, e que diferentes perspectivas podem ser trazidas à tona em relação à sua validade e significado, à luz da ética e da moralidade da época.
Se eu me calar de repente ou não souber mais o que falar, por favor olhe nos meus olhos. Pois muitas vezes o meu olhar diz o que não consigo descrever em palavras.
