Poemas de Cruz e Sousa
Conheço tanto pessoas nobres que pensam que são pobres, quanto pessoas pobres que afirmam que são nobres... O superficial da nobreza está exatamente na conquista do poder, e o relevante... Em sua sutil divergência.
Na religiosidade o verdadeiro emprego da fé não está na consistente divergência como um meio, mas na sutil convergência com um fim.
A melhor condição de nos zerar é agirmos de maneira tal que sustente o que estamos realmente sentindo sem se importar efetivamente com o que os outros irão dizer ou seja; Da mesma forma que não devemos nos sentir enaltecido com os elogios caso venhamos acertar, não devemos nos sentir desqualificados com as criticas caso venhamos errar... É o que sentimos e o que fazemos e não o que os outros dizem ou fazem que irá nos definir.
Se quer mesmo saber se a situação que te apresentam é boa ou má, tente torna-la engraçada.... Caso não consiga se esquive pois por ser serio, o mau nunca faz graça.
Não é que os caranguejos não queiram caminhar continuamente para frente, é que eles não sabem... E a melhor maneira para ensiná-los, é aprendendo entender sua linguagem.
O perdão é o braço e a perna do amor, logo, sem o perdão o amor fica tanto perneta quanto maneta, caminha fracionadamente, e tudo o que vier possuir, jamais conseguirá segurar.
Um dia, um momento, um desejo, e o sentimento do coração que grita-me aos ouvidos da alma. “Não paro de pensar em você, quero encontrar o amor.”
Se existe ? Sim já o vivi. Se o procuro ? Não tenho feito outra coisa, e o que me diz agora ? Encontre-o. Onde ? Na simplicidade... no lado de dentro do glamour. Podereis vê-lo ? Mais que isso, poderá senti-lo. E por quanto tempo dessa vez ? Enquanto ele durar. E qual sua duração ? Enquanto houver confiança....
As vezes eu penso que o tanto que se sabe de Deus, é o pouco que se sabe da morte, e o que se sabe.... É que ambos nos acompanham e o que se sonha, é que apenas Deus, nos prevaleça, seja por intermédio do medo, do zelo, da esperança, ou apenas pelo que se sabe.
Na hora da sede, as próprias mãos nos servem como cálice de cristal, por certo, esse é o principal motivo de mantê-las limpas, e afastadas das bactérias oferecidas tanto pelo desespero, quanto pela usura.
Não importa o que diga se não houver verdade, não importa o que pense se não houver decisão, não importa o que professe se não houver fé, não importa o que construa se não houver fundamento, não importa o que ore se não houver perdão, não importa o que faça se não houver vontade, não importa o que peça se não houver urgência, não importa o que sinta se não houver sensibilidade, não importa o que prove se não houver sabor, e tão pouco importa o que conquiste se não for por amor, pois... Por conta de a felicidade ser verdadeira, decisiva, convicta, concreta, remissiva, desejosa, necessária, sensível, saborosa e amorosa; Ela é sobretudo, um tanto quanto metódica.
Pecado mesmo é permitir que a cabeça confunda o coração... Deixemos à inteligência, a função de progredir pensando e ao coração, progredir amando pois um, te leva ao sucesso e o outro, ao colo de Deus
O que realmente me fascina em uma discussão sábia além dos inúmeros assuntos abordados, são as adversidades de ponto de vista observados onde ninguém, se preocupa em ser o dono da razão mas... Em, serem sócios da verdade revelada pelas divergências.
Embora a felicidade seja o nosso destino, a conquista da mesma encontra-se na jornada propriamente dita.
Saber tudo é zerar a vida, por isso não sabemos nada e às vezes somos arrogantes ao ponto de achar que sabemos, mas na verdade somos pequenininhos perto de tudo.
E Quando você olhar já acabou tudo, não se limite, viva a vida, aliás no final você vai perder a Guerra.
Para se vencer uma guerra, na batalha precisamos trocar o fracionário pelo contínuo, a baderna odiosa pelo amor estratégico, sem contar que “nunca” devemos lutar contra ninguém ou algo mas sim, em favor de alguém ou de um ideal.
Nunca segure um choro, se tiver que chorar chore, para estar preparado para sorrir quando for o caso
