Poemas de Cruz e Sousa
C u i d a d o para não se alegrar com a tristeza do próximo.
Hoje foi eu,
Mas, amanhã pode ser você!
Em meio silêncio das palavras,
Existirá sempre uma multidão de pensamentos inquietantes,
querendo descobrir a verdade por trás dos sentimentos.
Nada que você faça...
Será capaz de mudar a idéia que eu tenho de você!
Pois , no pior momento da minha vida, você mostrou quem realmente existe por trás dessa máscara que gosta de usar constantemente.
Não mudo para conquistar pessoas sendo algo que eu não sou.
Aqueles que me amam verdadeiramente não colecionam pedras falsas.
o meu valor pode parecer falso para alguns inexperientes
mas para meus amigos que são peritos em jóias verdadeiras reconhecem o meu valor, me amando como sou, uma verdadeira Jóia!
Verdadeiros sentimentos...Grandes descobertas
Descobri que o amor verdadeiro não morre...apenas adormece...porém quando desperta, desperta mais forte!
Descobri que desconfiança não é certeza, e querer devolver algo que não existe só trás constrangimento.
Descobri que muitas palavras de nada resolvem quando realmente precisamos dela.
Descobri que as ações muitas vezes tem mais efeito que as palavras...porém para algumas pessoas nem as ações resolvem.
Sinto saudade do tempo que passou e que não volta mais.
Sinto saudade das coisas que fazia-mos e que não fazemos mais.
Sinto saudades dos amigos que tinha-mos que hoje não temos mais.
Sinto saudades das coisas passadas ... que não voltam jamais.
Tentei sorrir, mas me afoguei em lágrimas...
Tentei cantar, mas me aprofundei em dor...
Sinto despedaçar minha alma,
Sinto a dor de um amor.
Goiás...
Dos grãos e das flores
Poemas e amores
Sertaneja canção
Paixão, seu paladar sedutor
Me fez sonhar e acreditar que existe amor
Assim te vejo...
Te sinto...
Permito-me lembrar daquele dia
Daqueles dias...
Suspiro fundo, porque sei que em seguida
virá teu sorriso...
Teu toque...
Teu cheiro...
Tua voz...
Teu olhar...
São coisas tão marcantes e vivas
E por um momento até esqueço
Que são apenas lembranças!
LILIUM
De longe a observo...
Tão quieta...
Parece distante...
Quero dizer-te:
Tu és meu fascínio
Deleito-me por ti
Oh! Menina colírio!
Vou roubar tu, meu lírio
Para um antídoto
E de ti, fazer uso contínuo
Oh! Menina delírio!
Aproxime-se...
Deste lado também nasce o sol
E corre o rio
Há noite, há plantio
Surgem vaga-lumes, cantam os passarinhos
Venha, minha flor!
Não deixarei te faltar suspiro
Pule a cerca, desvie-se dos espinhos
Só depende de tu teu caminho
Oh! Lindo lilium!
Custa-me sonhar?
Um dia atracarei
Mas... Daqui até lá
Vivo a te esperar
É o que me resta...
Pois não posso te obrigar a me amar
Oh! Pequena flor!
Deixe-me sentir teu calor?
“Baixem as velas!”
Berraria o capitão ao ver teu navio prestes a afundar
Do contrário, com os dedos cruzados
Pobre marinheiro...
Naufragou em auto-mar
Pois do amor, não soube desfrutar
Deixando-te morrer por uma flor
Que não sabes desabrochar.
A indiferença ou apatia que em muitos é prova de estupidez pode ser em alguns o produto de profunda sapiência.
Os velhos que se mostram muito saudosos da sua mocidade não dão uma ideia favorável da maturidade e progresso da sua inteligência.
Arrependemo-nos raramente de falar pouco, e muito frequentemente de falar demais: máxima usada e trivial, que todo o mundo sabe e que ninguém pratica.
Faço dizer aos outros aquilo que não posso dizer tão bem, quer por debilidade da minha linguagem, quer por fraqueza dos meus sentidos.
O rosto de uma mulher, seja qual for a sua discrição ou a importância daquilo em que se ocupa, é sempre um obstáculo ou uma razão na história da sua vida.
