Poemas de Cruz e Sousa
Na cruz, Jesus nos ofereceu 100% do seu amor. Agora, cabe a nós decidir se vamos compartilhar 5, 10 ou 100% do amor que há em nós com as outras pessoas.
Diante dos ventos da dúvida, a Cruz permanece como a âncora da mais profunda convicção. Ela não é um símbolo de dor, mas a manifestação da força e do alicerce da promessa. Que a lembrança desse ato de amor incomparável infunda a coragem, para que eu afirme a minha fé e permaneça firme, sabendo que o lenho é a prova do eterno cuidado.
Aquele que não tem nada tem cruz pesada pra carregar, ensinando na dor o valor da resiliência e da humildade.
A meditação sobre a cruz não é a simples lembrança de um patíbulo antigo, mas a revelação mais pungente da lógica divina, que o Amor, para ser completo, precisou do maior dos sacrifícios. Penso nas incontáveis glórias que adornavam a Divindade e na Sua voluntária renúncia a toda majestade, trocando o esplendor eterno pela fragilidade humana e, finalmente, pela dor do lenho ensanguentado, um ato de desprendimento tão radical que redefine o conceito de misericórdia. Não existe medida humana para calcular a profundidade desse abismo de Graça, é um amor que se fez ponte, custando a própria Vida, e que por isso exige, da minha alma resgatada, o tributo eterno.
A severidade do julgamento de Sofonias encontra seu cumprimento na Cruz, onde a justiça de Deus cede lugar à Graça que nos resgata do pecado e nos restaura pelo amor sacrificial de Cristo
O julgamento dito no livro de Sofonias se torna restauração na Cruz, onde o amor de Cristo nos resgata do pecado para nos envolver em Sua misericórdia.
Não julque seus problemas mais importantes que os dos outros, Deus nos dá a cruz que podemos carregar, nem mais, nem menos.
A cruz é o simbolo da nova aliança. Alguns tem pavor da cruz, pois pelo que parece, ela é uma exaltação da morte de quem não está morto; mas e se for? Os costumes cristãos com crucifixos e imagens da cruz apareceram por volta do ano 370 D . C, justamente em memória da ascensão do Rei Jesus. Independente da presença de Cristo na cruz, ela sempre será um troféu para qualquer cristão. A cruz vazia representa o resplendor do Messias, mas a cruz preenchida representa a maior expressão de amor que a humanidade já viu.
Se você não se sente bem com aquilo que você é, os outros também não sentirão. Vá para a cruz, Deus te ajudará, mas não fuja do conserto.
O que levou Jesus à Cruz não foram os Seus pecados ou crimes. O que levou Jesus à Cruz, foi o Seu amor incondicional, por mim e por você!
Somente conhecemos a Cristo vendo-o na cruz. Somente encontramos Jesus, se pudermos vê-lo como Cristo crucificado. Não podemos vê-lo antes da cruz somente, nem depois somente.
Jesus ao morrer na cruz, quis que NÓS entendêssemos o quanto precisamos nos lapidar, pois no estado bruto que nos encontramos, necessitamos urgentemente iniciar nossa lapidação para retirarmos nossas muitas imperfeições, e para que consigamos, temos que estar incessantemente, incansavelmente, interminavelmente nos aperfeiçoando como seres humanos. E quando acharmos que nossa lapidação está num estágio bem avançado, nunca estará perfeita, podemos e devemos sempre aprimorá-lá ainda mais um pouco, dando-lhe ainda melhor proporção, somente assim, conseguiremos nos integrar na grande construção de um mundo melhor projetado por Jesus.
Osvaldo Cruz, num tempo mais difícil, com tecnologia menos desenvolvida e com a descrença geral da população, conseguiu debelar do Rio de Janeiro a febre amarela e a varíola. Hoje, com recursos infinitamente maiores, nossas autoridades não conseguem fazer frente ao mosquito da dengue. Ai que saudades do Osvaldo Cruz!
