Poemas de Conforto
Não tenho palavras suaves para o meu conforto de entender os caminhos da vida, mas sim para justificar as dificuldades com satisfação de viver...
Sou lúcido e muita das vezes! Louco apaixonado, mas nunca confunda loucura com interesses...
Só quero está do lado de quem ler as minhas palavras e contempla a poesia com o coração;
Mais Que um Acaso
Não conheço o seu abraço,
mas conheço o conforto
que existe quando você fala.
Não conheço seus passos,
mas já reconheço o jeito como você chega.
Não sei ainda
todas as suas histórias,
seus medos,
suas manias,
as coisas que o tempo
ainda vai me revelar.
Isso também já me fez perguntar:
Como pode nascer tanto Amor
em tão pouco tempo?
Como pode alguém
que ainda não esteve diante de mim
conseguir estar tão presente
em pensamentos que antes eram só meus?
Não sei explicar.
Só sei que,
entre uma conversa e outra,
alguma coisa foi acontecendo.
Sem promessa,
sem planejamento,
sem que nenhum de nós
precisasse procurar.
E agora existe você
em um lugar que eu não esperava
que alguém pudesse ocupar em tão pouco tempo.
Algumas coisas, de fato, eu não sei:
Mas não quero diminuir o que sinto
só porque ainda não tivemos tempo suficiente para entender.
Porque, se isso for loucura, como você disse,
que seja uma daquelas loucuras
que a vida nos concede uma única vez.
E não preciso conhecer ainda o seu abraço
para saber que quero um dia estar dentro dele.
Nem conhecer todos os seus caminhos
para desejar caminhar ao seu lado.
Porque, mesmo sem nunca ter tocado você,
alguma coisa em mim já tocou alguma coisa em você.
E isso, meu amor,
é bonito demais para chamarmos apenas de acaso.
Cada um tem seus objetivos. Uns escolhem o conforto, outros escolhem o progresso.
Eu escolhi evoluir. E, se para isso eu precisar sacrificar alguns vícios bobos e prazeres momentâneos, que seja.
Porque o preço da disciplina sempre será menor do que o preço do arrependimento. O progresso exige escolhas, e eu já decidi as minhas.
A escuridão às vezes parece abrigo para olhos cansados,
mas nem todo conforto é morada.
Há quem se acostume com o frio por medo do calor.
Você me diz que é um desafio se relacionar
com quem gosta de você.
E eu entendo…
porque quando alguém nos oferece luz,
ela revela partes que a sombra escondia.
Você diz que eu carrego amor, poesia, beleza, compaixão.
Talvez eu carregue mesmo.
Mas carrego também dúvidas, medos,
essas perguntas que deixei no ar:
seríamos faísca e palha?
ou a brisa do inverno protegendo uma vela acesa na janela?
Você evita —
não por falta de sentir,
mas talvez por medo de merecer.
E ainda assim,
você diz que não sente os intervalos entre nossas conversas.
Como se não houvesse ausência.
Como se, de algum modo, permanecêssemos.
Talvez porque quando duas almas se reconhecem,
o tempo não separa — apenas respira.
E no fim, há uma verdade simples e imensa:
ser feliz é uma escolha diária.
Não é impulso. Não é acaso.
É decisão.
Encontrar um motivo para continuar vivo é um ato íntimo e corajoso.
E esse motivo não importa qual seja —
se ele faz seu coração insistir, já é suficiente.
Mas, se você quer ter esse motivo,
se quer que ele permaneça e floresça,
você só precisa lutar por ele.
Porque aquilo que toca a raiz do ser,
aquele lugar onde nascem os sentimentos
e o coração revela por quem realmente pulsa,
não pede fuga —
pede coragem.
No conforto dos nossos lares ainda vagamos pelas correntes que carregamos a séculos.
A escravidão mental emocional e ogaritimos tida regras.
Ainda somos racistas e repressivos ,ingnorates, abusivos, filhos da opressão.
Se é gay tem ir para fogueira.
Se é religião pagão fogueira.
Se é bruxa descriminação fogueira sem exssão.
Se burro e alienados futuro da nação.
Queime os pensadores e ignore.
Pois eles são loucos ditadores da gramática fundamental da existência.
"No conforto dos nossos lares, ainda vagamos pelas correntes que carregamos há séculos: a escravidão mental, emocional e os algoritmos que ditam regras. Ainda somos racistas, repressivos, ignorantes e abusivos — legítimos filhos da opressão.
Se é gay, tem que ir para a fogueira.
Se é de religião pagã, fogueira.
Se é bruxa, discriminação e fogueira, sem exceção.
Mas se é burro e alienado, torna-se o 'futuro da nação'.
Queimem os pensadores e ignorem-nos! Pois, para este sistema, eles são os loucos: os ditadores da gramática fundamental da existência."
A Suavidade traz o conforto da alma, do espirito.
A harmonia tranquiliza
A delicadeza encanta, a paz invade
A conversação se inicia espontanêamente
As preces surgem
O momento exala os mais belos sentimentos.
Não se precisa de muito para ser feliz,sentir- se feliz.
A sensibilidade do ouvir, tocar, desperta os mais lindos e nobres sentidos.
Simone vercosa
“Quando a consciência abandona o conforto das certezas e ousa habitar o território das perguntas profundas, o pensamento deixa de ser reflexo do mundo e passa a ser força criadora dele. É nesse instante — raro e silencioso — que enxergamos não apenas o que é, mas o que pode vir a ser, e assumimos, enfim, a responsabilidade de existir com lucidez.”
Por Roberto Ikeda
O conforto não te traz retorno;
A acomodação não te traz evolução;
O agradável não te faz incrível;
A estagnação não o levará a ascensão;
A facilidade não te trará responsabilidade;
Não busco ouro ou prata,
riquezas e bens materiais,
é claro que desejo conforto e bem estar,
e dinheiro opara pagar as minhas contas...
mas como não sou um " pirata" a procura coisas preciosas,com um mapa nas mãos...
acredito que o meu maior tesouro eu já encontrei...
esta em mim...
O " amor" guardado como um diamante em meu coração.
O Filho de Deus não foi crucificado para
resolver conforto terreno, mas resolver condenação eterna.
Ele foi crucificado para salvar almas da condenação eterna.
miriamleal
O sofrimento ensina com uma violência silenciosa que nenhuma palavra de conforto é capaz de traduzir perfeitamente. Ele arranca as nossas máscaras, desfaz nossos orgulhos e nos coloca de joelhos diante da nossa própria pequenez. É um processo devastador, mas é também a única escola onde a alma aprende a ver o essencial.
- Tiago Scheimann
Sai da zona de conforto
Antes que o velho te consuma
Toda mudança dói primeiro
Mas depois vira luz, vira rumo
... tão certo
que subverterá sua apreciada
liberdade quem - por desleixo ou
pretenso conforto - desistiu
de lutar pela
sua!
É muito fácil vender Bravura de Leão enquanto se goza das prerrogativas e do conforto que o poder financeiro proporciona.
Há quem diga o que lhe dá na teia para vender coragem só por gozar de privilégios…
Sob a sombra dessas garantias, o rugido soa alto, firme, quase convincente — mas não passa, muitas vezes, de um eco bem ensaiado em terreno seguro.
O problema não está apenas na encenação da coragem, mas no contraste brutal quando as circunstâncias mudam.
Porque o verdadeiro teste da bravura não acontece quando se tem a caneta que assina destinos ao alcance das mãos, nem quando os riscos são amortecidos por privilégios.
Ele se revela justamente na ausência dessas muletas — quando o silêncio pesa, quando a vulnerabilidade se impõe, quando não há plateia para aplaudir.
É aí que surge o trágico calote da performance: aqueles que se acostumaram a performar força descobrem, tarde demais, que não sabem sustentar leveza.
Tentam, então, entregar a meiguice de um ursinho de pelúcia, mas sem nunca terem aprendido o que há de genuíno nela.
Porque a doçura verdadeira não nasce da falta de poder — nasce do domínio sobre ele.
No fundo, o que se expõe não é apenas a incoerência, mas uma espécie de dependência: há quem só saiba ser grande quando tudo ao redor já o coloca acima dos outros.
E quando esse cenário se desfaz, resta apenas o desconforto de encarar a própria dimensão real — sem metáforas, sem encenações, sem privilégios para sustentar a doce ilusão.
Talvez a coragem mais rara não seja a do leão que ruge protegido, mas a de quem consegue ser íntegro quando já não há nada que o proteja — nem mesmo a própria imagem.
Não há conforto no vazio.
Nada se pode esperar do nada.
Um poço sem fundo não dá água;
um buraco raso não mata a sede.
Com a Seda de Sumaúma
acolchoar o seu conforto,
com o meu beijo de hortelã
colocar você nos braços
dos nossos íntimos sonhos
nem frios e nem mornos.
Até o momento do abandono
para zelar com amor o sono,
e fazer o mesmo para estar
de pé antes de despertar.
Para quando o acordar vir,
seja faceiro e risonho
e plenos nos encontrar
no café-da-manhã pronto.
