Poemas de Casa

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Você me disse que era nosso dever manter o Reino unido contra os inimigos comuns. Ao me nomear sua herdeira, você dividiu o reino. Eu achei que queria. Mas o fardo é pesado. Pesado demais.

(Rhaenyra Targaryen)

A Casa do Dragão (série)
1ª temporada, episódio 8.

É o nosso destino ansiar pelo que é dado ao outro. Se um possui uma coisa, o outro vai tirá-la.

(Helaena Targaryen)

A Casa do Dragão (série)
1ª temporada, episódio 9.

“. O nobre não deve correr como um lacaio, nem andar tão vagarosamente como uma mulher, uma noiva...”.
Do original Italiano:
“Ne percio si dee andare si lento, ne si conregnoso come femmina, come sposa...”.

Inserida por profeborto

Como a fala da raposa é doce quando está cercada por cães de caça.

(Alicent Hightower)

A Casa do Dragão (série)
1ª temporada, episódio 6.
Inserida por pensador

O que é esta breve vida mortal, senão a busca por um legado?

(Corlys Velaryon)

A Casa do Dragão (série)
1ª temporada, episódio 7.
Inserida por pensador

Um tirano só governa pelo terror. Mas se um rei não é temido, ele não tem poder.

(Daemon Targaryen)

A Casa do Dragão (série)
1ª temporada, episódio 7.
Inserida por pensador

Nenhum rei passou pelo trono sem ter que sacrificar a vida de uns em nome de muitos.

(Otto Hightower)

A Casa do Dragão (série)
1ª temporada, episódio 9.
Inserida por pensador

Não governamos, mas guiamos os homens que o fazem. Gentilmente. Longe da violência, da destruição, em busca da paz.

(Alicent Hightower)

A Casa do Dragão (série)
1ª temporada, episódio 9.
Inserida por pensador

Venha quando quiser, ligue, chame, escreva - tem espaço na casa e no coração, só não se perca de mim.

Antes de começar o trabalho de modificar o mundo, dê três voltas dentro de sua casa.

"Eu tenho fantasias demais para ser uma dona de casa. Acredito que eu sou uma fantasia."

Mas de que adianta sair para festa e voltar para casa sempre com o coração vazio?

Também na minha casa, hoje, nenhuma cadeira continua como estava ontem, pois eu já não sou o mesmo.

Mente é casa que não tem paredes, mas nos acostumamos a viver como se tivesse. E, não é raro, passamos temporadas no cômodo mais apertado.

Tem um aviso na porta do meu coração: Quem não dança conforme o ritmo da casa, não perca tempo tocando a campainha.

E nós que morávamos um no outro, ficamos sem casa. Perdoe a falta de abrigo, é que agora eu moro no caminho.

O amor é como uma grande casa que tem que ser construída por você. Ele pode sofrer com as tempestades, entretanto continuara ali. Você não pode deixá-lo morrer quebrar ou vender por qualquer casa que já esteja pronta porque assim não descobrirá o valor de tê-la, assim é o amor. A casa suportara se estiver ali nas alegrias, tristezas, raiva, ciúmes e todos os seus sentimentos tudo o que envolva o coração. Construa esta casa, deixe-a transformar-se em uma mansão, pois esse é o verdadeiro amor o que escuta e compreende e vive dentro de cada pessoa que se deseja amar.

"Antes de começar o trabalho de modificar o mundo, dê três voltas dentro de sua casa."

A tristeza prepara você para a alegria. Ela varre violentamente tudo para fora de sua casa, de modo que uma nova alegria possa encontrar espaço para entrar. Ela sacode as folhas amarelas do galho do seu coração, para que folhas verdes podem crescer em seu lugar. Ela puxa as raízes podres, de modo que novas raízes escondidas embaixo tenham espaço para crescer. Qualquer que seja a tristeza, vivencie-a, sem medo, em seu coração... Coisas muito melhores tomarão o seu lugar.

Talvez eu nunca seja feliz, mas esta noite estou contente. Nada além de uma casa vazia, o morno e vago cansaço após um dia ao sol plantando estolhos de morango, um doce copo de leite frio e um prato raso de mirtilos cobertos com creme. Agora sei como as pessoas conseguem viver sem livros, sem faculdade. Quando a gente chega ao final do dia tão cansada precisa dormir, e ao amanhecer haverá mais morangos para plantar, e vai-se vivendo em contato com a terra. Em momentos assim me consideraria uma tola se pedisse mais...

Sylvia Plath
The Journals of Sylvia Plath:1950-1962. London: Faber & Faber, 2011.