Poemas de Beijos

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Beija-me com teus beijos de amor,
como quem ensina o coração a respirar,
demora teus lábios no meu silêncio
até que toda ausência aprenda a ficar.


Beija-me com teus beijos de amor,
e que o mundo pause no meio do gesto,
que nossas dores se esqueçam do nome
e virem abrigo no calor do teu peito.


Beija-me com teus beijos de amor,
não como promessa, mas como verdade,
pois quando tua boca encontra a minha
até o tempo se rende à eternidade.

Sedenta de sede..
Assim que eu me sinto..
Quero o mar dos teus beijos..
Quero o mel da tua boca..
Quero me afogar na tua alma..
Ser tua.. seja meu..
Que teu prazer.. invada meu corpo..
Me tome.. me transborde..
Eu quero o êxtase. .
Que emana de vc..

Beijos vazios
Corações ausentes.
E quem, quem é que sente??
O menino que não quer demonstrar nada
Ou a guria que não quer ser a emocionada.
É muita preocupação,
Pra uma vida que vai em vão.

"Se apega à luz que mantém vivo. Deixando seus vestígios como beijos."


- Insistência, Vida e Poesia

Quero ser difundida na densidade do seu olhar
E ser abduzida pelo seus beijos
Amo te tanto meu amor
Que mesmo quando não te vejo
Ou não te encosto
Te sinto ao meu lado
Como quem quer tudo
E hajo como quem quer
Vontade sobe
E o desejo transborda
Dentro de mim
Para fora
Fora da orbita
Por que pelo que ouço
Me derreto
Como Mantega na panela
Como se fosse deus
Te adoro
Como se fosse Cazuza
Te venero
E sou exagerada mesmo
Como quem ama
E não quer mais ir embora
Cuide de mim
Como cuido de você
Abaixe o volume
E escute minha voz
Prometo dizer so as coisas de meu coração
Memes engraçados
E textos longos
Com diversos significados
Pisco de novo
Com os olhos
Cheios de lágrimas
Com medo de te perder
As vezes te sinto
Sempre que possível
Te beijo
E me faço presença
Na sua vida
Escrevo poesias
Grandes
Poemas pequenos
Sexos longos
Ou ao menos tenho intenção
De te sentir dentro de mim
Gosto do jeito que somos um
Mesmo sendo tão diferentes
Te olho de novo
Pela 4° vez na noite
Quem mandou dormir primeiro
Oh meu bem
Talvez seja realmente louca
E talvez vc desperte mais ainda esse lado
Sem medo eu sou
Quem eu nasci pra ser
Sem medo
Ou receio
Te vejo de novo
Dessa vez brincando com os cachorros
E alego sentir inveja
De eles terem tanto do seu amor
Te amo meu bem
Sempre
Como se vivêssemos em outro mundo
Como se já te amasse a séculos
apago e te faço mágico
Tirando o amor da cartola

Que o nosso amor seja sempre feito de olhares que se devoram
e beijos que nos tiram do eixo.
_Enzo Ruchell_

Foram só alguns beijos,
mas por que parecem tão poucos?

Desde então,
às vezes me pego esperando
uma mensagem sua,
um encontro,
qualquer desculpa para te ver.

É estranho sentir tanta expectativa
por algo que aconteceu tão poucas vezes.

Mas quando lembro dos seus beijos,
meu coração acelera
e nasce aquela vontade inquieta
de viver mais um instante assim.

Só mais um beijo.

Talvez dois.

Só para descobrir
por que eu ainda penso tanto em você.

Se fossem pétalas

E se fossem pétalas
Todos os beijos que te dei
Acordarias sempre
Em manhãs primaveris.

⁠Quero ser atingido
pelo o teu olhar profundo e sincero, saborear a tua boca macia
com beijos intensos,
fazer parte da tua alegria
partilhando de prazerosos momentos repletos de euforia,
ignorando os tormentos,
focando no melhor dos nossos dias.

Dúvidas


É claro que tenho dúvidas...
Sorrisos fingidos,
beijos escondidos...
olhares traiçoeiros...
foi o que era pra ter sido...
foi pela metade...
foi tudo o que deveria ter sido?
Anjo caído.
Se eu gosto de incertezas?
Pode crer... tenha certeza.
Não estou tão certa
se há alguém que sempre acerta.
Nuvenzinha a turvar meu pensamento
por um momento
de dúvidas me encheu:
era você pra ser só meu?
Enfim, pelo o que me diz respeito,
sou feita de dúvidas...
como saber o que é torto, o que é direito?
Diante da vida
O que é tido como certo, duvido
E não me engano a mim mesma, não...
vou montada na minha desconfiança...
E mesmo que eu me distraia e caia
Sou cobaia de mim mesma...
E, por via das dúvidas, nunca fujo da raia.

Adorar-te e saciar a sede
no cálice melífero de beijos,
nascido para o encaixe
mais do que perfeito,
para o amor de perdição
embalado na flutuação.


Se disser sim, é óbvio
que jamais direi não...

Vim pelos seus beijos de romã,
abandonei a rota vazia
E decidi estar sob o domínio
do seu amor,
Só uma vez na vida
Senti algo que ia além da poesia.


Para guardar os lábios caso eu volte? Não.
Não há necessidade de guardá-los,
pois ainda não cheguei na realidade
— prevejo anossa proximidade.


Quando vier, não voltarei,
e se eu tentar sair, você não vai me deixar.
Porque juntos caminharemos
em todas as estradas:
Nelas ensolaradas ou enluaradas,
descansaremos, desejaremos,
intensamente nos amaremos:
avassaladoramente.

Há beijos...


Há beijos que pronunciam por si sós
a sentença de amor condenatória.
Principalmente aqueles beijos dados
em segredo no coração não têm volta.


Gabriela Mistral, Claudio Estrada,
Rufino Blanco Fombona,
Fortoul-Hurtado e o poeta anônimo
de um poema viral — meus advogados —,
trouxeram à luz que a tua existência é a prova. Venha, porque a hora de amar é agora!


Há beijos que se dão com o olhar,
tantos dei e ainda te dou sem que saibas.
Há beijos que se dão com a memória,
os nossos não acabarão em nada.
Haverão de ser os nossos beijos
o nosso estabelecimento da íntima pátria.


...
Nota: Este poema foi inspirado no famoso "Beijos", erroneamente atribuído a Gabriela Mistral. Invoco Mistral e outros autores como "meus advogados" para denunciar ironicamente essa falsa atribuição. Uma homenagem ao verso que se tornou uma expressão popular de amor.

Na minha boca só mantenho
a sua pele, os seus beijos
e as melhores e mais finas palavras
misturadas com o aroma
do chá da macela reservada da colheita;
E não o que desejam incutir
para nos manter desorientados;
para nos fazer distanciados.


Os lábios e a carícias veneram
tudo o que se descobre em veios
de ágata deste nosso sul brasileiro
com o norte molhados de desejo
pelos teus lábios bonitos e capazes
de fundir com arte elevada o ródio.


Porque se eu for me perder
que seja na perfeição dos teus traços,
para que o prêmio nos tornemos laços
entre trocas e voluptuosos abraços.


O alucinante, o arrebatador e o viciante
definirão rumo aos nossos passos.
O flerte com a imprevisibilidade,
dissolução de um no outro,
a elegância, a abertura e a multiplicação,
trazendo à tona a inevitabilidade
das polaridades em perfeita rendição.


No painel ordinário dos dias
escrever, pintar e desenhar,
para no cotidiano formas dar
com as nossas cores suntuosas,
inspiradoras e inesquecíveis,
para que nos sintamos incríveis.


O corpo e a mente merecem
a concessão de alternância
para que o amor e o auge liderem,
e a intimidade escreva bela,
reservada e totalmente protegida
ao som do balanço das araucárias.


Para que a hierarquia natural
de quem dá e recebe prazer seja
preservada das influências externas,
para que a reverência não se perca.


Da elegância e rendição existencial
alcancem a pavimentação perfeita,
para que a polaridade se afine
de forma a entender e só responder
os nossos códigos de prazer
sensoriais, secretos e sagrados.

⁠Fazer um Kutiá
para encontrar
o doce nos teus
amorosos beijos,
Essa será a maior
glória dos desejos:
Celebrar juntos por
ser apaixonados.

Quero te amar com a urgência dos primeiros beijos e a calma de quem sabe que encontrou onde ficar.
Quero teu corpo perto do meu, tua boca procurando a minha, teus braços me envolvendo como se o mundo pudesse acabar lá fora e, ainda assim, nada nos alcançasse.
Quero envelhecer desejando teu toque, sorrindo para o mesmo olhar e escolhendo você, dia após dia.
E quando a vida cobrar de nós o último suspiro, que ele ainda encontre nossos corações batendo no mesmo compasso.
Porque o tempo pode levar nossa juventude, nossa pressa e até nossos dias… só não quero que leve o desejo de amar você.

Domingo,
Beijos com gosto amadeirado de vinho tinto.
Camiseta manchada de molho de tomate.
E algumas pausas...
Melhor programa a dois.

⁠A liberdade de cair sob teus
Beijos mais profundos
Interligando nossos poros
Sobrenaturalmente e além
Move em mim uma força
Ondeante e sem fim

Como Guamirim melífera,
fonte de beijos doces,
Essencial e não efêmera,
ofertar a gentil colheita,
Não preciso detalhar
daquilo que o tempo,
e o peito estão a mostrar.

Saboreio os teus beijos
a teus pés de joelhos,
No teu peito semeio
um vendaval profundo,
Onde ali permaneço,
e o meu reino estabeleço.


Tudo o quê você quiser
também hei de querer,
Romance nascido austral
não há mais regresso,
Não há de ser distante,
pois está em nossas mãos.