Poemas de Amor que Chega Arrepia

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⁠Quando vejo uma grande construção eu sei que é um projeto do ser humano, projeto do Sapiens, mas à noite quando olho para o firmamento e vejo um céu estrelado, aí eu tenho certeza que é obra divina, obra de Deus.

​O conhecimento não deve ser o destino, mas o caminho. O caminho para o desenvolvimento sustentável e para a superação da fome, da pobreza e da desigualdade.

Há uma satisfação profundamente saudável em saborear um fruto que nós mesmos plantamos, cultivamos e colhemos.

​Sombra que abriga, fruto que alimenta, fotossíntese que nos faz respirar. A natureza é fantástica!

​"A resiliência não é a ausência de falhas, mas a coragem de continuar apesar delas. Não desanime; seu esforço está construindo sua vitória."
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Não se garimpa a paz no caos do ruído; ela é um tesouro que só se revela no silêncio.

Todo ato de criação carrega a alma de um poeta, aquele que lapida o cotidiano e o transforma em verso, o comum em arte. Criar nada mais é do que poetizar o mundo.

Falar de Minas Gerais sem mencionar o pão de queijo é deixar de contar metade da história.

Brejaúba guarda no peito das suas montanhas a simplicidade de um tempo que não passa, apenas permanece.

A névoa que cobre Brejaúba não esconde a vila, apenas veste sua beleza com o silêncio da poesia.

No silêncio do campo, a brisa e o canto dos pássaros convidam à reflexão profunda, onde cada plantio e irrigação moldam a história que culminará em frutos maduros e na poesia da vida.

Entre as montanhas da Serra do Espinhaço, Brejaúba repousa em um vale onde o frio e a brisa se encontram ao aconchego da névoa.

No caso de pouca paciência e houver escassez de paz, a solução é Minas Gerais.

Cada lágrima que molha o solo da provação é, na verdade, uma semente silenciosa.

O Senhor recolhe o nosso choro e o transforma em chuva mansa de bênçãos, florescendo a terra que parecia seca.

Senhores, eis o meu povo — silencioso, austero, marcado pelo tempo e pelo sofrimento. Diante de vós estão meus irmãos, guardiões de uma história sombria. Basta de ilusões: o que clamamos da terra e dos homens é dignidade, trabalho, pão, paz e liberdade.

Diante de vós, senhores, encontra-se o meu povo, calado, austero, marcado pelo tempo e pelo sofrimento. É um povo conhecido pela sua índole pacífica e trabalhadora. Basta de ilusões, senhores! O que clamamos da terra e dos homens é dignidade, trabalho, pão, paz, liberdade.

Filho do Vento, do Sol e da Brisa, prefiro o horizonte de um planalto verdejante ao teto de qualquer morada. Minha felicidade é o céu aberto.

Nenhuma casa, aberta ou fechada, consegue conter a paz que sinto sob o céu aberto. Sou do campo, do vento e da floresta; é ali que minha alma respira livre.

A sensatez e a loucura caminham lado a lado em uma linha tão fina que muitas vezes se confundem, tornando o sensato aparentemente louco e o louco, sensato. Essa tênue fronteira revela que, no limite da razão, o que julgamos como loucura pode ser a mais profunda sabedoria, enquanto a sensatez pode esconder uma loucura disfarçada. Essa ambiguidade é o que torna a experiência humana rica e complexa, pois a vida pulsa exatamente nesse equilíbrio instável entre ordem e caos, razão e delírio.