Poemas de Amor que Chega Arrepia

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O meu poder vai além do teu querer

A minha fragrância envolveu o teu arfar;

O meu desejo ainda vai te endoidecer

A minh'alma sempre é o teu [altar...



A minha luxúria virou o teu refúgio,

O meu anseio não passou, ficou;

A paixão tornou-se inquebrantável,

O nosso corpo é um só: [indissociável].



O vento ergue o sublime uivo,

A chuva molha o teu [escudo,

O meu corpo em descuido manso

A vontade no peito desfez o [escuro.



A chama não se apaga nunca,

O amor é a luz do mundo,

A verdade traz o fio da [espada,

O arrepio que me traz e sempre me [mata.



A minha presença sempre será [forte,

O verso mais lindo que fiz, não rasguei;

A doçura de amor virou lei,

O amor trouxe você que me deu [sorte.



O poder de estar sempre contigo,

A cadência que te alucina, poema de absinto,

O amor que se arrisca até no abismo,

A loucura que não apaga nem da memória.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ouço o sussurro do rebojo,

Danço a música do vento,

Assim distraio a tua falta,

Não perco a minh' alma.



Rabisco o meu caderno,

Escrevo o nosso enredo,

Respeito o valor do tempo

Resistindo a dor e o medo.



Nunca mais me distanciarei,

Rejeitarei os oceanos,

Sigo os teus passos ciganos,

Confesso, eu me apaixonei!



Como divindade, escrevo,

Nestas linhas não me nego,

Para todas elas, eu me entrego,

O amor é realmente cego...



Amo-te imensamente,

Confesso, és desconhecido,

... admito! Grito!

Viver livre de ti, eu não consigo!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Vencendo os limites,

- eu me vejo em ti -

Rompendo convenções

- eu me vejo em ti -

Imaginando mais de mil fetiches.



Cantando os sonetos,

- eu escrevo por ti -

Colhendo as flores,

- eu vivencio por ti -

Cultivando mais de mil sabores.



Enamorando os poetas,

- descrevendo-te -

Encantando as sereias,

- embalando-te -

Ao som das conchas singelas.



Alçando o impossível,

- relembrando-te -

Pedindo o teu perdão,

- surpreendendo-te -

Com o meu beijo cheio de paixão.



Afinal, eu sou tudo e nada,

Apenas aquilo que não se espera

De uma dama e poetisa,

Um verso do avesso,

Brisa sem eira,

Aroma que enfeitiça,

Poesia sem livro,

Intimidade desconhecida

Que roubou o teu juízo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Alonga o teu olhar para ver

A figueira aos pés da duna,

Os frutos tão ricos da alma


De um segredo que é prece,

Eu pude colher os figos

Sob a Lua para fazer um doce,

E também para fazer sentido

- bendigo -

Só para ser exclusivamente tua.



Sempre fugimos do mundo,

Porque nos reconhecemos em tudo.

Sempre fugimos de gente,

Que não ama, não sorri e não protesta.

O amor não surgiu em vão,

Ele nasceu para iluminar a Terra.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Existe uma dolência que nos une,

Nunca chegará a se tornar escuridão,

Resistirá em nós o mesmo Sol,

Que nascerá e que se dobrará;

Persistirá como saliente brasa,

Deslizará como mão que afaga,

Com o doce beijo que não para,

Será muito mais do que chama...,

E queimará muito mais do que fogueira

Em noites de luar, e não tente duvidar!







Amor sempre teremos de sobra!

Tu és como mar que leva o barco,

Assim é a carência que nos dobra;

Afirmativa é a boca sedenta por água,

Nós chamaremos insistentemente - a toda hora,

Seremos uma luz que não se apaga;

Um nó do destino que não desata.







Existe um amor que o mundo enxerga,

Não há ninguém que discorde,

E muito menos nos afronte,

Estamos prontos para a epopeia,

Que há de fazer a história,

De duas almas severas;

Tão doces quanto valentes,

Sementes lançadas ao vento,

Resistindo ao veneno,

Do cotidiano que é quimera.







Amor: aprecie a cantiga do mar!

Observe como gingam as correntes,

Tenho que te confidenciar:

- Eu quero te mimar!

O quê pensam as gentes?

Que somos inconfidentes.

Eu sou a tua rosa solar,

Regada pela água do mar,

Poesia e repente de amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Dissolvida pela encruzilhada

Causada por uma decisão,

Esquecida pelo afastamento

Da tua presença fui lançada,

Cantante dos versos deste fado

Em companhia da solidão

Do luso-mineiro largo,

Derrotada pela autoridade

Que só o tempo é capaz de ter:

Eu jamais consigo te esquecer.



Entretida pela chuva e pelo sol,

Acompanhada só pelo vento,

Arrependida por não te ouvir,

Esperando-te a todo momento.



Entristecida pelo abandono

Que eu mesma me impûs,

Não ando enxergando nem a luz.



Sozinha por ter fugido do querer,

Sei que corro o risco de te perder.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Alcançada por ti

Iluminada fiquei

Só de me leres

Com os teus raios

Dóceis e solares:

Sim, eu te beijei!



Apaixonada por ti

Enfeitiçada fiquei

Só de me segurares

No fundo do teu olhar

Mergulhei no oceano

Do teu jeito de me amar.



Iluminada por ti

Não há como se deslumbrar

Escrevo o meu poema

Já que não há como conversar.



Falamos a mesma língua

A atração é sobrenatural

Sabemos o que queremos

É além do intelectual

Rejeitamos o banal

Do nosso cardápio particular

Colhemos no jardim dos beijos

Guardamos os nossos desejos

A hora certa acontecerá sensual.



Tomada por ti

Seduzida fiquei

Com os ouvidos

Só nos teus tons

- brotaram os meus

Semitonados, expressei.



Gotejam licores de Musa

Extasiada por nós

Sussurro devagar

Um versinho de Neruda

Para você se aproximar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

A tua experiência vibrante,

Como um beijo [ardente

A tua personalidade excitante,

Como um deserto [quente

Fez de mim odalisca saliente...



A tua poesia infindável

[Fascinante,

Oh, meu astro irretocável!

[Exuberante,

Fez o meu corpo inflamável!



A tua audácia indecente,

Fascina-me perdidamente,

Ao sabor do desacato,

Tenho por meu doce pedaço,

Quero perder-me infinitamente,

E tão intimamente entregar-me...



Sou a tua paz imperturbável,

A tua fonte amável,

Sou a menina dos teus olhos,

Escrita no profundo dos sonhos

Indelevelmente inconfessáveis

... impenetráveis!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Os teus olhos decifram

[Intimamente,

As aldeias que habitam

[Simplesmente,

Nas letras dos poemas

[Essencialmente,

E pertencentes a nós

[Seguramente,

Os teus olhos leem

[Secretamente,

Os versos do meu corpo

Rimando [discretamente.


Tão terna e discreta canção

Deste-me uma infinita [emoção],

De saber que moro no teu coração.



Não será difícil a gente se rever,

[Certamente,

Não será difícil a gente se tocar,

[Sensualmente,

Não será difícil porque o desejo age

Em nós [consensualmente].



Não precisamos sequer falar,

O teu desejo é o [meu,

Os nossos olhos sabem decifrar,

Tudo o quê o amor já [leu,

No beijo que sabe libertar-se, enfim.



Não há nada impossível para [nós,

O tempo um dia há de ser albatroz,

Que pousará num distante [cais,

E juntos deixaremos tudo para trás...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Navegando nas tuas águas

(ilimitadas)

Escrevendo o meu destino

(infinito)

Circundando a tua ilha

(exuberante)

Rodeando as 158 estrofes

(gloriosas)

Escutando o teu Hino...



Ramo de oliveira

No bico da pomba

Também é poesia

Sem se dar conta.



Encontrando nas areias

(paradisíacas)

Os beijos das sereias

- encantadoras -

Escutando as tuas lendas

(gregas)

Nas tuas vozes

(cipriotas)

Eu acredito, e confio

No desejo de paz duradoura.



Asa de poeta

No bico do verso

Rama poética

Você é parte do Universo.



Na tua gente escrita está

A poesia e o (mistério)

De cada Deus e sua musa

O cordão (etéreo)

Que faz o encanto cipriota

Viver para ser eterno.



Nas tuas ondas bravias

Nas espumas brancas

Desfeitas no (azul)

Recebam as linhas

Tecidas dos meus ventos

Vindos do meu (Sul).

Inserida por anna_flavia_schmitt

No oceano do teu olhar,

Libertária,

Resolvi este verso buscar.

No celeste do teu olhar,

Envolvente,

Alcancei algo de estelar.

No infinito de nós dois,

Onipotentes,

Não existe 'o depois'...



Ainda bem que a poesia existe,

Assim temos como sonhar...



Nos tornamos ainda melhores,

Cúmplices,

Na medida em que amamos

Muito mais e melhor...;

Aprendemos todos os dias

Com a arte de amar...,

Infinitos em tudo,

Não nos contentar...



Ainda bem que a poesia existe,

Assim eu posso ir devagar...



A tua imensidão em secreto,

Da despedida não dada,

Do beijo ainda não 'provado',

Do corpo não 'despido',

A tua coragem embalada,

No afã de um caminho,

Do pecado não 'cometido',

A tua convicção apaixonada,

Por nossa poesia adocicada,

Por nossa loucura primaveril,

A tua bondade juvenil,

A tua exatidão feita de retidão,

A tua intensidade em devotar-me

Da melhor maneira, e com fina arte.



Ainda bem que a poesia existe,

Assim eu posso me declarar...



Na profundidade da história,

Só nos cabe a glória,

Do nosso amor segredar,

Você fica a me ler...,

E o meu eu a te escrever,

Essa história que eu não sei

Se terá final ou não.



Ainda bem que a poesia existe,

Assim eu posso divagar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sei escrever essa saudade

- sobrenatural -

Bem aqui no peito

De um jeito sem igual,

Só por este beijo fatal.



Sei remar entre os canais,

Em busca de você não é,

E nunca será demais...



O amor vira arte:

Literatura,

Conquista,

Cultura,

E semeia com ternura.



Sei amar, e sei ser cais:

De um novo ponto de partida,

Para que tenhas fé na vida...



O amor é um canteiro delicado

De finas tulipas

Que com jeito e trato,

Cabe poesias floridas

De uma poesia interminável

Desta primavera incontestável.



Sei também que o amor reforça a fé

Fazendo de nós uma fortificação,

Nos levando na mesma galé...

Inserida por anna_flavia_schmitt

O tempo a fio da espada,

A pena em prol da vida,

O olhar e a tua coragem,

A glória é feminina;

O teu passo faz revolução.

Carrega no peito um hino,

Vivendo para a tua Nação,

Luta por toda a gente,

Nunca busca a consolação,

Nasceu para servir sempre.



A existência é infinita,

Sobrevivente e atemporal,

E talvez indizível;

Um mistério que tem nome

- feminino -

Ainda por mim desconhecido,

Que soube sobreviver ao tempo,

E se escondendo no meio dele:

apresentou-se descoberto.



O futuro ainda menino,

Dorme nos braços do tempo,

Aguardando o crescimento.


O futuro como tudo,

Aprende com o passado,

Desgarrado dele,

Se constrói com amor,

- sobrenatural

Com intenção renovada,

Com todo o fragor do peito

Para que a vida valha a pena.



O futuro menino travesso,

Não teme os marechais,

Ele é filho das horas,

Ele é filho do tempo,

- avesso

Aos que tentam comandar

E roubar-nos toda a paz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Mergulhados um no olhar do outro,

Não há pecado que nos detenha,

Submergidos um no outro aos poucos,

Não há dogma que nos contenha,

Sabemos bem o que queremos:

juntos somos fogo e a boa lenha...



Não tenho pressa...



Tocando em meus poemas,

Tu me sentes silenciosamente

Na tua pele e ao teu lado;

Fazendo-te renovado sempre

O restante já faz parte do passado,

Eu sei que sou o teu maior presente;

Longe de ser um instante:

Eu sei que sou o teu futuro certo

O restante já não mais te interessa

Eu sei que sou o teu amor seguro.



Não tenho pressa...



Entretidos naquilo que dizem ser jogo,

Não há intenção que não se realize;

O melhor do jogo é violar as regras.

Neste curso não há quem se delicie,

- criamos o nosso próprio fetiche

Sabemos bem para onde ir:

juntos somos o altar e o rito...



Não tenho pressa...



Escrevendo o melhor conto,

- em segredo

Tu segues os meus versos

- eróticos

Ora santos, e ora desalinhados,

Tu me carregas como pupila

E o sorriso de canto...,

Sou a canção que fascina,

O sol da manhãzinha,

E a estrela que tanto admira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Os segredos bailam

- docemente -

Nos ritmos das cascatas

- harmoniosamente -

As águas abrandam

- saborosamente -

A sede simplesmente

de uma forma espetacular.



Adornando como um colar,

- enfeitando lindamente

Com uma beleza de balbuciar,

As cascatas acariciam a terra,

que se pôs a [celebrar...



O cântico das cascatas

Dum jeito tão especial...,

A Natureza tão gloriosa

dando graças ao celestial.



O vento ao redor dos bosques

Acabou virando brisa,

E a carinhosa paz não acabou:

virou uma portentosa poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Liberdade em todas as letras

Embarcada numa viagem,

Gentileza de todas as rimas

Encarada como miragem.



Liberdade por todos os ares

Escrevendo a tua história,

Mergulhando nos teus mares

Eternizando a tua memória.



Livremente refazendo o céu

A poesia virou altar,

Um soneto feito de mel

Navegando de tanto rimar.



A curiosidade é tanta

Que é capaz de peregrinar,

E de pôr os pés em terras,

E por outros mares navegar.



A liberdade é tão audaz,

Exuberante e garrida,

Despreocupada de rimas

É capaz de fazer poesia,

Vestida de trinta e três estrelas.



A liberdade foi tão cheia de paz,

Que largou as malas,

Voou com as minhas letras,

E aos passos de mil peregrinas

Foi ao encontro daquilo que é capaz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Um peixinho colorido

em cima das conchas

brincando de faz-de-conta.

....


O pequeno bagre

bem parado

é feito de biscuit.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ninguém pode

deter-me

Desejo é

pertencer-te

Ninguém pode

julgar-me

Anseio é
reencontrar-te

Ninguém pode

condenar-me

Eu hei de viver

só para amar-te.



Desejo que

só me pertence

Ninguém

pode deter

Anseio que só

me estremece

Ninguém

pode 'fazer'

Eu hei de vivê-lo

para sempre.



Recolha-me

e absorva-me

Toma-me, coma-me

e beba-me

Devora-me

com ganância

Repleta-me

sem moderação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Confesso que estou

na tua [mão

Entretida

com o nosso tempo,

Alguém deu

forma a [paixão;

Surgiu lindo

como um dia de sol,

Iluminando carinhoso

o [coração.



Cada passo

nas areias, uma marca,

De um grande amor

que não passa,

E uma grande distância

que maltrata,

Nem o tempo o dissipa,

e o sossega;

Fazendo de todos dias

a minha entrega.



O mar baila

em [celebração,

O tempo se ergue

em oração,

Talvez seja

um grande sinal:

Que voltarás

para a minha vida

Para habitar

pleno de [paixão.



Cada momento

não foi em [vão,

Nem mil almas

te encantarão,

Sei que sou a mulher

da sua vida,

E para sempre serei...,

- a dona do seu

delicado [coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Do nada comecei a cantar

Na beira do mar

Não tive como te abraçar

Pûs-me a escrever nas areias

O belo amanhecer

Recolhi carinhosas conchas

Lindos presentes das sereias

Vendo o barco passar

No balanço das ondas do mar.



Cantei algumas músicas

Todas em espanhol

O meu coração se abriu a sonata

A mais bela celebração apaixonada

Tentativas de quem não sabe

Mas de quem de coragem

De um dia aprender

E os mares cruzar

Só para te rever.


Acariciando o mar

Enternecido amanheceu o sol

E eu bem longe de você

Louca para te amar

Espantando o frio do outono

Resolvendo com tudo romper

A poesia praiana irá te ter

Como o Universo se abre para a Terra

Tens todo o meu amor e minh'alma

Que o Mal do mundo jamais encerra.

Inserida por anna_flavia_schmitt