Poemas de Amor que Chega Arrepia
Saudade, é boa ou ruim? Depende! A gente só sente saudade do que nos fez ou nos faz bem. Bom mesmo é quando podemos matá -lá, caso contrário ela só machuca. Mas na verdade, o efeito que ela nos causa, depende de nós mesmos. Porque a saudade tem uma forma incrível de equilibrar a angústia e a alegria. Mas nós seres humanos não nos contentamos com metades. Portanto, cabe a nós a escolha de quais desses sentimentos irão predominar diante da saudade. É difícil aceitar, mas a escolha é sempre nossa.
Depois de um certo tempo a gente entende que não conhece ninguém. Que só conhecemos aquilo que as pessoas nos permitem conhecer. E então a gente para de se importar, de tentar entender, de correr atrás, de fazer joguinhos. A gente simplesmente deixar acontecer. E se rolar bem, se não, bola pra frente. Só se vive uma vez, é o que dizem por aí.
E é só colocar a cabeça no travesseiro que você surge rapidamente nos meus pensamentos. Ê coração bandido, parece que gosta de sofrer. E o cérebro ao invés de ser racional, inconscientemente colabora. Fazer o que? Já são 4:00 da manhã...
E você espera o tempo passar, espera que com o seu passar todos os problemas se resolvam. Mas a verdade é que o tempo não pode fazer nada, o que pode mudar as coisas são as suas escolhas. Escolha ser feliz, se permita ser feliz. A felicidade é sim uma questão de escolha. Não espere o tempo passar para entender que a felicidade está aqui, no agora.
A verdade é que passei a noite inteira na festa bebendo seu perfume, me embriaguei tanto de você que não consigo mais segurar, preciso vomitar todo esse sentimento.
Quem ama sempre sofre, quem ama só se f...
Mas quem nunca amou, não errou, não chorou, não sofreu não largou, não recomeço, não aprendeu......
Em um grito só. Óh! Onde está você para me resgatar, me levar para casa e mudar minha história? Me diz!
Desesperado na escuridão... procuro sua mão... não te vejo, sinto o vazio da solidão e não te encontro...
O sinônimo não passa de uma utopia, assim como a matéria que só finge não ser energia, é tão nobre e grotesco, derrama-se no vinho que jaz o transparente da alma, é o estranho que traz a saudade de uma canção jamais despertada, mas como é belo, singelo, subalterno, eterno. Zanga-se com o adejar das árvores, que nas folhas mais altivas tem o respirar do tempo memorial da masmorra incorpórea denominada céu, que em marchas brandas e bucólicas é o responsável pelo abrolhar das nuvens, cujo pranto derrama-se nos humanos a banhar a mais sórdida alma. Há como negar tão majestosa efígie?
Os dias não me tem sido doces como deveriam, o amargo que não é do café, me tem feito deixar de sorrir por algum tempo.
Dói muito, mas ando por aí sorrindo, driblo as dores do caminho, mas no fim da estrada esta meu tesouro,
dentro do baú o Amor, um amor mais valioso que o ouro"
