Poemas de amor para namorado
Amará e odiará sem dar disso demonstração e olhará como uma impertinência o amor ou o ódio que receberá em troca.
Olha, o amor não é algo que possamos terminar, definir ou controlar. O amor é como a arte: uma força que entra em nossas vidas sem quaisquer regras, expectativas ou limitações. O amor, como a arte, deve ser sempre livre.
Um amor platônico significa que uma pessoa está desperdiçando a chance de amar e a outra a chance de ser amada. De verdade.
No final de um relacionamento, mesmo que houvesse amor só de uma das partes, ambos sairão machucados, pois em uma relação não existe só amor, também existe atração, costume e ódio.
Sou adepto aos abraços demorados, sonhos realizados, amor incondicional, tardes de sol, alegria sem razão, brisa do mar, noites de luar.
Estou do lado de quem ama, de quem busca reacender todos os dias essa chama, de quem sorri para o mundo, de quem diz sim para vida e celebra o simples fato de ser exatamente quem se é.
Tão magnífico é a sinceridade do olhar! Tão belo é o amor quando existe na verdadeira essência da vida, e longe da falsidade das palavras que não trazem a verdade.
Mas sim que cumprem seu trajeto expondo apenas o que há de melhor em cada um de nós.
Se o amor é como uma possessão, talvez minhas cartas sejam meu exorcismo. As cartas me libertam. Ou pelo menos deveriam.
As três linguagens do amor concreto: a linguagem da cabeça, a linguagem do coração e a linguagem das mãos. Tem que haver harmonia entre as três, de tal maneira que você pense o que sente e o que faz, sinta o que pensa e o que faz e faça o que sente e o que pensa. Isto é o concreto. Ficar somente no virtual é como viver numa cabeça sem corpo.
"O amor nunca deve ser tímido nem discreto. Deve ser intenso, apaixonado e ostensivo -- SOBRETUDO quando é casto e sem cobiça."
A vida é isso: medo, raiva, desejo, amor. Porque parar de sentir emoções, parar de querer senti-las, é sentir a morte.
Estou cansada dessa gente que diz que as mulheres são feitas para o amor, cansada mas também solitária. Sinto-me sozinha.
O vício é a marca de toda história de amor baseada na obsessão. Tudo começa quando o objeto de sua adoração lhe dá uma dose generosa, alucinante da algo que você nunca ousou admitir que queria - um explosivo coquetel emocional, talvez, feito de amor estrondoso e louca excitação. Logo você começa a precisar dessa atenção intensa com a obsessão faminta de qualquer viciado. Quando a droga é retirada, você imediatamente adoece, louco e em crise de abstinência, sem falar no ressentimento [...]. Enquanto isso, o objeto da sua adoração agora sente repulsa por você. Ele olha para você como se você fosse alguém que ele nunca viu antes, muito menos alguém que um dia amou com grande paixão. [...] Você agora chegou ao ponto final da obsessão amorosa - a completa e implacável desvalorização de si mesma.
O barco do amor chocou contra a rotina diária. Agora eu e você terminámos. Por isso é inútil elaborar uma lista de mágoas, dores e feridas mútuas.
