Poemas de Amor para Crianças

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"Sinto uma saudade doida e doída da minha mãe!
A saudade é o preço a pagar por esse amor tão único e verdadeiro!"
Haredita Angel
13.05.25

"...e por fim a gente entende que o amor é aquele que fica, e segue conosco a enfrentar chuvas e vendavais sem jamais largar a nossa mão!"
Haredita Angel
23.02.26

"Daí, me vem à cabeça uma velha canção, a trazer-me velhas recordações de um antigo amor, num poeirento abril."
Haredita Angel
21.11.23

"Meu segredo de amor, você.
Desejo maior do meu coração, você.
E você nunca soube e nem há de saber.
Às vezes, o calar é o falar mais forte da dor!"
Haredita Angel
30.05.25

"O amor da minha vida era loucura e paixão, como só os loucos conhecem.
O amor para a minha vida é amor,
tão somente amor, como só os loucos desconhecem.
O primeiro foi tempestade que me ensinou a sentir, e o segundo o cais que escolhi ancorar."
Haredita Angel
30.05.26

"Aprendi a recuar com elegância
de lugares que já não me cabem.
Isso é amor-próprio.
Isso também é vencer!"
Haredita Angel
29.05.26

"Amor passarinho, morreu no ninho...
Não foi capaz de quebrar a casca do preconceito.
Nunca saberá o que é voar na
imensidão azul dos sentimentos ..."
Haredita Angel
11.07.20

"Criatura de Deus, te entrega prô amor, te doa pra alguém, sente a felicidade; acorda pra vida, tenta existir de alguma maneira, faz acontecer alguma coisa antes que chegue o fim...
o teu fim!"
Haredita Angel
25.02.14

"O tempo desbotou o teu sorriso
e o teu vestido florido.
Só não desbotou o meu amor por ti.
Olhando a tua foto, amarelada e empoeirada, lembro-me daquela tarde fagueira em que tu, linda e faceira, sorria para mim... e só para mim.
Mas o tempo te levou para uma viagem sem volta.
A vida me gastou, mas não me fez esquecer-te."
Haredita Angel
01.08.26

"Mulher, ser infinito,
Que a vida faz continuar.
Mulher, escolhida para o amor complementar."
-Haredita
11.08.12

"Eu vi numa rua, feliz o amor segurando a mão da saudade.
Depois eu vi a saudade numa rua, triste não segurando as lágrimas.
E, novamente eu vi o amor feliz segurando a mão de outra saudade."
Haredita Angel
07.09.25

"Amor é o correspondido.
Se não é correspondido,
então não é amor,
é dependência."
Haredita Angel
09.09.15

"Nunca tive jeito para grandes amores.
Talvez porque amor-próprio já dá muito trabalho."
Haredita Angel
30.09.15

Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.


Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.


A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!


Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.


Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.


Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.


O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.

Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…


Inclusive Brigar!


É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.


Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…


Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.


Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.

⁠
O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.


Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.


Sem revolta, passamos o Natal no hospital.


Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.


Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.


E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.


Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.


Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.


Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.


Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.


Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.


Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.


Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!


A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!


Amém!

⁠⁠Talvez não haja Dor que supere a de beijar a Testa Gelada do nosso Grande Amor num caixão.


Há despedidas que não encontram palavras suficientes.


O silêncio pesa muito mais do que qualquer discurso, e o coração tenta aceitar aquilo que a alma insiste em negar.


Nesse instante, compreendemos que o verdadeiro amor não se mede apenas pelos dias felizes, mas pela imensidão da saudade que fica quando a presença vira memória.


Quem ama de verdade, nunca está preparado para dizer adeus.


Restam as lembranças dos sorrisos compartilhados, das mãos entrelaçadas, dos sonhos construídos e da gratidão por cada momento (com)partilhado.


A morte pode até interromper uma história nesta terra, mas jamais poderá apagar um amor que marcou uma vida inteira.


Hoje, entre lágrimas, medos e saudade, só consigo dizer:


Vá em paz, amor da minha vida, Célia Maria!


E, mesmo com o coração dilacerado, elevo meus olhos aos céus e agradeço:


Gratidão, Pai Eterno, Pai Amado, por ter me emprestado a mulher da minha vida por mais de três décadas.


Que eu tenha forças e hombridade para honrar tudo o que vivemos, e para carregar comigo o legado de amor que ela deixou.


Talvez uma das maiores provas de que o amor existe seja exatamente a tamanha intensidade da dor da despedida.


E, talvez, não haja dor que supere a de beijar a testa gelada da pessoa mais amada da sua vida num caixão.




Vá em Paz, amor da minha vida!

⁠O grande Amor da nossa vida não é só quem Acelera nosso coração, mas também quem Desacelera nossa cabeça.


Porque amar não deveria ser viver em constante estado de alerta, tentando decifrar silêncios, justificar ausências ou adivinhar sentimentos.


O amor que realmente importa não é aquele que nos deixa presos à ansiedade de saber se somos suficientes, mas aquele que nos oferece a tranquilidade de simplesmente sermos nós mesmos.


Há pessoas que chegam e despertam borboletas no estômago, fazem o coração bater mais forte e transformam dias comuns em momentos inesquecíveis.


Mas existe algo ainda mais profundo: encontrar alguém diante de quem a alma consegue respirar.


Talvez o verdadeiro amor seja menos sobre a intensidade dos primeiros encontros e mais sobre a paz que permanece depois que a euforia passa.


É ter alguém que não alimenta inseguranças, que não transforma afeto em disputa, presença em prêmio ou silêncio em castigo.


É poder descansar no abraço de alguém sem precisar perguntar se amanhã esse abraço ainda estará ali.


Porque paixão pode incendiar.


Desejo pode estremecer.


Encantamento pode nos tirar o chão.


Mas, amor, quando é saudável, também sabe nos devolver ao chão — e permanecer ao nosso lado enquanto recuperamos o equilíbrio.


No fim, talvez o grande amor não seja quem nos faz sentir tudo ao mesmo tempo, mas quem nos ensina que não precisamos sentir medo para sentir amor.


É aquele alguém que acelera o coração quando chega, mas que, quando fica, faz a nossa mente finalmente encontrar silêncio.


E talvez seja essa a forma mais bonita de amar: encontrar alguém que não seja apenas motivo para o coração bater mais forte, mas também razão para a alma descansar.

Relicário

a supermo meu amor não o tenha
mas a antever e o senhoriar
inzoneiro infinito a urdir
ego olvido à sobejar,
como perda entrave, meta-morta

és sentimento eviterno
sublimidade imutável e pesar
assenta inconsciente em minh'alma
Impende a mim externuar?
par a par transferindo a meus lábios

amor, bem, verdade, o tenho, a suster
amor, bem, verdade, a ti, e a minguar
ah... vicissitude, como anseio-te
azo e ensejo a mim, apesar
de ti, refutação somente
embora lisura, desvalido
nada obstante contigo outrora
num relicário, pérolas de angústia

Sexta-feira em Rodeio
no Médio Vale do Itajaí,
e eu te espero por aqui:
com todo o amor que
pode nesta vida existir.