Poemas de Amor de Mãe para Filho

Cerca de 201576 poemas de Amor de Mãe para Filho

Um filho abençoado por Deus traz paz, alegria e riquezas para a família de seus pais.

Trate a Deus como seu Patrão superior: Ele paga bem e já pagou com o sangue de Seu Filho na cruz para dar a recompensa que você tanto merece.

Se você reconhecer que só o Senhor é Deus e, Seu Filho Jesus, é seu Salvador e Redentor, então sua felicidade prevalecerá, sua casa será abençoada e sua vida será eterna.

Não temo o que ruge. Sou filho do silêncio que antecede o trovão. Eu tento apenas enxergar, no escuro, aquilo que me constitui, porque a noite já não me apaga nesse frio imensurável. Não peço abrigo ao mundo, pois sou feito da mesma matéria que o inaugura — sou, portanto, este mundo. Por isso, para mim, eliminar-se em nome da memória é apenas uma forma elegante de dizer que se suicidou.

Até um palhaço pode ser grande pai,
Quando ele protege o sorriso do filho a qualquer custo.

"Plantar uma Árvore e Fazer um Filho é 'facinho'. Quero ver é, nos dias de hoje, escrever um livro... A concorrencia é 'grande e forte'!"
TextoMeu 1399

1557
"Naquela outra Comunidade, o pai Ateu iria repreender o filho, que pediu a visita do Papai Noel. No exato momento voou uma frigideira de ferro na cabeça do pai Ateu. Estão dizendo que foi coisa de Deus, mas eu tenho dúvidas!"

1565
" 'Saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu!' Não conheço definição de Saudade mais forte do que essa. Isso é ser Criativo e saber trabalhar o texto. (Composição 'Pedaço de Mim', de Chico Buarque. Não é também de Minha Autoria porque ele não me convidou!)"

⁠O Melhor Amigo do Rei Davi era Filho do Maior Inimigo Dele. Os Filhos Não São Iguais aos Pais.

Toda vez que um pai poupa o filho da responsabilidade, a vida deixa de cobrar a prestação e passa a cobrar a alma: o conforto de hoje fabrica o dependente de amanhã. Quem faz tudo pelo filho, no fim, impede que o filho aprenda a fazer qualquer coisa por si mesmo.

A pior herança não é deixar o filho sem dinheiro; é deixá-lo sem caráter para sobreviver sem ele. Pais que poupam os filhos da dor, do esforço e das consequências não criam pessoas fortes, apenas adultos grandes demais para a própria infância. A superproteção não educa: eterniza a dependência.

Poupar um filho da vida é condená-lo a viver sem si mesmo. Toda dificuldade que os pais sequestram da infância reaparece na vida adulta com juros de caráter: transforma limites em ofensa, responsabilidade em opressão, frustração em revolta e amor em chantagem. Quem protege do peso da existência não fortalece os ombros; atrofia a consciência. No fim, não cria filhos — fabrica adultos incapazes de carregar a própria história, sempre à procura de alguém que suporte o peso que nunca aprenderam a sustentar.

Todo parasita morre quando o hospedeiro desaparece. O filho educado para depender, porém, continua vivo carregando uma fome que ninguém mais consegue alimentar. Pais que poupam os filhos do esforço, das consequências e da responsabilidade não lhes entregam amor; sequestram-lhes a autonomia. Criam adultos que confundem afeto com sustento, direitos com privilégios e maturidade com idade. Quem protege demais não prepara para a vida: prepara para o colapso inevitável quando já não houver quem carregue o peso que nunca os deixou aprender a suportar.

Não há ato mais irresponsável do que transformar um filho em um eterno dependente e chamar isso de amor. Amor que poupa da disciplina não ama; enfraquece. Amor que livra das consequências não protege; incapacita. Amor que compra silêncio, evita conflitos e remove cada obstáculo não educa; domestica para a dependência. Pais assim não criam homens e mulheres livres, mas adultos que esperam ser sustentados financeiramente, emocionalmente e moralmente por alguém. Quando os pais já não estiverem presentes, esses filhos descobrirão, da forma mais cruel, que ninguém herda competência, caráter, responsabilidade ou maturidade. Tudo aquilo de que foram poupados na infância a vida cobrará na idade adulta, com uma diferença devastadora: a infância admite desculpas; a realidade, não. Educar não é facilitar a vida dos filhos. É impedir que eles se tornem incapazes de viver sem os pais. Quem não compreende essa diferença pode deixar patrimônio, imóveis e dinheiro, mas terá falhado na única herança que realmente importa: formar um ser humano capaz de permanecer de pé quando não houver mais nenhuma mão para segurá-lo.

A vida não é para amaDORES, nem para poupaDORES; é para enfrentaDORES. Quem poupa um filho da realidade não o prepara para viver, apenas adia o dia em que a própria vida lhe ensinará, sem o amor dos pais e sem o direito de repetir a infância.

A vida não é para amaDORES que poupam, mas para enfrentaDORES que educam; pais que poupam os filhos da responsabilidade não os salvam da dor — condenam-nos à humilhação de depender, por toda a vida, daquilo que deveriam ter aprendido a ser.

A vida não é para amaDORES, nem para poupaDORES; é para enfrentaDORES. Quem poupa um filho da disciplina, da frustração e das consequências pode aliviar a infância, mas assina a falência da maturidade.

Quando o medo de frustrar um filho se torna maior que o compromisso de formá-lo, a educação deixa de ser um ato de amor e passa a ser um ato de covardia. É nesse exato instante que nascem adultos que exigem respeito sem honra, direitos sem deveres e conforto sem esforço.

Salomão pediu sabedoria e Deus lhe acrescentou riquezas. Abraão pediu um filho e Deus lhe deu gerações. Continue orando, porque no tempo certo, Deus fará além do que você tem pedido a Ele.

"É muito bom ouvir: 'Te amo, te tenho como filho', mas gostoso mesmo é viver isso no dia a dia."
José de Arimatéia Silva Uchôa