Poemas de amor com rimas que encantam e revelam carinho

Entrando na tua vida

- bem devagar

Eu sou a primavera,

A alma que te espera,

O Farol que beija o mar.


Um farol perdidamente

No estreito e a frente,

Quanta loucura para contar...


Iluminando o teu barco,

Primavera potente,

Farol perdido, não ilhado,

Com muita história a te contar

E um amor profundo para te dar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Nas entrelinhas leio o mundo

Nelas resolvi te namorar,

E dessa forma (estrelar).



Nas entrelinhas leio o rumo

Nelas virei o teu porto seguro,

E dos melhores para se (atracar).



Nas entrelinhas, tenho asas,

Tenho tudo para ser...,

Trigo posto à mesa a te endoidecer.



Talvez seja a navegação,

Ou apenas solidão,

Talvez sim, talvez não.

Coisa de quem sente, vibra e se entrega

Ao amor embarcação, tão doce tentação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Deste-me o teu coração,
Completo e derramado
Em secreta devoção
Completamente livre.
A sombra do teu amor
Trazes-me com solenidade;
A vitória de ser só tua
Vivendo na imensidade.

Concebido, desenhado e feito
Contorno dos teus lábios lindos
Com o carinho do meu beijo.
Augurando reencontrar-te
No paraíso dos teus abraços,
Tenho por tanto tempo segredado
Receando fazê-lo desagradado.

Desejado, concebido e perfeito,
Imagino estes teus olhos lindos
Olhando o meu lateral trejeito.

Carrego por ti um interminável
- desejo
Uma sensual escravidão
- reverbero
Caí na tua sedução
- sem receio
Eu me entregarei de forma inefável,
De um jeito leviano jamais visto,
E sem nenhum retoque eu te quero...

Inserida por anna_flavia_schmitt

A partida nunca existiu,

Em nós sempre um elo há,

Nunca houve despedida,

Comigo para sempre ficará

O teu riso igual o [meu,

- Verdadeiro

Você não me esqueceu,

E nem muito menos [eu.



Te espero inteiro,

No encaixe do nosso beijo,

No laço dos nossos corpos

Realizar todos os sonhos:

- Santos e profanos

Amar você está nos meus planos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Alcançada por ti

Iluminada fiquei

Só de me leres

Com os teus raios

Dóceis e solares:

Sim, eu te beijei!



Apaixonada por ti

Enfeitiçada fiquei

Só de me segurares

No fundo do teu olhar

Mergulhei no oceano

Do teu jeito de me amar.



Iluminada por ti

Não há como se deslumbrar

Escrevo o meu poema

Já que não há como conversar.



Falamos a mesma língua

A atração é sobrenatural

Sabemos o que queremos

É além do intelectual

Rejeitamos o banal

Do nosso cardápio particular

Colhemos no jardim dos beijos

Guardamos os nossos desejos

A hora certa acontecerá sensual.



Tomada por ti

Seduzida fiquei

Com os ouvidos

Só nos teus tons

- brotaram os meus

Semitonados, expressei.



Gotejam licores de Musa

Extasiada por nós

Sussurro devagar

Um versinho de Neruda

Para você se aproximar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

A tua experiência vibrante,

Como um beijo [ardente

A tua personalidade excitante,

Como um deserto [quente

Fez de mim odalisca saliente...



A tua poesia infindável

[Fascinante,

Oh, meu astro irretocável!

[Exuberante,

Fez o meu corpo inflamável!



A tua audácia indecente,

Fascina-me perdidamente,

Ao sabor do desacato,

Tenho por meu doce pedaço,

Quero perder-me infinitamente,

E tão intimamente entregar-me...



Sou a tua paz imperturbável,

A tua fonte amável,

Sou a menina dos teus olhos,

Escrita no profundo dos sonhos

Indelevelmente inconfessáveis

... impenetráveis!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Os teus olhos decifram

[Intimamente,

As aldeias que habitam

[Simplesmente,

Nas letras dos poemas

[Essencialmente,

E pertencentes a nós

[Seguramente,

Os teus olhos leem

[Secretamente,

Os versos do meu corpo

Rimando [discretamente.


Tão terna e discreta canção

Deste-me uma infinita [emoção],

De saber que moro no teu coração.



Não será difícil a gente se rever,

[Certamente,

Não será difícil a gente se tocar,

[Sensualmente,

Não será difícil porque o desejo age

Em nós [consensualmente].



Não precisamos sequer falar,

O teu desejo é o [meu,

Os nossos olhos sabem decifrar,

Tudo o quê o amor já [leu,

No beijo que sabe libertar-se, enfim.



Não há nada impossível para [nós,

O tempo um dia há de ser albatroz,

Que pousará num distante [cais,

E juntos deixaremos tudo para trás...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Navegando nas tuas águas

(ilimitadas)

Escrevendo o meu destino

(infinito)

Circundando a tua ilha

(exuberante)

Rodeando as 158 estrofes

(gloriosas)

Escutando o teu Hino...



Ramo de oliveira

No bico da pomba

Também é poesia

Sem se dar conta.



Encontrando nas areias

(paradisíacas)

Os beijos das sereias

- encantadoras -

Escutando as tuas lendas

(gregas)

Nas tuas vozes

(cipriotas)

Eu acredito, e confio

No desejo de paz duradoura.



Asa de poeta

No bico do verso

Rama poética

Você é parte do Universo.



Na tua gente escrita está

A poesia e o (mistério)

De cada Deus e sua musa

O cordão (etéreo)

Que faz o encanto cipriota

Viver para ser eterno.



Nas tuas ondas bravias

Nas espumas brancas

Desfeitas no (azul)

Recebam as linhas

Tecidas dos meus ventos

Vindos do meu (Sul).

Inserida por anna_flavia_schmitt

Lembre-se de mim, assim:

como margarida vestida de sol.

Lembre-se de mim, assim:

como um sorriso sem fim.



Recorda-te que passei,

e que o amor um dia foi lei.

Agora, tudo mudou:

o tempo - implacável - passou.



Contente-se com a lembrança

Que não dissipou, e não passou,

Recorda-te da borboleta mansa,

- repousada na tua mão

Eu que fui verso e virei canção

Para sempre no país do teu coração;

Serei a tua razão,

- inesquecível -

Lembre-se de mim assim:

como o teu amor celestial

E de todos o mais incrível.



Libertei-me do ninho,

Sou o amor que voa sozinho,

Libertei-te para não voltar,

Viver para me amar

É tua responsabilidade;

Deixe-me no meu destino,

Sou o curso do rio de volta

Para a vida e para o mar,

Assim na poesia estrelar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Nunca vi flores tão bonitas,

- todas bem perfeitas

Lindas flores infinitas,

- super perfumadas

Pareciam até pintadas!



Todas muito bem nascidas

Na cidade de Colinas;

Rodeada por cursos d'água,

Coroadas por cascatas,

Todas bem regadas!



Sim, nestes versos inventados,

Bem intencionados,

Para arrancar das colinas,

Mil sorrisos,

Para semear felicidade

No meu canteiro.



Se um dia eu vier ao encontro

Do teu povo,

Da tua cidade que é um jardim,

Eu seja reconhecida

Não como uma simples turista;

Mas como alguém que ama,

A sua gente e a sua cidade

Ainda quando os conhecia

Nos campos de flores e da poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Um peixinho colorido

em cima das conchas

brincando de faz-de-conta.

....


O pequeno bagre

bem parado

é feito de biscuit.

Inserida por anna_flavia_schmitt

As flores sobre o asfalto,

- suspiram

As emoções ao alto,

- inspiram

Multicores descrevem:

os amores secretos,

e os desejos indiscretos.



Em versos sinceros,

- imensuráveis

Não menos belos,

Censuráveis por uns,

- admiráveis

Por alguns...,

Curvados as boas letras

Para que não te esqueças.



Porque me descortinas,

Danço no meio da neblina,

Faço propositalmente rimas,

Canto de menina,

Bordado de senhora,

Cuidado de poetisa,

Passo de dançarina,

Sono de musa repousado

Desdobrado sobre as colinas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pela minha letra fatal

Desabrocha mansamente,

Pelo meu verso imortal

Carinhoso simplesmente,

Realiza no meu corpo

O segredo dos teus lábios,

Abrigado na tua mente.



Pelo soneto perfeito

Escreva o teu destino,

Pela harmonia corpórea

Revelada secretamente,

Fruto particular da história

Silenciada pelo nosso beijo,

Inviolável ninho de carinho.



Pela minha poesia inesgotável,

Ora tecida em versos ricos,

Ora bordada em versos pobres,

Poesia santa, profana e condenável.



Pelo sonetista que nos vê - e crê,

Pela fé no amor inabalável,

Ora e desabrocha;

Vê e se enamora daquilo que é,

E o coloca para sempre como intocável.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A noite caiu desapercebida

De um jeito jamais visto

O luzeiro foi descansar

A Lua como a lamparina

Ilumina o altar da noite

De forma a fazer o céu gingar

Em companhia das estrelas.



A manhã surgiu desapercebida

De um jeito surpreendente

O luzeiro pôs-se a levantar

A Lua foi descansar

O luzeiro bem acordado

Surpreende o céu da noite

De forma a fazê-lo a se dissipar

E levar com ele todas as estrelas.



As moças sempre se encontram

Manhã, tarde e noite de mão dadas

Nestes versos mal escritos

As moças que mais parecem fadas

Estações da vida e dos tempos

Emoções que caem como chuva

Entre o céu e a terra - se apaixonam

Como certas brisas que se encontram

À beira do abismo bem em frente ao mar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Recolhe o tempo dentro de ti,

Brinca com o tempo adentro,

Recoste sobre o meu ombro

E deixe o corpo falar de tudo.



Retire entre nós as espumas,

Deixe que nasça todas as luas,

Entregue-se aos sons das ondas

Para tomares ciência e as contas.



'Inverne-se' para o verão chegar,

Recrie-se para a paixão balançar,

Liberte-se de tudo o que te prende

E deixe livre só aquilo que sente.



Desce a aura rosa do céu,

Dando sorriso ao mar,

O Sol doce como mel,

- Assim resolveu se entregar

Durante as baixas temperaturas,

Ele resolveu rimar-se com o mar,

Aberto as boas loucuras de amor

Remando no oceano de tanto amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Esculpindo

nas pétalas do tempo,

Desenhando

as carícias serenas,

Desejando agir

com maturidade,

Jogando bem longe

o momento

Para fazer de nós

uma eternidade.



Ventando madrugada

adentro,

Escrevendo até

a aurora florescer,

Despertando do sono

não dormido,

Poemizando de vez

até você aparecer

Para fugirmos

deste mundo esquisito.



A verdade que tanto

eu quero,

É a mesma que

eu carrego,

Venho porque

lhe tenho amor;

Eu por ti

jamais sossego.



Alentando da melhor

forma as horas,

Semeando ao vento

as mil floradas,

Que hão de irromper

muitos poentes,

Audazes entre nossas

frontes coladas,

Unidos nos nossos

abraços contentes.



A essência que

tanto eu quero,

É a mesma que eu carrego,

Venho com o mesmo amor,

Que de ti tanto espero.



Ventando tudo

que tenho para ventar,

Amando além daquilo

que ninguém

faz ideia do

que é amar,

Vou além de tudo,

supero o universo,

Só para provar

o quanto te quero;

e a medida de amar

sem medida,

Amar amando

a nossa história,

Vivendo para te amar,

Enfrentando toda

a inveja,

Só para viver

todo o amor

que houver nessa vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

As cores se envolveram

Na curva do horizonte,

As duas não se esqueceram;

E é bem aqui dentro de mim,

Que você se esconde.



As espumas e as ondas,

Os beijos das sereias,

As carícias entre as espumas,

Iluminando as mil maneiras,

Escrevendo as boas loucuras.



As cores - 'as nossas',

Os perfumes - a prosas,

Os vinhos - e as rosas,

As mãos - amorosas,

Os beijos - sonetos,

Seguem todos em mim,

A vida prosseguindo o curso,

E eu jamais te esqueço - padeço.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sobre a cadeira de vime,

Suavemente o xale russo,

Repousa certo e sublime,

Tal como um sono profundo.



Sobre o segredo de vidro,

Secretamente tu partiste,

Carinhosa tu deixaste-me,

Sonhando o teu regresso,

E cada pedaço tu repartiste.



Sobre a cadeira de vime,

Fortemente a saudade,

Bate forte e senta o peito,

Com a força da cavalaria

Reclama a tua falta - nostalgia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A liberdade tem os seus próprios [sinais,

Ela é ousada, e sempre quer muito mais.



A liberdade precisa das nossas [marcas,

Ela é audaciosa, é rainha de muitas espadas.



A liberdade tem tudo dos doces haicais,

Ela é o quê é em mil toques [sensuais.



A liberdade precisa de todos os [jeitos,

Ela precisa de todos, e que venham inteiros.



A liberdade tem a sua poesia própria,

Ela é escrita por poetas que fazem [história.



Olhe para alguma parte

Do meu corpo

Sinais que mostram

Um convite

Para ser aventurado

E que fique entre nós

Bem acordado:

Ele não é para ser

- revelado

É o nosso canteiro

- embriagado

Repleto de pimenteiras

Por nossas mãos arteiras.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ninguém pode

deter-me

Desejo é

pertencer-te

Ninguém pode

julgar-me

Anseio é
reencontrar-te

Ninguém pode

condenar-me

Eu hei de viver

só para amar-te.



Desejo que

só me pertence

Ninguém

pode deter

Anseio que só

me estremece

Ninguém

pode 'fazer'

Eu hei de vivê-lo

para sempre.



Recolha-me

e absorva-me

Toma-me, coma-me

e beba-me

Devora-me

com ganância

Repleta-me

sem moderação.

Inserida por anna_flavia_schmitt