Poemas de Amizade En English

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O tempo é uma das maiores incógnitas da vida.
Sua velocidade é dada de acordo com quem vai vive-lo
Pros que tem medo ele é rápido como um raio que se choca com a terra.
Pros que lamentam ele é longo como a extensa raiz de uma árvore procurando seu alimento.
Pros que festejam ele é curto e rápido como uma chuva de verão.
Mais para os que amam o tempo é eterno.
Para os que amam o tempo nunca se acaba.
Os que amam podem ser medrosos, que é difícil, pois para amar é preciso coragem para arriscar !
Podemos ser daqueles que só lamentam, apesar que quem ama não tem o que lamentar.
Podemos ser festeiros, porém quem ama tem todo seu direito de festejar, pra quem ama todo dia é festa.
O amor é o único meio que você pode ser todas essas coisas e seu tempo ser eterno.
Ame..
Ame a vida.
Ame quem te ama.
Ame seu próximo.
Ame principalmente a sí mesmo.
Ame e viva pra sempre!

Vivemos em um mundo desumano onde tolos seguem tolos, onde hipócritas pensam ser os reis de tudo, onde ninguém mais pensa em ser importante, pensam em só viver, só isso, não se cria mais rebeliões humanitárias para ajudar coisas ou pessoas.
Ninguém mais pensa em pegar uma mala, entrar em um carro e seguir um caminho onde nos leva simplesmente a lugar nenhum, sem rumo, sem parada, sem medo de onde vai parar e quem vai encontrar no caminho.
Estamos esquecendo como se vive, sentir o que há de melhor aqui, não trabalhamos mais pra viver e sim vivemos para trabalhar. O que está acontecendo?
Drogas, bebidas, não lealdade, racismo, enfim bobeiras aparecem em qualquer lugar, pega qualquer pessoa, te "consome" até você ficar dependente dela.
Isso não está certo; não é subjugação, é o real.

Os olhares, hoje já não são os mesmos
Os sorrisos são forçados
Os abraços não têm o mesmo calor
O beijo não tem o mesmo sabor

As conversas são sem graça
Os toques não despertam mais aquele desejo
Agente não se liga
Passamos dias sem se ver
E não sentimos saudades
Os Nicks de MSN são pra outro alguém
Já até me esqueci de como era bom estarmos juntos

Hoje somos como estranhos,
E onde foi parar tudo aquilo que sentíamos?
Aquele querer que entre nós existia??
Não sei, gostaria de entender por que paramos no meio dessa historia
Sem nele se quer por um ponto final...
Talvez um dia haja continuação ou talvez recomecemos..
Ou talvez viveremos como se nada tivesse acontecido entre nós, um dia...

Se ninguém mais no
mundo está ciente, fico contente,
E se cada um e todos estão cientes, fico
contente.

alegoria da caverna

Situação imaginada por PLATÃO no Livro VII de A República (trad. 2001, Gulbenkian) para representar os diferentes tipos de ser que, segundo ele, existem e a condição em que nos encontramos em relação ao seu CONHECIMENTO.

Vários prisioneiros estão amarrados de pés e mãos numa caverna e só podem olhar para a parede diante deles.
Por detrás existe um fogo e entre eles e o fogo passam pessoas transportando vários objetos, cuja sombra se projeta na parede diante dos prisioneiros, o que os leva a pensar que as sombras são a verdadeira REALIDADE.

Só os prisioneiros que são capazes de se libertar (os filósofos),
sair da caverna (MUNDO SENSÍVEL)
e contemplar a realidade e o Sol (mundo inteligível e IDEIA de Bem)
são capazes de compreender como até essa altura viveram num mundo de aparências e ignorância.

- Busco um homem honesto.
- Elogiar a si mesmo desagrada a todos.
- O amor é uma ocupação de quem não tem o que fazer.
- O insulto ofende a quem o faz e não a quem o recebe.
- A sabedoria serve para reprimir os jovens, para consolar os velhos, para enriquecer os pobres e para enfeitar os ricos.
- A liberdade para falar é a coisa mais bela para um homem.
- Um filósofo só serve para machucar os sentimentos de alguém.
- O tempo é o espelho da eternidade.
- Sou uma criatura do mundo.

Eu e você...
Parece muito estranho
Esta vontade de estar com você abraçados sobre uma cama e do nada olhar teus olhos ver seu lindo sorriso sentido seu corpo ao meu. Sentimento envolvente dúzias de palavras ausente, calada em um toque de um beijo ardente... Vontade louca, de acariciar seu corpo nú... Súbito desejo de te amar, te amar e te amar. Nesta cama, nesta cama ardente de paixão.

Passamos por aquilo que tínhamos que passar.
É assim quando você vai tirar férias.
Você planeja tudo direitinho,
Mas aí um dia você faz uma curva errada ou pega um atalho
E acaba saindo em um lugar estranho que nem consegue achar no mapa.
E começa a fazer coisas que nem imaginava.
Talvez se sinta um pouco perdido durante o trajeto,
Mas depois percebe que foi a melhor parte de toda a viagem.

Eu fico aqui procurando o sentido da vida e me guardo na incerteza de que a vida é exatamente o não fazer sentido
Procurar explicações nos embaça a visão de enxergar o que passa diante de nossas retinas
Perdemos tempo buscando explicações das quais, acho, que nunca a teremos.
O que é fazer sentido? Talvez nunca saibamos ou até mesmo fazer sentido é exatamente à procura incansável de fazê-lo

Certas mentiras
"Meu afeto por você é tão óbvio
Que me encabula
Toda aquela graça
Aquela toda que tanto você realça,
Some
Se espalha
E só volta quando escuto seu amásio
Suas belas palavras,
Nem precisavam ser tantas
Ah se minha ingenuidade permitisse acreditar!
Se tornariam convenientes verdades
Que não me cansaria de escutar
Mas será que seriam quão formosas?
Será que continuariam sonoras?
Será que me fariam fechar os olhos?
Será que me deixariam sem graça?
Seriam tantas incertezas
Que prefiro não arriscar
Não tem jeito
Me viciei no seu vicio
Não posso mais ficar sem as mais belas mentiras que alguém já ousou me falar"

“O tempo é a minha matéria,
O tempo presente,
Os amores presentes,
a vida presente.”

Eu te amei e você não percebeu
Eu te chamei e você não me ouviu...
Eu te abracei e você não sentiu.
Agora você me chama,me olha...Senti tudo que antes eu sentia.
De tanto lhe chamar minha voz está fraca.
De tanto te olhar minha te perdi de vista.
De tanto te seguir acabei te perdendo.

Já não fujo...
Ainda temo, mas não choro...
Simplesmente procuro viver...
Pela primeira vez tenho noção da vida e não me contenho...
Tornei-me aquilo que sempre quis ser...
Escondo através de lembranças, momentos, onde apenas eu poderei matá-lo ou o fazer renascer...
No entanto conheço-me e sei que jamais vou desistir do que neste momento me vejo construir...

Quantas vezes eu quis
Tão longe buscar o que nunca percebi
Por tantos lugares passei
Mas afinal você sempre esteve aqui

O Peru
Glu! Glu! Glu!
Abram alas pro Peru!

O Peru foi a passeio
Pensando que era pavão
Tico-tico riu-se tanto
Que morreu de congestão.

O Peru dança de roda
Numa roda de carvão
Quando acaba fica tonto
De quase cair no chão.

O Peru se viu um dia
Nas águas do ribeirão
Foi-se olhando foi dizendo
Que beleza de pavão!

Glu! Glu! Glu!
Abram alas pro Peru!

Acaso

No acaso da rua o acaso da rapariga loira.
Mas não, não é aquela.

A outra era noutra rua, noutra cidade, e eu era outro.

Perco-me subitamente da visão imediata,
Estou outra vez na outra cidade, na outra rua,
E a outra rapariga passa.

Que grande vantagem o recordar intransigentemente!
Agora tenho pena de nunca mais ter visto a outra rapariga,
E tenho pena de afinal nem sequer ter olhado para esta.

Que grande vantagem trazer a alma virada do avesso!
Ao menos escrevem-se versos.
Escrevem-se versos, passa-se por doido, e depois por gênio, se calhar,
Se calhar, ou até sem calhar,
Maravilha das celebridades!

Ia eu dizendo que ao menos escrevem-se versos...
Mas isto era a respeito de uma rapariga,
De uma rapariga loira,
Mas qual delas?
Havia uma que vi há muito tempo numa outra cidade,
Numa outra espécie de rua;
E houve esta que vi há muito tempo numa outra cidade
Numa outra espécie de rua;
Por que todas as recordações são a mesma recordação,
Tudo que foi é a mesma morte,
Ontem, hoje, quem sabe se até amanhã?

Um transeunte olha para mim com uma estranheza ocasional.
Estaria eu a fazer versos em gestos e caretas?
Pode ser... A rapariga loira?
É a mesma afinal...
Tudo é o mesmo afinal ...

Só eu, de qualquer modo, não sou o mesmo, e isto é o mesmo também afinal.

Complicada?

Sim, eu sou complicada em alguns aspectos, tenho minhas manias, meus puderes, meu recato, mas, se você não esta disposto a suportar minha complexidade, jamais vai conhecer meu lado magnificamente simples.
Quem não suporta os meus óbices, os meus pontos fracos, quem, enfim, não desvenda os meus mistérios não chega a conhecer o meu melhor, as minhas maiores virtudes, os meus maiores encantos.
Qualquer tipo de relacionamento é constituído de trocas, você só desvenda o melhor do outro quando cede, quando consegue ignorar o que ele não tem de “tão” bom ou, enfim, aquilo que não lhe parece “simples”.
Quando você supera aquilo que não é “fácil” você entra na vida do outro, todavia, quanto mais complicado um homem é, mais raro e belo é aquilo que sua “complicação” esconde, mas nem todos desvendam.

Paris, outono de 73
Estou no nosso bar mais uma vez
E escrevo pra dizer
Que é a mesma taça e a mesma luz
Brilhando no champanhe em vários tons azuis
No espelho em frente eu sou mais um freguês
Um homem que já foi feliz, talvez
E vejo que em seu rosto correm lágrimas de dor
Saudades, certamente, de algum grande amor

Mas ao vê-lo assim tão triste e só
Sou eu que estou chorando
Lágrimas iguais
E, a vida é assim, o tempo passa
E fica relembrando
Canções do amor demais
Sim, será mais um, mais um qualquer
Que vem de vez em quando
E olha para trás
É, existe sempre uma mulher
Pra se ficar pensando
Nem sei... nem lembro mais

Abelhas na Barriga

Meu estômago não tem borboletas,
são apenas flores.
Cheias cheias de abelhas.
Agulhas que me causam dores.

Ansiedade?
Talvez medo dessa ferocidade!
Essa idade suficiente para perder beleza
crescer e competir com a velha natureza.

Quando o sol raia, prefiro por dia morrer;
os casulos crescem.
Mas a noite, ah a noite! na lua quero renascer
As borboletas florescem.

A vida é semelhante a quebra-cabeças...
Ajustamos aqui, acertamos ali, tentamos acolá,
até que encontramos o encaixe perfeito.
E para não sair do jogo,
embaralhamos tudo e começamos novamente."